QUER APRENDER A TIRAR SAL DE UMA SALINA?


Na Salina Eiras Largas, na Figueira da Foz, pode experimentar e aprender a tirar (Rer na terminologia dos marnotos) sal, assim como flor de sal e também colher salicórnia.

Grupos com um mínimo de 4 pessoas para uma estadia na salina de 1 hora:
5 € *por pessoa
crianças até aos 12 anos 2,50 € *

Só são aceites visitas previamente marcadas pelos Tels 929060517 ou pelo email: casadosal@gmail.com



*(com iva já incluído)

Elementos à solta | Cerdeira | Lousã | dias 12 e 13 de Julho de 2008. Das 11h às 20 h

Ovo de Borrelho-de-coleira-interrompida na Salina Eiras Largas - Figueira da Foz


Foto: Salina Eiras Largas | Casa do Sal

Foto: José Sousa

Identificação
Os borrelhos são limícolas de pequenas dimensões e que
têm o hábito de alternar alguns passos com pequenas
paragens de “observação”.
O borrelho-de-coleira-interrompida é acastanhado por cima
e branco por baixo. Apresenta uma coleira incompleta. As
patas pretas e a ausência de coleira completa em todas as
plumagens permitem distingui-lo do borrelho-grande-de-
coleira e do borrelho-pequeno-de-coleira.

Fonte: Aves de Portugal.info

Mais informações sobre o Borrelho-de-coleira-interrompida:
Aves de Portugal

Mercadinho Biológico - Por um Dia Saudável - 28 de Junho de 2008

Elas no Norte e no Sul - Mulheres em Desenvolvimento

Um projecto de Educação para o Desenvolvimento, promovido pela Acção para a Justiça e Paz - AJPaz, Associação sediada em Granja do Ulmeiro - Soure.




A moda dos alimentos enriquecidos - texto de Ana Carvalhas

Publicado no blogue De Rerum Natura em

Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

A moda dos alimentos enriquecidos


Nas férias de Verão publicámos alguns textos da nutricionista Ana Carvalhas, a quem de novo pedimos um "post". Aqui está:

A rápida evolução das ciências da alimentação e nutrição nas últimas décadas veio modificar os nossos hábitos de comer, que passaram a estar intimamente ligados à prevenção e à cura de doenças. Os investigadores identificaram vários compostos bioactivos (nomeadamente, compostos de origem vegetal, designados por fitoquímicos) com efeitos positivos na saúde, os quais têm sido aproveitados por uma indústria alimentar sempre ávida de aumentar a venda dos seus produtos. Por outro lado, cada vez mais pessoas se preocupam com aquilo que ingerem de modo a prevenir enfartes, tromboses e cancros, entre outras terríveis patologias, e, portanto, acrescentando anos à sua vida.

Com apregoados objectivos de nutriprevenção e nutriterapêutica, encontramos hoje nas prateleiras dos supermercados leite enriquecido com ómega-3, cálcio, vitamina D e isoflavonas de soja, margarinas com fitosteróis, água com fibras, iogurtes que baixam o colesterol, ovos com ómega-3 que foi adicionado na ração dos aviários, etc. Enfim é tal a proliferação de produtos enriquecidos que temos de perder algum tempo à procura de um litro de leite de vaca que pastou na Natureza, de uma dúzia de ovos postos por galinhas normais ou de um pacote das velhinhas bolachas “Maria”. A questão é: haverá realmente vantagens em consumir alimentos enriquecidos?

De facto, nenhum destes produtos consegue substituir os alimentos próprios da época, frescos ou bem conservados, que devem ser variados todos os dias. De facto, os alimentos tal como nos chegam da Natureza podem fornecer todos os nutrientes que necessitamos. O leite, por exemplo, sempre conteve cálcio em quantidade suficiente para satisfazer as nossas necessidades diárias. E só em situações muito especiais poderá haver vantagem num complemento deste mineral. Uma coisa é certa: se o cálcio for a mais, o organismo terá de o excretar, pois, caso contrário, a sua lenta deposição por todo corpo transformar-nos-ia em estátuas. Felizmente que os rins trabalham para eliminar o cálcio excedentário, embora exista a possibilidade de formação de cálculos.

Por outro lado, a quantidade de ácidos gordos ómega-3 adicionada ao leite ou às bolachas para prevenção cardiovascular fica muito aquém do que seria necessário e falta provar se têm o mesmo efeito dos que são ingeridos quando se come peixe gordo (sardinha, salmão, atum, cavala, etc.), que é o “ambiente” natural dos ácidos gordos ómega-3.

