Mostra de produtos das salinas no Museu do Sal da Figueira da Foz :

Durante o mês de Agosto o Museu do Sal da Figueira da Foz vai apresentar aos visitantes os produtos das Salinas da Figueira da Foz. Desde o Sal Marinho Integral, à Flor de Sal Tradicional e Laminada, ao Sal com Plantas condimentares para grelhados, para banhos, ao sal com óleos essenciais, até à Salicórnia, designada na Figueira da Foz por cachelro, à sarcocórnia, a Rota das Salinas e visitas às Salinas. É um vasto leque de produtos demonstram que as Salinas da Figueira da Foz podem ter futuro desde que aproveitadas as suas diversas potencialidades.

Também estão previstas algumas degustações de produtos das salinas
incluindo, por exemplo, a salicórnia.


Esta Mostra de Produtos das Salinas da Figueira da Foz resulta de uma parceria entre a Câmara da Figueira da Foz e a Salina Eiras Largas, localizada em Lavos.

Outras actividades no Museu do Sal da Figueira da Foz


Yoga do Riso

No dia 15 de Agosto vão decorrer no Museu do Sal da Figueira da Foz 4 sessões de yoga do riso dinamizadas por Jörg Helms. Estas sessões têm a duração de 90 minutos cada com os seguintes horários: 10 h, 15h 17 h. O valor por pessoa é de 12 €. As inscrições podem realizar-se no Museu do Sal, no Museu da Figueira da Foz ou por eiraslargas@gmail.com ou pelo Tel 91243416.


Jörg Helms explica o que se vai acontecer:

"As sessões de yoga do riso são constituídas por exercícios lúdicos. Ninguém resiste a dar uma gargalhada, relaxar, ver a realidade de outra cor e sentir -se re-conectado aos outros. Vamos aprender a relaxar em para melhorar as relações humanas no trabalho e em casa,ter autoconfiança, aceder à nossa criatividade original e eliminar o stress. Estas sessões são uma boa ajuda para quem está de férias e deseja preparar-se para um novo ano de trabalho. "
Jörg Helm é terapeuta, formador artista, Professor de Yoga do Riso Certificado pelo Dr. Kataria School of Laughter Yoga desde Setembro de 2006 e actualmente Presidente da Escola do Riso em Portugal. Estas sessões de yoga do riso também se integram na parceria ente a Câmara da Figueira da Foz e a Salina Eiras Largas.

Jörg Helms numa sessão de Yoga do Riso

Um poema de Alberto Caeiro

No meu prato que mistura de Natureza!
As minhas irmãs as plantas,
As companheiras das fontes, as santas
A quem ninguém reza...

E cortam-se e vêm à nossa mesa
E nos hotéis os hóspedes ruidosos,
Que chegam com correias tendo mantas
Pedem "Saladas", descuidosos...,

Sem pensar que exigem à Terra-Mãe
A sua frescura e os seus filhos primeiros,
As primeiras verdes palavras que ela tem,
As primeiras coisas vivas e irisantes
Que Noé viu
Quando as águas desceram e o cimo dos montes
Verde e alagado surgiu
E no ar por onde a pomba apareceu
O arco-íris se esbateu...

Alberto Caeiro

Restaurante Guarda Rios na Barriosa, em Vide, Serra da Estrela

O Restaurante Guarda Rios é uma iniciativa local de gentes da Serra da Estrela que ousou investir numa Aldeia em processo acelerado de desertificação.


Na foto, João Pedro Borges um dos sócios do Restaurante Guarda Rios e também da Bucha e Pinga, cujos produtos estão presentes na Loja do AgriCabaz em Coimbra.

Poesi ade Miguel Torga numa parede do Restaurante Guarda Rios
Contactos do restaurante:
Tel. 238 661 115
Tlms 966 569 067 - 963 384 973
Email: guardarios@valedalvoco.com
Barriosa
Vide
Serra da Estrela
O restaurante Guarda Rios encontra-se junto ao Poço da Broca


clicar na foto para a ampliar

O que fazer quando alguém se perde na Floresta? - Workshop de sobrevivência | 2 Agosto | Castanheira de Pêra | Org. Aldeias do Xisto

Clicar para ampliar

Recriação de Casamento Tradicional - Aldeias do Xisto: 3 de Agosto Talasnal - Serra da Lousã

clicar para ampliar

Explicações científicas das vantagens do Banho Solar por Celestino Ruivo e Armando Herculano

O calor ou temperatura é dada por: ΔQ=M*C*ΔT
> [1]

Calor e temperatura não são a mesma coisa!!!

A quantidade de energia térmica (calor) (J) que é necessário fornecer a um corpo de massa M (kg) com calor específico C (J/(kgºC) para provocar um aumento na sua temperatura de ΔT (ºC) é dada por: Q=M*C*ΔT [1]

Se esta quantidade de energia for fornecida durante um intervalo de tempo Δt (s) a potência térmica (W) envolvida no aquecimento do corpo
é dada por: P=Q/ Δt =M*C*ΔT /Δt [2]

A massa específica da água no estado líquido é de aproximadamente de 1000 kg/m3, isto é um 1 l de água tem aproximadamente 1 kg de massa .

A água no estado líquido é praticamente imcompressível pelo que o calor específico a pressão constante e a volume constante são aproximadamente iguais, isto C= 4186 J/(kgºC).

Um sistema de aquecimento de água solar de baixo custo e mesmo quase todos os sistemas que existem à venda no mercado exigem um apoio (eléctrico, gás, lenha, etc )para quando o sistema solar não é capaz de fornecer face às necessidades pelo facto de porventura haver um consumo de água quente superior ao normal ou pelo facto de haver um número de dias sucessivos com muita nubelosidade. É pois importante demonstrar por via experimental ou por simulação com cálculos qual a fracção de energia fornecida pelo sistema solar e pelo apoio. Ainda não fiz nenhum cálculo mas face à minha experiência vivida de utilização quase diária da cozinha solar aqui no Algarve durante dois anos (agora nestes dias de Verão o gás está desligado durante muitos
dias) estou convicto que tal fracção solar em termos anuais poderá ser da ordem de 60% ou até talvez mais ( 100% no Verão, 60% na Primavera e no Verão e 30% no Inverno).

O raciocínio apresentado pelo Armando Herculano é válido apenas para a situação de Verão porque não contabilizou a contribuição do apoio.

Existem sistemas de aquecimento de baixo custo a funcionar no Brasil com mais de 7 anos de funcionamento.

Não esquecer que uma parte da solução do problema no que respeita aos consumos de energia elevados e poluição associada está na atitude diária de cada um de nós.

Cumprimentos Solares
Celestino Ruivo

O primeiro desafio de Armando Herculano:

caso da água, e para 1 litro de água(pura) a massa é de 1kg;
O calor específico da água é igual a 1,0 cal/g·ºC.
Significa que é necessário fornecer uma quantidade de calor de 1,0 cal para aquecer 1,0 g de água de 1 ºC.
A unidade de energiado Sistema Internacional de medidas (S.I.) é o Joule.
1Cal=4,187 J, significa que no S.I. o calor específico da água é4,187 J/g ºC. Ainda no S.I. A unidade demassaé o Kg, como 1Kg=1000gr, logo o calor específico no S.I. será C=4,187*1.000gr = 4.187 (J/Kg·ºC).

Vamos tentar calcular quanta energia colectamos com os nossos colectores solares e estimar quanto se poupa com os nossos banhos. Para aquecer 1litro de água de 1ºC durante 1 segundo como bem disse o Celestino necessitamos de P=(1Kg*4.87*

1ºC) / 1s = 4.187 (J/s) ou (W) ou ainda 4,187 (kW)

O calor necessário a um banho de 50 litros e para aquecer a água de 20 para 40ºC, de acordo com [1] será:
Q=(50Kg*4.187*20) = 4.187.000 (J) ou 4,187 (MJ) milhões de Joules.
Se no nosso sistema, a água do depósito subir 5ºC por hora, ou seja, 5ºC/60min = 0,008ºC por minuto, demorará 4h a aquecer os 20ºC e o nosso sistema terá uma potência de 4h, temos isso a dividir por 4*3.600 segundos o que dá uma potência do sistema de P = 4.187.000 /(4*60m*60s) = 290,7 (W) cerca de 300W e uma energia poupada de 290,7*4h=1.163 (Wh) ou 1,163 (kW) por cada banho. Traduzido em cifrões, ou melhor dito em euros, e como para cada kWh em 'hora de cheio'e para o tarifário normal doméstico, a EDP leva 0,1104€ por kWh, resulta em 1,163 * 0,1104 = 0,128€, ou 12,8 cêntimos de € por banho.
É o que poupamos em energia não consumida por banho.
Se tomarmos 1 banho por dia durante 30 dias, temos 12,8 * 30 = 3,85€/mês.
No caso do sistema de Cova do Monte, tomando 12 banhos, por dia durante 30 dias, vem 3,85*30 = 46,2€.
Nada mau, hein?
Aplicando ainda ao caso de Cova do Monte (CdM) --um caso prático relevante pela dimensão, poderemos com a ajuda dos companheiros solares, calcular o tempo de retorno do investimento, isto é, em quantos meses de funcionamento pleno, ficaria pago, a partir do qual, veriam entrar na sua contabilidade mensal 46€, que deixariam assim de figurar do lado da despesa e passariam para o lado da receita disponível.