A fim de baixar o colesterol, alguns alimentos são enriquecidos com fitosteróis, moléculas de origem vegetal que têm uma acção benéfica, embora muitíssimo pequena, na redução do colesterol. No entanto, não é ainda bem conhecida a sua acção quando são adicionados à margarina e aos iogurtes.

Os produtos enriquecidos podem ser uma alternativa pontual, desde que haja uma orientação da dieta alimentar, mas é melhor fixar as nossas escolhas nos alimentos frescos, simples e variados. A absorção dos nutrientes deve ser preferencialmente feita através dos alimentos onde eles existam naturalmente, sempre com conta, peso e medida.

A nutriprevenção e nutriterapêutica são mesmo úteis, mas de uma forma orientada e com base em alimentos da época. Os fabricantes bem podem louvar os seus produtos com publicidade científica ou pseudo-científica. Mas os consumidores que somos nós devemos evitar que a propaganda da indústria alimentar nos leve a escolher alimentos enriquecidos cujas vantagens são discutíveis mas cujo preço é indiscutivelmente mais elevado.

Ninhos com ovos de Pernilongo na Salina Eiras Largas em Lavos, Figueira da Foz



Foto : Salina Eiras Largas

Foto : Salina Eiras Largas

Foto : Salina Eiras Largas


Foto : Salina Eiras Largas


Foto : Salina Eiras Largas


Foto : Salina Eiras Largas


Foto : Salina Eiras Largas


Foto : Salina Eiras Largas


Foto : Salina Eiras Largas

Mais informações sobre esta ave: http://www.spea.pt/index.php?op=nossasaves_pernilongo

Poema Integral de Gilberto Gil

A macrobiótica é uma seita pagã com um número infinito de deuses.
Em lugar de um.
A macrobiótica defende a evolução;
Confere ao cereal uma posição importante entre os seres? da ordem?
[natural?
As interrogações são minhas.
A macrobiótica não.
A macrobiótica é um.
Caminho, cadinho, elemento de conhecimento.
Siderurgia para altas fundições de cuca a baixa temperatura.
Alquimia, siderurgia, caminho.
Uma tricharia do desbunde?
As interrogações são minhas.
A macrobiótica não.
A macrobiótica é um.
A macrobiótica ótica que tem olhos,
música que tem ouvidos, drama que tem coração,
lírica que tem idéias, colíricas que têm imaginação:
a macrô bi-ótica todos com bons olhos.
A macrobiótica é piração?
Massificação de meios?
É elite?
As interrogações são minhas.
Gostaria de ter seu palpite.
Palpitar é bom; é vivo.
Palpitante melhor ainda.
A macrobiótica é assunto palpitante?
As interrogações são minhas.
A macrobiótica não.
A macrobiótica é um.
A macrobiótica é tudo que a natureza é + o que o homem pensa que
[não é.
+ é o sinal de somar mais arroz integral ao sonho do sono integral.
O sono refaz, todos sabem.
O sono integral refaz tudo?
"O sono sem sonho" da macrobiótica é só uma teoria do mestre.
O sono integral é nada?
Nada é a morte?
As interrogações são minhas.
A macrobiótica não. A macrobiótica é um pouco.
Como tantos poucos, cada vez mais poucos, pratos de arroz. Será?
As interrogações são minhas.

1º Couple Coffee - Tipo Zero; 2º Noel Rosa - Tipo Zero

Couple Coffee and Band - Tem Do

Uma quinta orgânica chinesa


Um agricultor olha para um pé de espinafre depois de o ter colhido na estufa de uma quinta orgânica nos arredores de Pequim. Na quinta, uma das cerca de 500 orgânicas na China, crescem frutos e vegetais que abastecem mercados no Japão, Malásia e Reino Unido. Contudo, durante os Jogos Olímpicos em Agosto, a quinta vai abastecer os refeitórios oficiais.

Foto: David Gray/Reuters

Fonte: Publico

Finalistas de Jornalismo da Universidade de Coimbra fazem uma reportagem sobre o AgriCabaz