* Quanta energia tem de ser produzida na fonte, para que chegue mensalmente a CdM os 290,7*12*30=10.692 (W) = 10,7 (kW) ? a esta pergunta vou adiantando alguns dados, numa primeira aproximação. consultada a Rede Eléctrica Nacional (REN) nos anos de 2004, 2005 e 2006, a energia eléctrica produzida com recurso aos hidrocarbonetos

Projecto Vida Verde: Vale do Dragão em Fiais da Beira, Oliveira do Hospital

Vale do Dragão

Um lugar onde todos são bem-vindos.

E especialmente todos aqueles que queiram aprender mais acerca da nova mundivisão celta e pôr em prática uma integração harmoniosa da terra com as pessoas, que providencia comida, energia, abrigo e colmata outras necessidades materiais e não-materiais de um modo sustentável.

Com efeito, é uma experiência empírica e uma actualização do conceito de Permacultura estabelecido por Bill Mollison:

Alimentação: Trabalhamos na nossa quinta (4 hectares nossos + 4 hectares para utilizar) juntamente com agricultores locais de agricultura tradicional e biológica, aprendendo uns com os outros, de modo a produzir comida saudável não só para nós próprios, mas também para outros.

A nossa quinta está situada numa maravilhosa área no centro de Portugal. É um antigo local celta, composto por grandes áreas de floresta e com socalcos de vinhas, onde se pode disfrutar um estilo de vida natural. Viver na quinta é uma aventura e apoiamo-nos uns aos outros. Somos quase auto-suficientes. Gerações da mesma família vivem aqui há quase 200 anos. Quando chegámos, há 4 anos, o local estava em estado selvagem (selva): havia 30 anos que ninguém fazia nada aqui. Já limpámos muitas zonas, mas continuamos a descobrir novos achados (incluindo trilhos de Wicca). Existem várias fontes de água e engenhosas redes de distribuição de água. Das três construções em pedra, uma já foi restaurada e o restauro de outra já se encontra planeado. Existem muitas outras árvores de fruto, para além da vinha, sendo que já produzimos o nosso próprio vinho. Temos cabras, que ajudam a limpar a floresta. Alguns dos socalcos estão cultivados com um sistema especial de irrigação, que poupa bastante água.

Energia: Fazemos parte de um grupo (país de origem: Bélgica) que tem muita experiência (3 gerações) em todo o tipo de soluções energéticas. Somos inventores bastante bem equipados que trabalham sem parar. Queremos partilhar o nosso conhecimento e capacidades técnicas e trabalhar a nível mundial em projectos sustentáveis (estamos de momento envolvidos em projectos em Portugal e África). Fornecemos a tecnologia gratuitamente e ajudamos muitas comunidades a tornarem-se independentes. Também oferecemos aconselhamento gratuito de primeira linha e muitos workshops por diferentes orçamentos.

Agricultores podem usar o nosso equipamento para fazer o seu próprio óleo vegetal (a partir de sementes) e rações para os animais. E muito mais…! Uma vez que o nosso grupo tem vindo a crescer, esperamos conseguir preservar o conhecimento das gerações mais antigas, que conta com inúmeras invenções (como um singular motor termodinâmico).

Abrigo: Reconstruimos uma das ruínas na nossa propriedade e podemos ajudar outros com o nosso conselho experiente e assistência prática (trabalhos de maquinaria). Aceitamos trabalho em troca.

Outras necessidades materiais: Temos um grande armazenamento e fontes de material usado de todos os tipos. Somos grandes promotores da reutilização em oposição à reciclagem de material mais elementar em bruto. Fazemos workshops onde ensinamos como desconstruir e reutilizar todas as peças de qualquer tipo de equipamento (por exemplo, máquinas de lavar velhas). Outro exemplo: demonstramos recentemente como fabricar a partir de sucata uma turbina muito boa para produzir electricidade (a partir do turbo de um carro e o motor de uma máquina de lavar). Coleccionamos todo o tipo de sucata e também muitos produtos do lixo, como óleo velho de qualquer fonte (inclusive óleo de cozinha). Através de micro-filtragem, reutilizamos o óleo para lubrificar, por exemplo, moto-serras; ou como combustível híbrido para motores a diesel. Não joguem coisas fora! Trocamos artigos de boa vontade e até podemos pagar por alguns deles.

Não-material: Eu sou o Dirk, um técnico (freak) e mestre (mentor) espiritual (celta). Christine é uma enfermeira altamente qualificada e experiente, que estudava e punha em prática métodos alternativos de tratamento. Aprendeu muito e adquiriu experiência empírica em agricultura, sendo que também cultiva ervas.

Respeitamos a natureza e todos os seres vivos à face da Terra. Vemos o ser humano como parte da natureza e classificámo-lo como predador, mesmo se for ecologista, vegan ou outro.

Acreditamos na hierarquia da natureza e gostaríamos de formar uma comunidade com 3 ou 4 membros permanentes e muitas ligações com o exterior a vários níveis. Não discriminamos com base no género, cor ou inclinações sexuais. Não aceitamos a falsa moral duma sociedade hipócrita e nada natural.

Somos viciados em música, sendo que apreciamos diferentes estilos. Gostamos de organizar festas na nossa quinta e adoramos música ao vivo. Podemos arranjar os sistemas de som e de luz. Eu era muito activo (na parte técnica e de organização) na cena de música ao vivo dos anos 60.

Finalmente

„Temos que ser a mudança que queremos ver“ – de Within Temptation, na canção „See who I am“ no album „The Silent Force“ (Oiçam a música), mas originalmente de Ghandi: „Sê a mudança que queres ver no mundo“.

Junta-te a nós! Não fiques na tua ilha!


Mais informações: http://www.vida-verde.net/

Vinho Alentejano do Monte da Raposinha (Montargil, Ponte de Sôr) na Loja do AgriCabaz em Coimbra





Um novo êxito o

XVII Concurso “Os Melhores Vinhos do Alentejo”

Promovido pela Confraria dos Enófilos do Alentejo, com o apoio da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, o XVII Concurso “Os Melhores Vinhos do Alentejo” saldou-se por um enorme sucesso. Para além da participação de produtores representativos de 77% da produção da região, destaque para a qualidade global dos vinhos a concurso, com a cerimónia de entrega de prémios que decorreu no Salão Nobre do Hotel Ritz a premiar a Finagra e a Herdade dos Arrochais com a Talha de Ouro, nos vinhos tintos e brancos, respectivamente.

A

extraordinária adesão de produtores, mas também o impacto mediático são bem o reflexo da credibilidade e da idoneidade do concurso “Os Melhores Vinhos do Alentejo”. Para a Confraria dos Enófilos do Alentejo fica o mérito da organização de uma iniciativa que, todos os anos – e já lá vão 17 edições! -, defende, prestigia, valoriza, promove e divulga os vinhos da região.

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) voltou estar associada ao concurso, na sequência da parceria existente entre as duas instituições, mas também em nome da mensagem de excelência dos Vinhos do Alentejo.

A entrega de prémios constituiu o ponto alto do XVII Concurso “Os Melhores Vinhos do Alentejo”, uma cerimónia que decorreu no Salão Nobre do Hotel Ritz, em Lisboa, com a presença de cerca de 200 pessoas, entre confrades, produtores, enófilos e representantes da comunicação social. Na ocasião, Francisco Pimenta, Juiz da Confraria dos Enófilos do Alentejo, fez questão de realçar “a extraordinária qualidade dos vinhos a concurso, reflexo do trabalho desenvolvido pelos produtores, cada vez mais apostados em satisfazer o gosto dos consumidores. Os Vinhos do Alentejo estão de parabéns! O nível médio foi bastante elevado e não nos podemos esquecer que se tratou de um concurso destinado a vinhos de produção, ou seja, com muito mais restrições do que um certame destinado a vinhos engarrafados”.

Os produtores Finagra (com a Talha de Ouro nos Vinhos Tintos) e a Herdade dos Arrochais (com a Talha de Ouro nos Vinhos Brancos) receberam as mais altas distinções da noite, mas atente-se na lista completa dos prémios atribuídos pelo júri do XVII Concurso “Os Melhores Vinhos do Alentejo”:

VINHOS BRANCOS

1.º PRÉMIO – TALHA DE OURO: Herdade dos Arrochais

2.º PRÉMIO – TALHA DE PRATA: Soc.Agrícola Silvestre Ferreira

3.º PRÉMIO – TALHA DE BRONZE: Henrique José de La Puente Sancho Uva

MENÇÕES HONROSAS

António Manuel Baião Lança

Casa de Santa Vitória

CARMIM

Ervideira – Soc. Agrícola

Fundação Eugénio Almeida

Herdade Monte da Cal

Monte do Trevo

VINHOS TINTOS

1.º PRÉMIO – TALHA DE OURO: Finagra

2.º PRÉMIO – TALHA DE PRATA: Casa Agrícola Alexandre Relvas

3.º PRÉMIO – TALHA DE BRONZE: Monte da Raposinha

MENÇÕES HONROSAS

Adega Cooperativa de Borba, CRL

Casa de Santa Vitória

CARMIM

João Rafael Coelho Gancho

Monte do Trevo

Sociedade Agrícola D.Dinis

Silveira e Outro

Fonte: Vinhos do Alentejo

Dixie Gringos numa pausa na Banca do AgriCabaz no Mercado do Quebra Costas a 12 de Julho de 2008

José João Rodrigues e Dixie Gringos

Nesta pausa os músicos da Dixie Gringos, de Cantanhede, "molham o bico" com o Vinho Alentejano do Monte da Raposinha localizado em Montagil, Concelho de Ponte de Sôr.