Alunos finalistas do Curso de Jornalismo da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra realizaram uma reportagem sobre o AgriCabaz|à porta nos dias 2 e 3 de Junho, último
O resultado será uma pequena peça para o Canal Campo, um novo canal da TV Cabo que será lançado em breve.
Esta peça jornalística abrangeu as diversas fases do AgriCabaz|à porta: recolha de produtos junto de agricultores, recepção de produtos na Loja do AgriCabaz, elaboração do Cabaz e entrega ao domicílio.
Neste dia a equipa teve a oportunidade de filmar e entrevistar fornecedores do AgriCabaz: técnicos da Quinta dos Olivais da Associação Integrar, José Torres da Queijaria do Jorumelo, Qtª da Trigueira da Lousã e a D. Preciosa que faz chás biológicos em casal de Stº Amaro em Penacova.
Entretanto o filme será disponibilizado no you tube.
A equipa da Faculdade de Letras foi constituída por Cátia Monteiro, Tânia Pereira e Rafael Pereira, todos na foto ao lado. Este trabalho para a TV Cabo é realizado ao abrigo de um protocolo que o Instituto de Estudos Jornalísticos da Universidade de Coimbra tem com a TV Cabo.

A AgriCabaz | à porta consiste na recolha de frutas, legumes e produtos alimentares artesanais e sua distribuição ao domicílio na região de Coimbra. Os clientes recebem semanalmente a lista dos alimentos disponíveis para o AgriCabaz da semana através de email ou sms aceitando a proposta ou escolhendo os alimentos e quantidades que lhe interessam. O valor do AgriCabaz ronda os 12€, podendo a sua encomenda ser semanal, quinzenal, mensal ou ocasional. Os preços dos alimentos do AgriCabaz são os praticados na loja do AgriCabaz, não havendo acréscimo pela sua entrega ao domicílio.
O AgriCabaz é distribuído em Coimbra à quarta e sexta-feira e Figueira da Foz à quarta-feira.
Quem quiser ser informado dos aliemntos disponíveis para o AgriCabaz da Semana poderá enviar o seu email ou nº de telefone móvel para agricabaz@gmail.com, 239 405 446 ou 912434316.
Todas as semanas em http://agricabaz.googlepages.com/produtos.agricabaz é publicado a lista de de alimentos disponíveis para o AgriCabaz da semana.

Salicorne


Salicorne

Not quite a vegetable but not quite a seaweed, salicornia must have gone through a tough identity crisis as a teenager. And that's not even taking into account the multiple names it has to answer to -- sea bean, sea asparagus, glasswort, or marsh samphire in English, perce-pierre, salicot, cornichon de mer, or criste-marine in French.

Whatever the moniker, salicornia is a wild, succulent plant that grows along the seashore and in salt marshes. It comes in bushes of crisp and juicy twigs that are harvested in late spring to early summer (i.e. now) and can be eaten raw, cooked, or pickled.

Pickled salicornia is easy to come by in Brittany, and in fact this is where I first encountered it as a child: my family vacationed on the coast for a week every spring, and we would buy the occasional jar of softly pickled salicornia to add to the salads my mother made in the awkward kitchen of whatever house we rented.

I was already fond of the sour/salty combo at the time so it was a treat for me, but I suspect that part of my appreciation came from the fact that the word salicorne is so similar to the word licorne (unicorn), which is very cool by any standard, whether you're an eight-year-old girl or a fan of Blade Runner or both.

The above-pictured salicornia, however, is not pickled. Its bright green color, starkly offset by the fish market blue of the plastic bag, indicates that it is raw: Maxence and I bought it fresh at the poissonnerie last weekend, happy to stumble upon this relative rarity a mere two days after having it at the British ambassador's house.

Oh, did I not mention we had dinner at the British ambassador's house? It must have slipped my mind. Well, we did, and the occasion was the all-British banquet that the BBC organized for the final show of their Great British Menu series, which aired this past Friday. It was a memorable evening -- I wouldn't mind having a garden like the ambassador's -- and one of the things we liked best about the menu was the salicornia that was paired with Richard Corrigan's wild salmon, between Sat Bains' ham, egg, and peas and Mark Hix's stargazy pie.

The salicornia that we found was a bit more mature and thus thicker, so some of the twigs needed to have their woody end trimmed -- much like your average asparagus stalk. Because it grows so close to the sea, salicornia is very salty, so I soaked it in fresh water for a little while, boiled it for three minutes in unsalted water (you could steam it, too, but it wouldn't remove as much salt), then sautéed it for two minutes in olive oil.

The resulting jumble of dark green twigs, yielding but crisp, their flavor marine and slightly ferrous like spinach, was an assertive yet flattering side to whole pink trouts. I plan to buy more salicornia before the season ends, and I am contemplating using it in a quiche or an omelet, or, finely chopped, in a steak or salmon tartare.

Fonte: http://chocolateandzucchini.com/archives/2007/06/salicornia.php

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We sell salicorne, from Figueira da Foz, Portugal
Contacts:
agricabaz@gmail.com
0035 1239 405 446

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