Membros da Banda Dixie Gringos a provarem Broa de Milho da Serra da Estrela (Padaria Mondeguinhos) e Azeitonas de Trás-os Montes da Quinta da Ribeira de Lodões.

Quem são os Dixie Gringos



Dixie Gringos é uma formação de Jazz Tradicional, composta por jovens músicos de Coimbra. O projecto arrancou em 2000, fruto da crescente necessidade sentida pelos seus executantes de contactar e explorar um estilo de música diferente, o ”Dixieland”, género musical que nasceu na América do Norte no início do século XX e que os Dixie Gringos tentam reconstituir, divulgando esta vertente musical na Região Centro. Do vasto repertório que interpretam, contam com temas de Louis Armstrong, Duke Ellington, King Oliver, Jelly Roll Morton, Kid Ory entre outros.

Ricardo Barros - clarinete
Adriano Franco - trompete
João Silva _ saxofone tenor
Luís Rodrigues - trombone
Hugo Costa - tuba
Filipe Lúcio - piano
Gabriel Lopes - banjo
Rui Lúcio - bateria

"Mergulhar" em Covas do Monte: dia 19.



Boa tarde!
No passado mês de Março, plantámos um campo de batatas com agricultores de Covas do Monte.
Passados 4 meses de crescimento, de vários cuidados, algumas chuvadas e dias soalheiros, é provável que dia 19 nos espere uma boa colheita!

Nos campos de milho vai sendo o tempo de começar a colocar os espantalhos e as tramelas (os ruidosos moinhos de vento).
Vamos fazer alguns, reutilizando materiais.

Pela manhã, não perca a oportunidade de testemunhar a impressionante saída dos pastores
para o monte com o rebanho de mais de 2000 cabras.

Viajando no tempo, vamos até ao moinho tradicional, junto ao ribeiro, e passamos pelo antigo lagar de azeite comunitário (em fase de recuperação) e ainda veremos como se faz a grande broa de milho de Covas do Monte.
Este evento decorre no contexto da realização de um projecto integrado em estágio curricular
da licenciatura de Animação Socioeducativa da Escola Superior de Educação de Coimbra, a ser levado a cabo no Instituto das Comunidades Educativas, em parceria com o AgriCabaz de Coimbra e a CoopRaízes de S. Pedro do Sul.

Programa
Da parte da manhã

Das 8h00 às 8h30: encontro em São Pedro do Sul, no Largo da Cerca, junto à Sede do "Criar Raízes" (atrás da Câmara Municipal).
Saída às 8h30, para Covas do Monte (os participantes terão que levar transporte próprio).
Em Covas do Monte:
- Ver a saída dos pastores para o monte com os rebanhos (opcional)
- Colheita de batatas
- Passeio pela aldeia, visita ao moinho e ao lagar
Almoço no Restaurante da Associação "Os Amigos de Covas do Monte"
Da parte da tarde
- Oficina de Construção de Espantalhos e Tramelas
- Fazer a broa de milho pelo processo tradicional
- Lanche
- Ver o regresso dos pastores do monte com os rebanhos
Informações actualizadas sobre a programação estarão disponíveis na internet em http://agricultura-covas-do-monte.blogspot.com/

Contactos para inscrições: telef. 232 728 330 / e-mail terrasdespedrosul@portugalmail.pt

Número limite de participantes: 20.

Inscrições até dia 16 de Julho.

Preço do Almoço + Lanche: com prato do dia, 7 Euros
com cabrito assado, 12 Euros.
Crianças com 6 a 12 anos pagam 50%. Crianças mais novas: grátis.
Votos de Boas Colheitas!
João Gonçalves
Projecto "Criar Raízes" http://www.criaraizes-spedrosul.com
Instituto das Comunidades Educativas http://www.iceweb.org/home.html
Escola Superior de Educação de Coimbra http://woc.esec.pt/
Agricabaz http://agricabaz.googlepages.com/agricabaz
Cooperativa CoopRaízes http://www.criaraizes-spedrosul.com/site/untitled/terra.htm
Imagens da agricultura familiar tradicional em Covas do Monte http://agricultura-covas-do-monte.blogspot.com/

Mercado Quebra Costas em Coimbra - Proximo Sábado - 12 Julho 2008. Das 14 h às 20h

Programa inovador, promovido pelo Gabinete de Desenvolvimento Rural, arranca na Ferraria

Chama-se FACE e trata-se de um projecto inovador, dinamizado pelo município de Penela, que aposta na Formação Agrícola de Consciência Ecológica. Um programa que pretende sensibilizar os jovens para a agricultura em modo de produção biológica e colocá-los face a face com novas alternativas, diferentes das práticas mais tradicionais.
O programa foi desenvolvido pelo Gabinete de Desenvolvimento Rural (GADRU), um projecto recente da autarquia de Penela, que enfatiza a importância que os recursos endógenos, particularmente no que à agricultura diz respeito, têm para o desenvolvimento do concelho. Tratando-se de uma aposta estratégica, a autarquia entendeu começar por sensibilizar os mais jovens, através da organização de uma espécie de campo de trabalho, a desenvolver durante as férias de Verão, contando com o apoio da Agrobio e Planeta Bio, duas referências em termos de agricultura biológica, que vão monitorizar as acções a desenvolver.
João Amílcar, do GADRU, sublinha que o objectivo prioritário do projecto é «mostrar aos jovens que existe um outro tipo de agricultura, diferente daquela que vêem os pais ou avós desenvolverem». «E mais “light”, com outro tipo de consciência», adianta aquele técnico, sublinhando a consciência ambiental e a sensibilização ecológica que este projecto comporta. Outro dos objectivos passa, claramente, pela sensibilização para a agricultura biológica, promovendo este tipo de produção.
De acordo com João Amílcar, os jovens vão participar num campo de férias, ocupando os seus tempos livres de «forma saudável e benéfica para a sua formação, desenvolvimento social e pessoal», ao mesmo tempo que «recebem um curso intensivo de agricultura biológica».
O curso começa no próximo dia 14 e prolonga-se até dia 24 e funciona na Ferraria de S. João, uma aldeia integrada na rede de aldeias do xisto, que se revela como o cenário mais do que ideal, pelo seu tipicismo, para o desenvolvimento de uma acção desta natureza. A formação tem início às 9h30 e prolonga-se até às 12h30, e começa com uma introdução teórica, que irá permitir aos jovens conhecer as noções básicas da agricultura biológica, que é complementada, depois, com uma “aula prática”. Ou seja, segundo João Amílcar, a formação inclui, diariamente, um atelier de animação. Compostagem e construção de armadilhas para largada de animais são os temas a desenvolver nos ateliers, monitorizados por especialistas da Agro Bio e do Planeta Bio.

Multiplicar programas
Trata-se, em última análise, no entender daquele técnico responsável, de um campo de férias onde, para além de desenvolver a sua consciência ecológica e ambiental, os jovens recebem uma informação intensiva sobre agricultura em modo de produção biológica, «ocupando parte das férias de Verão de forma útil e saudável». Também se pretende, sublinha a autarquia, que o FACE seja um «incentivo à inovação, criatividade e empreendedorismo dos jovens do concelho, de forma a verem a agricultura como uma actividade rentável e cada vez com mais futuro no país, sendo cada vez mais uma oportunidade de negócio».
A estreia do Face está prevista para dia 14, mas o objectivo é “multiplicar” os programas, refere João Amílcar, esclarecendo que, ao FACE de Verão se irão somar outros, nomeadamente na Primavera, por altura da Páscoa e no Inverno, durante as férias de Natal.
Aquele técnico enfatiza o interesse que, por exemplo, a compostagem tem vindo a suscitar junto de pessoas que possuem o seu jardim e querem saber como tratar os resíduos de uma forma ecológica. Razões para equacionar, por exemplo, refere, no Inverno, durante as férias de Natal, a realização de dois cursos, um para jovens e outro destinado a adultos.
Neste momento, quando se vive a primeira experiência, as atenções estão centradas na aldeia da Ferraria de S. João, o que não quer dizer que o FACE se fixe ali. Pelo contrário. João Amílcar equaciona desde já a possibilidade de um projecto de «itinerância pelo concelho», sensibilizando e dando formação no âmbito da agricultura biológica e da consciencialização ambiental. O campo das férias da Páscoa poderia, aventa, realizar-se no Rabaçal, junto às ruínas romanas.

Fonte: Diario Coimbra

Retaurante biológico em Oiã: Sopas da D'Avó


The Blues Quartet

João Paulo Feliciano apresenta The Blues Quartet, uma escultura em forma de quarteto musical. A música e as artes visuais em sintonia até 31 de Agosto no Centro de Arte Visuais, em Coimbra. Antigo membro da banda Tina & The Top Ten, João Paulo Feliciano tem vindo, desde da década de 80, a utilizar a música como um dos motores do seu trabalho nas artes visuais. "The Blues Quartet" (2004/07) é uma escultura que pretende personificar um quarteto de músicos - quatro lâmpadas diferentes colocadas numa estrutura de vidro azul são accionadas por diferentes canções, de variados estilos musicais, dependendo do local de apresentação. "The Blues Quartet" foi apresentada em 2007 no Contemporary Arts Center de Cincinnati, onde Feliciano fez também uma outra versão desta obra - um espectáculo ao vivo em que a escultura se torna objecto central e em que são convidados quatro músicos a "dar" música e vida à obra. Em Cincinnati tocaram João Paulo Feliciano, Lee Ranaldo (dos Sonic Youth), Rafael Toral e Trevor Tremaine (das bandas Hair Police e Death Unit).

No CAV serão também apresentadas outras obras de Feliciano em que a música é o cerne conceptual como, por exemplo, "Sweet Music" (1992), "Blues for Christmas (The Álbum)" (2005) ou "The Big Red Puff Sound Site" (1994), uma instalação que consiste num gigante colchão encarnado para descansar e ouvir música de auscultadores.

S.Po. (PÚBLICO)

Street View do google em risco de ser bloqueado


As queixas estão a surgir de vários grupos defensores dos direitos à privacidade, com o Privacy International à cabeça, que consideram que o Street View infringe as leis britânicas relativas à protecção de dados.

Isso é o que pensa um dos membros do grupo, Simon Davis, ao afirmar à BBC que «na nossa opinião eles [o Google] precisam de ter o consentimento de uma pessoa se quiserem utilizar a sua cara para fins comerciais».

Presente em várias cidades norte-americanas o motor de busca já terá começado a captar imagens para o Street View em algumas urbes do Velho Continente, nomeadamente em França, onde já se encontra disponível.

Esta semana terá sido a vez de Londres, onde os funcionários do Google começaram a captar imagens, avança a estação britânica.

Apesar das polémicas com o serviço, a empresa afirma que já começou a utilizar uma tecnologia própria para desfocar a cara das pessoas e evitar possíveis casos em tribunal, tal como já tem acontecido nos EUA.

Quem não acredita nesta tecnologia é precisamente a Privacy International, que já enviou uma carta ao Google a pedir explicações sobre pormenores técnicos da mesma.

De acordo com Simon Davis, caso o gigante da Internet não responda dentro de uma semana, vai pedir às autoridades britânicas para suspenderem o serviço no país.

O activista revela que «já falámos com o Google no passado sobre isto e recebemos uma resposta falsa a dizer para vermos melhor os seus blogues».

Simon Davis vai mais longe ao afirmar que os engenheiros do Google disseram à sua organização que a tecnologia ainda não está pronta para ser utilizada.

Fonte: Sol

Roberta Sá - Ensaio - Eu Sambo Mesmo

Á volta das Aldeias

À volta das aldeias...na Casa da Horta, Associação Cultural

8 a 27 de Julho

Entrada gratuita
Cada vez mais se houve falar em desertificação. Talvez a mais grave seja a
desertificação de aldeias e vilas do interior de Portugal. Fecham-se escolas primárias, os
jovens partem para as cidades mais próximas, os apoios escassam, é difícil resistir.
O desenvolvimento local e sustentável das aldeias é urgente, porque anima a
população local, cria postos de trabalho, evidencia potencialidades e colmata
necessidades do local, ao mesmo tempo que o faz de uma forma sustentada, mantendo
zonas verdes e selvagens.

Felizmente, também cada vez mais se houve falar em projectos e associações que
põem em prática esse desenvolvimento. Sejam eles projectos levados a cabo por jovens
locais (como a ALDEIA) ou por jovens lisboetas que foram da cidade para o campo (como
o Centro de Convergência). Também há os que à volta das artes, animam a região, como
o Centro de Residências Artísticas de Nodar e o Teatro da Serra de Montemuro. Há
associações mais específicas, como a AEPGA, com um trabalho bastante importante na
preservação do património cultural e natural mirandês. E há aqueles que embora fiquem
por pouco tempo, pretendem Criar Raízes.

Todos os colectivos referidos vêm ao Porto apresentar o seu trabalho, debater a
revitalização das aldeias rurais, mostrar os seus produtos. A par, apresentamos um ciclo
de documentários sobre aldeias, pastores, moinhos e objectos do quotidiano rural , assim
como uma exposição de fotografias de aldeias à volta do rio Paiva.

A Casa da Horta pretende com esta programação para o mês de Julho, que nos
inspiremos, estejamos nós a viver na baixa de uma grande cidade, numa aldeia do
interior, ou nos subúrbios de um meio urbano. Estão todos/as convidados/as!

Tomate: história e beneficios

A história do tomate

Oriundo da América Central e do Sul, desde o Peru até ao México, o tomate era inicialmente cultivado e consumido pelas civilizações Asteca e Inca.

Só mais tarde, no século XVI, é que foi introduzido na Europa pelas mãos de alguns exploradores. Ainda assim, os europeus acreditavam que o tomate era venenoso como as mandrágoras, sendo apenas utilizado para efeitos ornamentais.

No século XIX, na França, Espanha e Itália, o tomate passou a ser consumido e cultivado numa escala maior, tornando-se popular em muitas receitas, mas o grande impulso foi conhecido através dos italianos, pelo famoso molho de tomate, que se tornou no principal ingrediente, utilizado nas pizzas e em outras massas.

É também um dos principais ingredientes da dieta mediterrânica, assim como o alho, a cebola , azeite... Veja também outros 11 alimentos que deveriam ser consumidos em maoires quantidades na nossa dieta

Os poderes do tomate

Sabia que a cor vermelha do tomate é importante para a sua saúde? Pois é, o tomate é vermelho porque possui um fitonutriente, chamado licopeno, que lhe atribui essa cor. O licopeno é responsável por benefícios ao nível do organismo, nomeadamente, na prevenção das doenças cardiovasculares...

Quando somos crianças, as nossas mães não se cansam de dizer-nos para comermos frutas e vegetais, embora nunca expliquem o porquê. Quando crescemos mais um bocadinho, ficamos a pensar que é pelas vitaminas e outras substâncias do género que também não sabemos explicar lá muito bem.

O papel das frutas e dos vegetais na nossa saúde tem ganho importância nas últimas décadas e estudos que relacionam determinado alimento com determinada patologia revelam alguns dados interessantes...

De facto, este interesse nos benefícios dos alimentos para a saúde remonta ao pai da Medicina, Hipócrates, autor da célebre frase: «Faz da comida o teu remédio». Mas, falemos, então, do tomate.

Um estudo publicado no Journal of Nutrition sugere que crianças com uma dieta rica em tomate apresentam uma significativa redução na taxa de mortalidade.

Vários outros estudos indicam que o consumo de tomate traz benefícios para a saúde, principalmente no que diz respeito à prevenção das doenças cardiovasculares e do cancro.

Os estudos em questão analisam uma substância presente no tomate, designada por licopeno, que não é produzida pelo organismo, sendo apenas possível obtê-la através de fontes externas.

De acordo com a Dr.ª Alexandra Bento, presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN), o licopeno é «um fitoquímico, ou fitonutriente, da família dos carotenóides, que confere a cor vermelha aos produtos de origem vegetal.

Os fitoquímicos ou fitonutrientes são químicos encontrados nos vegetais e que têm efeito benéfico na saúde.

Desta forma, eles diferem do que é tradicionalmente chamado de nutriente, já que não são necessários para o metabolismo normal e a sua ausência não irá resultar em problemas de saúde por deficiência.

Contudo, «diversos estudos actuais sustentam que muitas das doenças dos países industrializados são consequência da falta de fitonutrientes na dieta» explica, salientando:

«O que é matéria de consenso e que está acima de controvérsias é que os fitoquímicos têm muitas funções benéficas no organismo.»

«Por exemplo, eles podem melhorar o funcionamento do sistema imunológico, agir directamente contra bactérias e vírus, reduzir inflamação, ou estarem associados no tratamento e/ou prevenção de cancro, doenças cardiovasculares ou outras doen­ças, afectando a saúde ou o bem-estar do indivíduo.»

«Os estudos científicos têm vindo a demonstrar, também, o importante papel do licopeno na prevenção do cancro da próstata.»

Investigações realizadas pelo médico americano Michael Roizen mostram que 10 colheres de molho de tomate ingeridas semanalmente podem reduzir em 50% o risco de ocorrência de 11 tipos de cancro.

Deste modo, o licopeno está presente nos produtos de origem vegetal (frutas e legumes) de cor vermelha e, por isso, está presente em grande quantidade no tomate, podendo, também, ser encontrado na melância e no morango, mas em menores quantidades.

«Quanto mais intensa for a cor vermelha do tomate, mais rico em licopeno é. Assim, podemos dizer que os tomates são, de longe, a fonte mais rica em licopeno» afirma Alexandra Bento.

Fonte texto:
http://saude.sapo.pt/artigos/?id=751328
http://saude.sapo.pt/artigos/?id=751331

Autor Foto:
Mário Martins - http://umafotopordia.blogspot.com/

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails