Next week! ABRIL - MINGA NA QUINTA DO BOIÇO, PÓVOA DE MIDÕES - starting 9:30-10.00

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Next week! ABRIL - MINGA NA QUINTA DO BOIÇO, PÓVOA DE MIDÕES - starting 9:30-10.00

http://sustainableforestgardenfarmproject.weebly.com/index.html

1- “Onde - Where (Quinta-Farm, Aldeia-Town, Cidade-Municipality) ?”:
Quinta do Boiço - Póvoa de Midões (Tábua)

2- “Como cá chegar? - How to get here?”:
Go to the bottom roundabout in Povoa de Midoes, take the turning for Carregal do Sal, go down the hill 500m’s take turning for Penedo and follow the coloured minga markers. Park by trailer/wagon.

Na rotunda em Póvoa de Midões seguir a direcção de Carregal do Sal, descer 500 metros, e virar à esquerda no sentido de “Penedo”, seguir indicações de “Minga” e estacionar junto do trailer.

3- “Quando - When”:
Next week! April. Sabado, 18 de Abril.

4- “Quê - What”:
Gathering up already cut canas, wood and silvas and cutting some more. Making piles. Cortar e juntar canas, lenha e silvas.

5- “Como/Ferramentas - How/Tools”:
Gloves and secetters, pruning saw, rake, and bill hook\slasher would be good.
Luvas, tesoura e serrote de podar, podão, forquilha, etc.

6- “Porquê/para quê - Why/What for”:
Prepare the area to plant new trees later, and forest management.
Preparation for forest garden. Preparar o terreno para fazer a “Floresta comestível”.

7- “Quem/Quantos - Who/How Many”:
Everyone is welcome. 8-10 people will do a lot of work!

Todos são bem vindos. 8-10 pessoas vão fazer um monte de trabalho!

8- “Alimentação/Food”:
Bring also your favourite food to share!

Traz a Tua Comida Favorita Para Partilhar!

Contacto:

Toivo

boico@iol.pt

ATENÇÃO - NOTE

As próximas mensagens anunciando “mingas” serão enviadas a partir do endereço
beira.serra.sustentavel@gmail.com
se desejar receber mais mensagens como esta,
por favor envie uma mensagem para esse endereço com “SUBSCREVER” na linha assunto.
Obrigado.

The next messages announcing “mingas” will be send from the e-mail address
beira.serra.sustentavel@gmail.com
if you wish to receive more messages like this please send message with “SUBSCRIBE” on the subject line.

Today “The Music By The Way” is
http://www.ilike.com/artist/U2/track/White+As+Snow

Best Wishes

http://www.beira-serra-sustentavel.org/category/permacultura/minga/



João

Percurso de Interpretação Ambiental do Vouga, Termas de S. Pedro do Sul, no dia 10 de Maio (Domingo) de 2009

O Município de S. Pedro do Sul vai promover o percurso de Interpretação Ambiental do Vouga, nas Termas de S. Pedro do Sul, no dia 10 de Maio (Domingo) de 2009.

O Percurso de Interpretação Ambiental do Vouga, tem cerca de 2,5Km e vai ser interpretado por um biólogo com observação da fauna aquática e vegetação ribeirinha.

Para inscrição, agradecemos que nos reenvie a ficha de inscrição devidamente preenchida que vai em anexo.

Para mais informações contactar os técnicos do Município de S. Pedro do Sul para mais esclarecimentos.

(tel. 232 728 330 - 232 724 375 - email: turismo@cm-spsul.pt desporto@cm-spsul.pt).

Atenciosamente,

Gabinete de gestão e planeamento em Turismo

Município de S. Pedro do Sul

Pedro Soares

Workshop "Doçaria Conventual", 6 e 7 de Maio, Local: Feijão Frade "Organic Food Fine Food ", Sé - Braga

Feijão Frade







Workshop "Doçaria Conventual"

2009-04-30

Workshop "Doçaria Conventual" (6 e 7 de Maio)

1ª sessão: será confeccionado o Pudim Abade d`Priscos e haverá
uma breve abordagem à história da Doçaria Conventual.
2ª sessão: será confeccionada a Tarte de Santiago e degustação
do Pudim Abade d`Priscos.

Horário: pós-laboral, das 19h30 às 21h30.

Local: Feijão Frade "Organic Food Fine Food "
Rua Dom Paio Mendes, 1
Sé - Braga.

Inscrições através do:
936 168 228 (Miguel Carneiro)
962 885 260 (Pedro Ferreira)

www.feijaofrade.com
ou geral@feijaofrade.com;
Participantes: mín. 4, máx. 8 pessoas.

Preço: 20 euros

Comemoração do Dia Nacional das Colectividades e o 85.º Aniversário da Confederação das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

A Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), está a organizar um evento que terá lugar no Palácio Galveias (Jardim), ao Campo Pequeno, Lisboa de 23 a 31 de Maio de 2009.

O evento tem como objectivo a comemoração do Dia Nacional das Colectividades e o 85.º Aniversário da Confederação.

Estão convidadas para este evento todas as Colectividades a nível Nacional, Entidades Oficiais e Autarquias.

Fazem parte do programa festivo as seguintes Iniciativas:

Dias:

23 a 31 – EXPOSIÇÃO NACIONAL

“1.000 Provas de Vida do Associativismo Popular”

29 – CONFERÊNCIA ACADÉMICA

“A Importância do Associativismo Popularno Desenvolvimento Comunitário”

30 – CONGRESSO INTERNACIONAL

“Associativismo Popular sem Fronteiras”

31 – SESSÃO SOLENE

“85 anos a representar a maior rede social e de voluntariado do pais”

Pelo Gabinete de Comunicação

Patrícia Pereira Serafim

ARTIS, está de Regresso a Festa das Artes de Seia - 9 de Maio

Cerca de meia centena de artistas locais e convidados vão participar na ARTIS / 2009 que se inicia no próximo dia 9 de Maio e se prolonga até 7 de Junho em Seia. A exposição colectiva de pintura e escultura decorrerá no Foyer da Casa Municipal da Cultura e a de Fotografia no Edifício do Tribunal de Seia. O Fotografo António Correia e o artista Plástico Luiz Morgadinho serão este ano homenageados pela organização, pelo seu percurso artístico ao longo dos anos. Por isso, o primeiro terá uma exposição individual de 16 fotografias no edifício da Câmara Municipal e o segundo, uma exposição de pintura no Posto de Turismo de Seia. O tema que serve de fio condutor às exposições deste ano tem a ver com o espaço urbano das cidades, como forma de valorizar os múltiplos aspectos da Polis, enquanto lugar de encontros de culturas, de afectos e de desencontros. A ARTIS que vai na sua 8ª edição, é uma organização do Município de Seia através da sua Empresa Municipal de Cultura e Recreio e da Associação de Arte e Imagem, conta ainda com um programa recheado de várias actividades paralelas. A cerimónia de abertura terá lugar no Sábado, dia 9 de Maio, a partir das 21:30 horas na Casa Municipal da Cultura e contará com um concerto com o guitarrista Joel Xavier. Dia 16, um grupo de músicos de Seia, “Os Gramofone” dará um concerto, que é uma viagem de 50 anos de música num programa de rádio. No dia 23 será apresentado o livro “Aguarela de Poemas” de Maria José Figueiredo, dia 27 decorrerá o musical “Eduarda”- um projecto que visa a abordagem de outras linguagens: teatro, artes plásticas e música. Por fim, no dia 28, na sessão de cinema alternativo, será exibido o filme “Manhattan” de Woody Allen.

Fonte: http://seiaportugal.blogspot.com/

Dicas para poupar nergia em frigoríficos e arcas

  • Mantenho o frigorífico entre os 3º e os 4º e o congelador nos - 18º
  • Mantenho o frigorífico afastado do forno, maquina da louça, luz directa do sol ou de outras fontes de calor. Deixe espaço atrás e por cima do frigorífico (pelo menos 10 cm) para que o ar circule facilmente.
  • Use o frigorífico até a capacidade máxima, mas não em exagero de maneira a que permita a circulação de ar no interior
  • Não coloque liquidos destampados no frigorifico. Os liquidos libertam vapores que aumentam o consumo.
  • Deixe a comida arrefecer antes de a guardar no frigorífico
  • Abra a porta só quando necessário verifique que o vedante está em boas condições.
  • Mantenha o dissipador na parte de trás do frigorifico limpo, para garantir uma troca de ar eficiente. Uma grelha suja pode representar um aumento de consumo até 30 %.
  • Verifique as condições da borracha vedante colocando uma nota entre a porta e o frigorifico e fechando-o. Se sonseguir retirar a nota sem esforço, a porta deve ser ajustada ou as borrachas substituídas.
Fonte:
REMODECE; ISR - Universidade de Coimbra, Portugal

Computação evolucionária: investigadores de Coimbra tentam encontrar soluções para problemas complexos na biologia

Há já 10 anos que Ernesto Costa e o grupo de investigadores que lidera no Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra (CISUC) se destacam na computação evolucionária, área científica que procura a solução de problemas complexos nos princípios da natureza.

"A computação evolucionária procura adaptar os mecanismos e princípios encontrados na natureza e nos organismos biológicos à resolução de problemas de elevada complexidade, que escapam aos métodos ditos convencionais" explica ao PÚBLICO Ernesto Costa. "Analisamos essencialmente o comportamento dos animais sociais, como formigas ou aves; as espécies, e o modo como evoluem de acordo com a selecção natural darwiniana; e os sistemas biológicos, como o sistema imunitário humano" acrescenta.

As áreas de aplicação da computação evolucionária "vão desde a electrónica ou a bioinformática, até problemas de transportes, logística ou escalonamento da produção". Mas, segundo o investigador, "outras aplicações menos convencionais como os estudos sociais, a arte por computador ou ainda os jogos podem também beneficiar deste conhecimento".

No caso específico do CISUC, as principais preocupações são de natureza teórica. "Procuramos inovar e aperfeiçoar programas de computador, que são depois usados em aplicações concretas" diz o cientista.

Um dos quebra-cabeças que os investigadores pretendem resolver é o chamado "problema caixeiro-viajante", relacionado com a optimização de percursos com várias etapas, como acontece com os camiões de mercadorias. A busca da solução óptima para este problema passa pelo estudo da "teoria da evolução das espécies de Darwin e da evolução natural" explica Ernesto Costa.


Actualmente, o CISUC está a estudar também um método mais simples e eficaz de alinhar sequências de ADN. "Essencialmente estamos a tentar transpor os conhecimentos que ja temos sobre uma determinada sequência para tentar descodificar uma ainda não conhecida".
Entre os projectos mais relevantes na área de computação evolucionária a nível mundial, Ernesto destaca o "estudo do sistema imunitário humano para melhorar filtros anti-spam e prevenir ameaças externas a computadores" e o "estudo da deslocação das formigas para resolver problemas de trânsito e optimizar redes de computadores".

Existe, no entanto, um "Santo Graal da computação evolucionária: a descoberta de um algoritmo evolucionário capaz de ele próprio descobrir a melhor forma de resolver um problema, dispensando em grande medida a intervenção humana" afirma Ernesto. "No nosso caso, o ponto de partida para esta descoberta são as redes de regulação genética" acrescenta.


Ao longo destes 10 anos de investigação, o CISUC conseguiu arrecadar cinco prémios internacionais pelos melhores trabalhos científicos na área da computação evolucionária. O último foi no dia 19 deste mês, durante a Conferência Científica EvoStar, organização líder neste ramo na Europa. Mas, apesar deste reconhecimento internacional, Ernesto Costa lamenta que em Portugal os seus projectos sejam praticamente ignorados. "Ainda temos que lutar com a desconfiança com que as instituições de financiamento nacionais, como a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), olham para o que fazemos" desabafa o cientista. "Tem sido quase impossível obter financiamento para as nossas propostas." O cientista explica este cenário com a "visão mercantilista e instrumental da ciência" que actualmente impera. "Este prémio (...) mostra que hoje no CISUC, e em Portugal, se tem vindo a fazer, de modo continuado, investigação de excelência. Assim o entendam os poderes públicos!" conclui.

Ecotura - Fim-de-semana Natural de 1 a 3 de Maio

Caros amigos,

A Ecotura no fim-de-semana de 1 a 3 de Maio vai realizar um “Fim-de-semana Natural”.

Serão 3 dias de tranquilidade e diversão em contacto com a natureza. Nos primeiros 2 dias faremos uma travessia ibérica em território do Lobo. Um passeio que liga Portugal a Espanha pelos trilhos outrora utilizados por contrabandistas e partilhados com o nosso amigo “Canis Lupus Signatus”, o Lobo Ibérico.

Uma caminhada acessível a todos, em pleno território do Lobo. Os incontáveis vestígios da sua passagem, os Garranos que pastam em liberdade, as raposas que partilham o mesmo território do Lobo e um sem número de outras espécies darão a moldura natural desta travessia. O 1º dia terminará num turismo de aldeia em Espanha onde iremos jantar e dormir.

No 2º dia fecharemos o círculo entrando de novo em Portugal. Será um passeio repleto de encontros com a história, com as marcas dos nossos antepassados e com a natureza do Planalto de Castro Laboreiro. Gravuras rupestres, Megalitismo e uma merenda junto ao rio Laboreiro serão alguns dos condimentos para fechar esta aventura em território do Lobo.

No 3º dia, “A Rota do Lago”, um passeio suave por entre vales graníticos onde a vegetação autóctone cresce entre rochas de granito esculpidas pela natureza. Ao longo do trilho vamos acompanhar pequenas linhas de água cristalina que culminam num espelho de água onde iremos merendar.

A actividade inclui: 1 dormida em turismo rural com pequeno-almoço, duas refeições de campo, um jantar regional, todas as deslocações a partir do ponto de encontro e seguro de acidentes pessoais.

O 3º dia da actividade é opcional.

Preço por casal/2 pessoas (com dormida em quarto duplo) para os dois primeiros dias – 255 euros

Preço por pessoa (com dormida em quarto individual) para os dois primeiros dias – 137 euros

3º dia (Rota do lago) – 37 Euros com almoço de campo incluído.

Para a dormida de Sábado sugerimos o Hotel Castrum Villae em Castro Laboreiro

Crianças até aos 12 anos - 50% do valor

Para mais informações consulte www.ecotura.com ou contacte ecotura@ecotura.com ou 963793326

Agradecemos desde já a vossa participação na divulgação desta actividade.

Até breve

Anabela Moedas e Pedro Alarcão

Produtos biológicos: area de cultivo aumentou 9,4% em 2008


A área de cultivo de produtos biológicos em Portugal cresceu 9,4 por cento em 2008 e os portugueses consumem cada vez mais produtos sem químicos, valorizando, apesar da crise económica, a qualidade dos alimentos.
Os dados são do Serviço Internacional para a Aquisição de Biotecnologia Agrícola e, já em 2007, Portugal estava entre os dez maiores produtores mundiais de alguns alimentos biológicos devido ao aumento de terra orgânica cultivável.
Consumidores questionados pela agência Lusa nos mercados biológicos de Oeiras e do Príncipe Real, em Lisboa, admitem que os produtos cultivados sem recurso a pesticidas são «mais caros» do que os alimentos produzidos «convencionalmente» e que, mesmo em tempo de crise, a diferença de preços é compensada pela qualidade acrescida dos alimentos.
Regina Frank, artista alemã a viver em Portugal há três anos, refere que em Portugal a opção pelos produtos biológicos pode significar uma despesa de mais 20 por cento, mas garante que «mesmo assim compensa, porque os produtos têm um sabor melhor, há mais qualidade de vida e um consumo mais consciente».

Ana Paula Moreira, produtora e vendedora de pão biológico no mercado do Príncipe Real, considera que «as pessoas, quando consomem um produto de qualidade, não se importam de cortar na quantidade».
Consumidor destes produtos há mais de cinco anos, João Feliz considera que «há a tendência para que os produtos biológicos sejam cada vez mais baratos», remetendo para os governos a responsabilidade de apoiar a agricultura biológica «pelas várias vantagens que tem».
Para João Feliz, a crise pode estimular a produção de alimentos biológicos, uma vez que a estrutura económica terá de ser «reformulada», sendo «a agricultura biológica, com certeza, um dos componentes de uma sociedade sustentada».
O agricultor da região do Oeste João Oliveira, por seu lado, ainda não notou que a crise tenha chegado aos seus clientes, admitindo que a maioria dos consumidores tem um poder de compra elevado.
«Há dois tipos de clientes: o que se abastece para toda a semana, porque sente que lhe faz bem e porque tem poder económico para o fazer; e aquele que, não tendo essa possibilidade, faz uma selecção e escolhe apenas certo tipo de produtos», explicou.
Entre 2001 e 2007, o cultivo dos chamados produtos biológicos vegetais em Portugal aumentou cerca de 70 por cento, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Gabinete de Planeamento e Política do Ministério da Agricultura, uma tendência que a Europa acompanhou.
Diário Digital / Lusa

CES “O Imaginário Europeu a partir da controvérsia dos Cartoons: Desenhando Civilizações”


O Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra anuncia o lançamento do terceiro número do e-cadernos CES “O Imaginário Europeu a partir da controvérsia dos Cartoons: Desenhando Civilizações”, organizado por Marta Araújo, Marisa Matias, Hélia Santos e Bruno Sena Martins.

Editados pelo Centro de Estudos Sociais desde 2008, os e-cadernos ces são uma publicação trimestral com arbitragem científica que reúne textos resultantes de conferências, seminários e workshops, assim como textos de pesquisas efectuadas no âmbito de programas de formação avançada e de projectos de investigação científica. Trata-se de uma publicação electrónica que será, ocasionalmente, editada em suporte papel.

Organização
Marta Araújo, Marisa Matias, Hélia Santos e Bruno Sena Martins


Introdução

I Intervenções iniciais

Maria Irene Ramalho
Adel Sidarus
Mostafa Zekri
Isabel Allegro Magalhães
José Pacheco Pereira
Boaventura de Sousa Santos


II Debate

Intervenções do Público
Respostas da Mesa


@cetera

Tina Gudrun Jensen
The Cartoon Affair and the Question of Cultural Diversity in Denmark

Abdoolkarim Vakil
Is the Islam in Islamophobia the same as the Islam in Anti-Islam; or, when is it Islamophobia Time?

S. Sayyid
Answering the Muslim Question: the Politics of Muslims in Europe

Carreirismo, por Mário Viegas

Exageros, por Mário Viegas

Livro "A Assertividade" á venda no AgriCabaz - Enviamos por Correio


Um êxito de livrarias, sete edições desde Maio de 2003.Um livro que o ajuda a cuidar da sua auto-estima, a lidar com as circunstâncias do dia-a-dia, a enfrentar críticas e rejeições; numa palavra, que o ajuda a assumir uma atitude activa na vida, nunca se sentindo inferior aos que o rodeiam. Olga Castanyer, psicóloga e excelente comunicadora, define conceitos, dá exemplos práticos, explica a aplicação de técnicas, e aborda a educação para a auto-afirmação.Um livro acessível e muito útil.

Autor: Olga Castanyer

Olga Castanyer (Madrid, 1962) é licenciada em Psicologia pela Universidade Pontifícia de Comillas. Trabalha como psicóloga clínica e dá regularmente cursos sobre assertividade, auto-estima, aspectos cognitivos e habilidades sociais em diversas instituições. Foi durante anos colaboradora e terapeuta do Teléfono de Ia Esperanza de Madrid.

Editora: Tenacitas

pvp € 13,50

Este livro encontra-se á venda na loja do AgriCabaz em Coimbra

ou

por correio (para qualquer parte do Mundo) acrescendo de portes de envio

Pedidos: agricabaz@gmail.com - 239405446

Quadratura do Círculo - 24/04/2009


Manuel Alegre junta-se ao debate sobre os 35 anos de Abril

"Ovos moles de Aveiro" entram na lista dos produtos com denominação de Indicação Geográfica Protegida


A Comissão Europeia incluiu hoje (7/04/2009) os "Ovos moles de Aveiro" na lista de produtos agrícolas e alimentares com a denominação de Indicação Geográfica Protegida (IGP), passando assim esta especialidade portuguesa a estar protegida pela legislação comunitária.

Os ovos moles de Aveiro são o primeiro produto português de padaria/confeitaria ao qual é atribuído uma protecção no âmbito da legislação da União Europeia relativa à protecção das indicações geográficas e das denominações de origem dos produtos agrícolas e dos géneros alimentícios.

A lista de Indicações Geográficas Protegidas já incluía cerca de 60 produtos portugueses de carne ou à base de carne, queijos, frutas e produtos hortícolas.

Fonte: http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2009/04/07b.htm

Leite de Aveia (vegana)

Ingredientes

2 xícaras de aveia
1 litro de água filtrada

Preparo

Deixe a aveia de molho em meio litro de água por uma hora. Bata no liquidificador a aveia com a água do molho e acrescente o restante da água. Coe e leve à geladeira. Se quiser, adoce a gosto ou acrescente chocolate, baunilha, canela, etc.

Fonte: Orgânica Alimentos

CONDOMINIO DA TERRA




Tal como as escadas, telhado e corredores de um prédio, também o nosso planeta tem partes comuns. Partes essas que são imprescindíveis à vida humana e que estão a precisar de manutenção urgente. Se num prédio garantimos a manutenção das partes comuns através do Condomínio, porque não fazemos o mesmo para o planeta? O Condomínio, depois de separar e organizar o que são partes comuns e partes individuais, permite que os interesses particulares e colectivos, frequentemente opostos, se conciliem e se tornem interdependentes. E se pensássemos a Terra como um imenso Condomínio?
Explore mais esta ideia: veja o vídeo, leia a brochura e o livro.

Hidromel á venda no AgriCabaz - pvp: 9 € (IVA inc)

Feita à base de mel, o hidromel (ou mead) é uma bebida antiga, mais que o vinho, e mais ainda que a cerveja. E diferente do que normalmente se pensa, não era consumida somente pelos nórdicos, mas também pelos gregos, romanos e hindus. Várias lendas envolvem a bebida, e vale a pena fazer algumas referências.

A bebida que dava imortalidade aos deuses, na mitologia grega, é a Ambrosia – que é um outro nome para o hidromel. Nos Vedas hindus (hinos religiosos escritos por volta de 1.500 a.C), também aparece como sendo uma bebida ligada aos deuses.

pvp: 9 €

À venda na loja do AgriCabaz em Coimbra

ou

por correio acrescendo custos de envio (6 € para Portugal Continental)


( entregas grátis, em Coimbra , Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Seia e Gouveia)

agricabaz@gmail.com

Marina de la riva "Tin Tin Deo"

Marina de la Riva é uma intérprete brasileira de alma cubana. Seu pai e seu avô são cubanos que fugiram da ilha após a ascensão do ditador Fidel Castro. A família mudou-se inicialmente para Miami e depois para o Brasil - mais precisamente Campos, cidade do interior do Rio de Janeiro onde Marina nasceu, em 1972. Desde cedo Marina mostrou duas características: o gosto pela música - era fã da cantora Maysa e dos boleros que seu pai, um cantor diletante, interpretava - e o charme, que lhe rendeu o apelido de "Mariposa".

Antes de seguir carreira artística, Marina de la Riva criou búfalos e formou-se em Direito. Começou a cantar profissionalmente no início desta década, como vocalista de um grupo chamado Alta Fidelidade, mais puxado para o jazz. Em 2004, ela viajou até Cuba para gravar seu disco de estréia. Era a primeira vez que a cantora visitava a terra de seu pai e de seu avô. Ela gravou um repertório de clássicos cubanos, acompanhada por músicos locais. De volta ao Brasil, Marina gravou sambas e marchas do início do século passado.

Lançado em setembro de 2007, Marina de la Riva é um dos discos mais originais a sair, recentemente, da lavra de uma cantora brasileira. A combinação dos cancioneiros cubano e brasileiro é surpreendente. Marina tem senso dramático. É uma bela intérprete, com voz pequena porém singular. A boa recepção do disco lhe rendeu convites para trabalhar com o grupo Três na Massa e com a Orquestra Sinfônica da USP

http://veja.abril.com.br/musica/marina-de-la-riva.shtml

"Amar a humanidade, desprezar o próximo" por João César das Neves


Acaba de sair a edição portuguesa de um dos livros mais reveladores do nosso tempo. Publicado em 1988, Intellectuals, de Paul Johnson, não perdeu relevância e dramatismo nos 20 anos que o separam da sua tradução (Intelectuais, Guerra & Paz, Lisboa, 2009).

A obra consta apenas de doze pequenas biografias, mas a breve colecção inclui algumas das principais figuras dos últimos 200 anos e alguns dos maiores safados, crápulas e bandidos que se pode imaginar. Notável é que as personagens são as mesmas em ambos os casos. Johnson mostra à evidência como os intelectuais que inspiraram o mundo contemporâneo foram terríveis patifes na sua vida privada.

A lista é impressionante. Jean-Jacques Rousseau, Karl Marx, Bertrand Russell e Jean-Paul Sartre, entre outros, aparecem culpados dos comportamentos mais infames, enganando mulheres, desprezando filhos, aldrabando amigos, roubando, seduzindo, manipulando tudo e todos. O elemento comum é um paroxismo de egoísmo e arrogância. Estes onze homens e uma mulher vivem totalmente autocentrados, usando escandalosa e vergonhosamente os outros para proveito próprio.

Qual a relevância destas informações e mexeriquices? Todos sabemos que os génios costumam ser exóticos e inconvenientes, e todos os desculpamos pela sua grandeza. É razoável perdoar-lhes os pecadilhos pelas maravilhas que fazem. Que importa a vida pessoal de Mozart ou Edison, de Newton ou Rembrant ao lado da herança majestosa que deixaram? Mesmo entre os nomes referidos, a análise económica de Marx ou os teoremas de Russell não sofrem pelo mau carácter dos seus autores. Será Johnson um oportunista, denegrindo grandes nomes com acusações mesquinhas?

O que o autor capta nestes doze casos é algo muito diferente. Estas pessoas não foram escolhidas pelas realizações científicas ou artísticas, mesmo quando as tiveram, mas pela influência intelectual. Foi como inspiradores morais, oráculos políticos, reformadores sociais que estes nomes pontificaram, e ainda pontificam, acima dos demais. Num tempo sem fé, Tolstoi, Shelley, Ibsen ou Brecht, além dos já referidos, foram venerados como sumo sacerdotes de um mundo mais elevado e perfeito, luminárias do homem novo. Os outros, Hemingway, Edmund Wilson, Victor Gollancz e Lilliam Hellman marcaram a moda e arbitraram o gosto na sua geração, enquanto todos se enredavam numa degradação ética e humana quase repelente. Ou eram incoerentes com as suas ideias ou estas escondiam horrores inconfessáveis. Em qualquer dos casos tais observações biográficas são muito relevantes para a interpretação da obra.

A razão profunda da contradição é, ela mesma, decisiva. Todos estes pensadores colocaram uma ideia abstracta acima da vida real daqueles que os rodeavam. A sua teoria, o seu génio, eram superiores a parentes, amigos, honestidade, honradez, decoro, simples decência. Esta é a origem do crime. E da obra. Em todos os relatos surge sucessivamente um mesmo tema: o amor à humanidade. É notável como todos estes grandes autores estão apaixonados pelo género humano. Mas o ideal abstracto acompanha um profundo desprezo pelas pessoas concretas que os rodeiam. Amam a humanidade e abominam a gente.

Um caso exemplar é Rousseau, profeta inspirador da cultura moderna. A listade trafulhices, indignidades e oportunismos da personagem é infinda. Mas um caso é bem simbólico. Entre muitos temas, o filósofo francês debruçou-se em vários das suas obras sobre a importância decisiva da educação das crianças, apresentando visões inovadoras, sobretudo no tratado Émile, ou De l'éducation (1762), considerado um dos grandes textos primitivos sobre o tema. Vale a pena saber que ele abandonou na miséria os filhos que teve das suas múltiplas amantes, nunca assumindo a responsabilidade por qualquer deles.

Vivemos num tempo que colocou ideais acima das pessoas. Aliás, aqueles que desprezam as críticas deste livro pela admiração da obra dos visados são eles mesmos vítimas do mesmo vício intelectual: a terrível tentação de amar uma ideia mais que o próximo.

por João César das Neves
Diário de Noticias

Exposição / Concurso de Frascos Criativos decorados em Crochet | Junta de Freguesia de Stªa Maria de Lamas | 19 de Abril a 10 de Maio


3.º encontro de blogger´s na Serra da Estrela



No dia 6 de Junho irá se realizar o 3º encontro de bloggers da Serra da Estrela.
Com a intenção de reunir os bloggers da região para discutir o estado dos blogues, vai ser um dia cheio.
As inscrições já estão abertas até ao dia 4 de Junho.
Para efectuarem as vossas inscrições deverão fazê-lo para o e´mail luis.silva.75@gmail.com.

Um canteiro de Morangueiros em sua casa: na varanda ou no jardim

Morangos Biológicos, durante 2 anos !

Para ter na sua varanda ou jardim
Cada bloco com 14 morangueiros ( 1 metro): 17 €

O morango (Fragaria, sp.) é o fruto do morangueiro, uma planta de renovação anual que pode ir até dois anos de vida (por vezes até mais), pertencente à família da Rosáceas.

A variedade do Morangueiro é a Diamante, excepcional qualidade de fruta e boa qualidade gustativa, com frutos de grande tamanho (30 - 31 gr).

A colheita deve ser efectuada com corte de tesoura junto ao pedunculo do morango, sem puxar a planta. Manter o bloco isento de folhas velhas e efectuar rega diaria durante o Verão. No Inverno regar quando verificar que a terra se encontra seca.

À Procura de Jesus: Vivo ou Morto! (ou boatos à solta em Jerusalém), por José Cardoso Duarte

  1. Indagine Su Gesù, o livro mais recente de Antonio Socci, que nos serviu de base no último número, conduz-nos à questão maior de todas: afinal Jesus está vivo ou morto? Como interpretar as provas que temos que apontam para a ressurreição de Jesus? Que aconteceu verdadeiramente naquela madrugada do Domingo de Páscoa do ano 30 em Jerusalém, junto ao sepulcro onde há cerca de 48 horas o corpo, cadáver, de Jesus tinha sido depositado? O cadáver de Jesus desapareceu e não parece que os seus discípulos tenham tido a coragem de o roubar, mais a mais sabendo que a entrada do túmulo fechado por uma grande pedra estava guardado por alguns soldados, exactamente para evitar que o seu roubo pudesse criar boatos sobre a sua ressurreição. Hoje em dia ainda se procura o Jesus morto com base em conjecturas de vária ordem, e alguns chegaram mesmo a identificar pretensos lugares e corpos de Jesus. Mas parece ridículo que Jesus possa ter tido outra sepultura que não aquela que foi identificada pelos evangelhos, os canónicos e apócrifos, e ainda hoje perfeitamente localizada e motivo de peregrinação, desde a sua redescoberta no século IV. Se não fosse isso como poderiam os evangelhos ser escritos e divulgados para uma população a maior parte da qual contemporânea de Jesus, não esquecendo que o relato da Paixão de Jesus terá sido o primeiro a ser escrito e divulgado, e que ele terminaria exactamente com o mistério do túmulo vazio, conforme relato das mulheres que primeiro se dirigiram ao lugar do túmulo naquele dealbar do dia seguinte ao sábado? Seria normal referir o facto de serem as mulheres as primeiras que testemunharam esse túmulo vazio, sabendo como o seu testemunho nem sequer servia de prova perante a lei judaica? Terá sido por isso que noutro evangelho Pedro e João vão imediatamente a seguir a este anúncio das mulheres a correr ao túmulo, para verificar e comprovar esse testemunhoem quem ninguém iria acreditar? Seja como for é inegável que naquela manhâ do domingo da Páscoa cristã Jesus não está mais naquele túmulo, o seu corpo desapareceu e até hoje não mais foi encontrado morto embora muitos o tenham tentado e alguns até o tenham anunciado por puro sensacionalismo. Se o corpo de Jesus desapareceu para onde foi? Se não há corpo não há prova da sua morte e a alternativa será procurar se Jesus então está vivo?

  2. Pormenor intrigante, é aquele no relato de João, (o discípulo amado?) que conta que o lençol em que Jesus fora envolto para a sepultura estava disposto exactamente da mesma maneira como quando Jesus fora depositado, como se o corpo ainda estivesse lá dentro mas de facto não estava e assim só havia uma explicação é que o corpo de Jesus tenha ultrapassado aquele tecido de linho como por evaporação. E mesmo o próprio lenço que fora posto sobre a sua cabeça lá continuava! E João ao ver isto diz que então ele compreendeu tudo e acreditou! Que quer dizer isto? Será João uma testemunha credível neste inquérito sobre o desaparecimento do corpo de Jesus? Em primeiro lugar a existência desses panos seria uma prova importantíssima para acreditar em João, porque se alguém roubasse o cadáver com certeza não se daria ao trabalho de levar o corpo sem os panos que o envolviam, a menos que Jesus caminhasse pelos próprios pés (ler a descrição da ressurreição de Lázaro!). Que terá acontecido com aqueles panos que envolveram o corpo de Jesus? Essa investigação que ainda hoje continua diz-nos que é possível que eles existam e estão bem guardados demonstrando que o testemunho de João é verdadeiro e que como ele também nós devíamos acreditar: esses panos seriam nem mais nem menos o Sudário que está guardado na Catedral de Turim (Torino) e o Pano da catedral em Oviedo! (sobre os quais já aqui muito escrevemos e sobre os quais um novo documentário vai ser apresentado no domingo de Páscoa pelas 21 horas no canal Discovery.)

  3. Jesus Vivo, parece ser uma hipótese cada vez mais plausível e documentada em particular pelo sudário de Turim (que vai ser de novo exposto em 2010!). Novas evidências refutam a tese de que seria uma falsificação do século XIV ou XV, conforme os ensaios de carbono 14 (mal) feitos pareciam indicar: mas estranho que ninguém até hoje conseguisse ao menos dar uma pista de como um falsário da idade média poderia ter feito semelhante obra ainda hoje impossível de compreender em toda a sua extensão, nem mesmo por esse génio artesanal que foi Leonardo da Vinci, como alguns à procura de enriquecimento fácil pretendem agora insinuar! Mas se Jesus está vivo isso quer dizer que Ele usou de uma ciência física que não é fácil de explicar ao comum dos mortais (ver a Física do Cristianismo de Frank Tipler, baseada no Modelo Padrão da Física das Partículas e nas Teorias da Relatividade de Einstein), isto na melhor das hipóteses, ou mais provavelmente numa Física que nós não conhecemos ainda mas que podemos estar cada vez mais perto de vir a conhecer (sobre isto falaremos num dos próximos artigos). Então se Jesus está vivo como o poderemos encontrar e eventualmente falar com Ele? Mas para já e na alegria deste “mistério” que a Páscoa cristã nos oferece é bem reconfortante saber que Jesus está vivo! Cada um terá que tirar as suas conclusões desse acontecimento único na história do nosso Universo e acima de tudo rejubilar-se com Ele.

  4. Jean Paul Sartre disse uma vez: “Um Cristo que morre por mim, verdadeiramente por mim? Demasiado belo para ser Verdade.” Mas, pergunto eu, e se fosse mesmo verdade? Se a redenção do Homem estivesse na raiz da maravilhosa aventura de Jesus, que nos é comunicada ainda Hoje pela presença viva de Jesus? Uma Santa Páscoa é o que eu desejo do fundo do coração a todos os leitores.


Lisboa, 9 de Abril de 2009.

José Cardoso Duarte
Zcardoso.duarte@netcabo.pt

O Nariz de Pinóquio (nº52): crónica publicada no Diário de Coimbra

O MERCADO SOMOS NÓS, por José Cardoso Duarte

  1. Ilya Prigogine, Prémio Nobel da Química em 1977, pelos seus estudos sobre as estruturas dissipativas e da termodinâmica dos estados irreversíveis (longe do equilíbrio) defendia que o futuro não está determinado. E acrescentava que “nesta era de globalização e da revolução das redes de comunicações, o comportamento a nível individual é o factor chave para moldar a evolução da espécie humana no seu todo”. E reforçava que “o papel dos indivíduos é mais importante que nunca”. Para ele as sociedades evoluem longe do equilíbrio e através de bifurcações de uma forma irreversível à semelhança da dinâmica das estruturas materiais. Como traduzir isto para a nossa actuação face à complexidade da sociedade actual e em particular à regulação dos mercados? Do que ele disse e daquilo que temos vindo a expor nos últimos artigos a actuação de cada um de nós é fundamental para a saída da crise ou melhor para a evolução “correcta” da nossa sociedade. Se nos tornamos umas marias vai com as outras ou nos deixamos corromper seja pelo dinheiro seja pelas ambições pessoais, seja simplesmente pela indiferença face ao status quo e à “propaganda” dos lobbies, estamos a alhear-nos da nossa vocação fundamental que é a da nossa responsabilidade social e da nossa contribuição para o progresso da sociedade humana. Por isso é tão importante a defesa dos princípios em que verdadeiramente acreditamos: e o critério dessa acreditação não pode ser o nosso egoísmo mas na raiz das nossas decisões deve estar a luta pelos ideais do Bem e da Justiça. Toda a política deve ser ordenada em ordem à defesa da nossa liberdade e da prossecução dos verdadeiros princípios da humanidade. E só nós, cada um de nós, através da democracia pode e tem o dever absoluto de garantir essa finalidade. Não devemos pois aceitar como bom para o género humano os sistemas que tendem a menorizar os indivíduos em contraponto com o sistema da governação de ditadores, os grandes homens, que procuram cercear o pensamento e a liberdade de cada um.

  1. Ultrajante e Vergonhoso, é o mínimo que se pode dizer das desigualdades que a sociedade gera quando admite diferenças salariais como aquelas que hoje vigoram. Vergonhoso é que os grandes gestores entendam que os seus salários principescos se justifiquem mesmo quando eles são dos grandes responsáveis pela crise em que nos encontramos ou que os políticos se ofereçam privilégios diferentes dos outros cidadãos. Vergonhoso é que a justiça não funcione e seja corrompida sempre pelos mais fortes e incapaz de lutar contra a corrupção. Corar de vergonha é o que os Portugueses devem sentir quando ouvem dizer que na América (EUA) o senhor Madox já foi julgado e condenado enquanto cá nada se passa nos BPN´s, freeports, etc. dos Conselhos de Arbitragem ao Conselho de Estado. O Mundo não está mal por causa de Portugal mas Portugal não é exemplo já para ninguém quando se fala de justiça e coesão social. Estamos inseridos dentro de um ciclo de pobreza da qual vai ser difícil sair sem uma mudança de cultura e o empenho de cada um de nós individualmente e em grupo. Aceitar a cultura vigente é condenar-se à pobreza. Temos de combinar a cultura da iniciativa e da inovação, da iniciativa individual com a da solidariedade e coesão social. Isto é, a sociedade, nós, temos de nos interessar por cada um dos seus membros. Numa sociedade coesa não pode haver perdedores! Era como se numa família um pai apoiasse mais o filho com sucesso do que outro de menos sucesso. Assim tem de ser a nova sociedade que temos de construir de novo.

  2. Mudar de Cultura não significa abandonar os valores tradicionais mas muitas vezes passa antes pela sua valorização e contextualização perante os novos desafios. Como país precisamos de fortificar os laços tradicionais dentro de uma cultura familiar, empresarial e social fortes que estimula a iniciativa e o risco e a inovação. Mas que tem na Escola o melhor do seu investimento e na Saúde o seu desvelo. Se não cuidarmos destas duas pérolas escondidas, se não fizermos delas a prioridade das prioridades no âmbito de um verdadeiro diálogo nacional nunca sairemos do ciclo de pobreza envergonhada em que nos estamos a afundar. O Mercado somos nós, somos nós que determinamos os bons e maus negócios, as boas e más acções, os bons e maus políticos. Precisamos de ser activos na sociedade, na política como na economia e não só no futebol ou na nossa pequena família. Mudar Portugal é também mudar o Mundo. Nós podemos, cada um de nós pode, desde que aceite que o outro também é igual a ele.


Lisboa, 26 de março de 2009.

Zcardoso.duarte@netcabo.pt

O Nariz de Pinóquio (nº50): crónica publicada no Diário de Coimbra

Para consultar outros artigos de José Cardoso Duarte publicados neste blogue clique aqui

Como fazer uma horta na varanda

Proposta do blog "Verde na Varanda" pra fazer uma horta na varanda.

Local
Antes de tudo, você precisa de um lugar que tenha sol. No nosso caso, será a varanda do apartamento. As plantas precisam de um local que receba, por dia, ao menos 5 horas de sol.
O logal precisa ser ensolarado
O local precisa ser ensolarado
A horta pode ser montada em qualquer lugar, desde o chão até o parapeito da janela ou a mureta da sacada. Nós inventamos um lugar para ela. Compramos um pallet. Eles são baratos, pagamos apenas R$4,00 por esse da foto (ótima idéia da minha esposa). Você pode encontrá-los em construções, depósitos, pois são usados pra guardar coisas empilhadas. A única coisa que fizemos foi serrá-lo ao meio, pra poder deixar a horta mais ao longo da sacada.
a base para a horta
Pallet: a base para a horta
Custou apenas R$4,00
Custou apenas R$4,00
Depois colocamos os rodízios embaixo dele (outra idéia legal da minha esposa). Assim fica fácil de movê-lo para trocar de lugar, limpar o chão, etc. Cada rodinha custou R$4,00. Para colocá-las, antes eu dou uma martelada nos parafusos, para que eles entrem um pouco na madeira. Aí fica fácil, é só usar a chave de fenda. Em poucos minutos você tem uma horta móvel e cheia de estilo.
Rodizio para fazer uma horta móvel
Rodízio para fazer uma horta móvel
Na verdade, martelo e chave de fenda bastam
Na verdade, martelo e chave de fenda bastam
Martele os parafusos para entrarem mais fácil na madeira
Martele os parafusos para entrarem mais fácil na madeira
Agora é só mandar ver na chave de fenda
Agora é só mandar ver na chave de fenda
O QUE PRECISA
RECIPIENTE
Nós escolhemos as floreiras, pois tem um bom tamanho e já vieram furadas. Mas você também pode usar vasos, latas, garrafas pet, caixas de madeira, etc. Lembre-se, precisa ter furinhos embaixo para a água poder drenar.
Floreiras
Floreiras
ARGILA EXPANDIDA
Serve para ajudar a drenar a água, caso contrário, a terra ficaria muito enxarcada e as raízes da planta apodreceriam. Basta uma camada no fundo. Aqui o saco custa R$5,00 e deu para 4 floreiras.
Argila expandida, para drenar a água
Argila expandida, para drenar a água
COMPOSTO ORGÂNICO
Uma terra preparada com os nutrientes que as plantas precisam.
Composto orgânico, terra com nutrientes
Composto orgânico, terra com nutrientes
MUDAS E SEMENTES
Vai do seu gosto. Apenas pesquise ou se informe no lugar onde for comprá-las para saber se se adaptam a uma horta doméstica.
Rúcula, couve, alface e espinafre
Rúcula, couve, alface e espinafre
Cebolinha, salsa, manjericão, alecrim, pimentinha e ...
Cebolinha, salsa, manjericão, alecrim, pimentinha e ...
FERRAMENTAS
Sempre úteis, mas na falta, dá pra fazer na mão.
Ferramentas
Ferramentas
MANTA DE BEDIN
Um tipo de tecido que ajuda a manter a umidade na medida certa. Fica entre a terra e a argila expandida.
Manta de bedin
Manta de bedin
É isso! Local escolhido, pallets prontos, materiais a postos. O próximo passo é começar a horta, propriamente dita.
1.
Pegue as floreiras ou o que mais você tiver escolhido. Se não houver os furos, façá-os.
Floreira
Floreira
2.
Coloque a argila estendida. Não precisa muito, apenas cubra o fundo com as pedrinhas.
A argila expandida ajuda a drenar a água
A argila expandida ajuda a drenar a água
3.
Coloque o pedaço de manta de bedin. Ela vai ajudar a conservar a umidade na medida certa. Apenas cubra a camada de pedrinhas.
Manta de bedin para manter a umidade
Manta de bedin para manter a umidade
4.
Agora é hora de pôr a terra na floreira. Muda um pouquinho para mudas ou sementes. Antes de tudo, pegue o saco de composto orgânico.
O composto orgânico
O composto orgânico
Para sementes:
Coloque uma camada que cubra o fundo. Preencha a floreira até em cima, parando uns dois dedos antes de chegar na borda.
Faça um pequeno furinho, de 1cm de profundidade. Isso pode variar, mas os envelopes das sementes costumam trazer essa informação. Com a semente no buraco, cubra-as com terra, sem apertar ou socar. É importante que a terra fique solta, para a semente poder crescer e sair.
No caso de sementes, encha até 2 dedos da borda
No caso de sementes, encha até 2 dedos da borda
O lugar das sementes
O lugar das sementes
Identifique com plaquinhas
Identifique com plaquinhas
Para mudas:
Se você está plantando as mudinhas, coloque uma camada que cubra apenas o fundo da floreira. Ajeite as mudinhas. Dê uma desmanchada de leve no torrão da muda, mas sem destruí-lo e o encaixe na terra. Agora sim, coloque terra até em cima. Não precisa socar a terra e também tome cuidado para não cobrir demais a planta. A medida boa é deixar a terra parelha com o início do torrão, ou seja, o pé da muda.
Muda de cebolinha
Muda de cebolinha
E outra de salsa
E outra de salsa
5.
Pronto! Agora é só regar. Tome cuidado para não encharcar a terra, caso contrário, tudo fica muito úmido e as raízes vão apodrecer. Quando são novas, as plantas devem ser regadas 3 vezes ao dia. Depois, dá para regá-las somente pela manhã.
Lembre de não colocar água demais
Lembre de não colocar água demais
Está aí o resultado. Nossa primeira horta doméstica (e móvel)! Dando certo, ela vai aumentar.
A idéia é aumentá-la
A idéia é aumentá-la
Nada de agrotóxicos
Nada de agrotóxicos
Tente a sua!
Tente a sua!
Ver vídeos práticos para construir uma horta na varanda aqui

Últimos espectáculos da peça “Atravessando as palavras há restos de luz” (de Kafka) pelo grupo de teatro «A Escola da Noite» de Coimbra



Termina esta semana, em Coimbra, a temporada da mais recente produção d'A Escola da Noite, "atravessando as palavras há restos de luz".

Construído a partir da obra de Franz Kafka, o espectáculo tem surpreendido o público pela forma singular como aborda o universo do autor checo, a partir de fragmentos de alguns dos seus textos menos conhecidos e aproveitando os gestos, os movimentos e as sonoridades sugeridas pelas suas palavras.

Numa encenação plena de poesia e que em vários momentos se aproxima da linguagem coreográfica, António Augusto Barros dirige um elenco que inclui, a par dos actores da casa, três jovens estagiários, finalistas dos cursos de Estudos Teatrais (Évora) e de Estudos Artísticos (Coimbra). O espectáculo resulta, aliás, de um processo de pesquisa e experimentação iniciado há um ano atrás, no âmbito da "Oficina de Artes", disciplina curricular da Licenciatura em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, orientada pela companhia desde o passado ano lectivo.

A equipa criativa inclui ainda a cineasta Fátima Ribeiro, responsável pelo vídeo que integra o espectáculo, Eduardo Gama, que criou e interpreta ao vivo o ambiente sonoro, e Danilo PInto, autor do desenho de luz.

As últimas cinco sessões deste espectáculo são apresentadas no Teatro da Cerca de São Bernardo, de quarta a sábado às 21h30 e no domingo, dia 26 de Abril, pelas 16h00.

Faça-nos companhia!


A Escola da Noite
Teatro da Cerca de São Bernardo
Cerca de São Bernardo
3000-097 COIMBRA
telefone 239718238
telemóvel 966302488
fax 239703761
www.aescoladanoite.pt
http://weblog.aescoladanoite.pt/

Conferência - O assalto ao Estado e ao mercado, neoliberalismo e teoria económica

Luiz Carlos Bresser-Pereira

24 de Abril de 2009, 15:00, Sala Keynes da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

No âmbito do Programa de Doutoramento em Governação, Conhecimento e Inovação


Apresentação

Esta conferência realiza-se no âmbito do Programa de Doutoramento em Governação, Conhecimento e Inovação, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e do Centro de Estudos Sociais, que tem neste momento abertas candidaturas para a sua 3ª edição, a iniciar em Setembro próximo.


Nota biográfica

Bresser-Pereira é um dos mais prestigiados economistas brasileiros. Professor emérito da Fundação Getúlio Vargas, ensina regularmente na École d’Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, tem uma coluna na Folha de S. Paulo e é membro do Comité de Especialistas em Administração Pública das Nações Unidas.

Em 1987 foi Ministro da Fazenda do governo de José Sarney. Durante o primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso foi Ministro da Administração Federal e Reforma do Estado, enquanto no segundo mandato foi Ministro da Ciência e Tecnologia. A sua Reforma do Estado e da Administração, de 1995, é hoje reconhecida internacionalmente como um trabalho de referência.

Como cientista social, a sua obra é um marco da confluência da economia e da teoria social. Interessa-se pela metodologia da economia, dedica-se à teoria política e à teoria das transições para a democracia, estuda a economia, a sociedade, o Estado e os grupos profissionais no Brasil, bem como as estratégias económicas e políticas. A discussão das teorias do desenvolvimento e do crescimento e da inflação assim como a sua tese sobre a tendência à sobreapreciação da taxa de câmbio nos países em desenvolvimento são centrais no debate económico.

Entre os seus livros destacam-se: Desenvolvimento e Crise no Brasil (1968, 2003), As Revoluções Utópicas dos Anos 60 (1972), Estado e Subdesenvolvimento Industrializado (1977), O Colapso de uma Aliança de Classes (1978), A Sociedade Estatal e a Tecnoburocracia (1980), Inflação e Recessão, com Yoshiaki Nakano (1984), Lucro, Acumulação e Crise (1986), A Crise do Estado (1992), Economic Reforms in New Democracies, com Adam Przeworski e José María Maravall, (1993), Economic Crisis and State Reform in Brazil (1996), Reforma do Estado para a Cidadania (1998), Democracy and Public Management Reform: Building the Republican State (2004), Macroeconomia da Estagnação (2007).

Já este ano publicou Mondialisation et compétition (Paris: La Découverte), com prefácio de Robert Boyer.

O seu site na Internet (www.bresserpereira.org.br) reúne a mais relevante informação curricular, incluindo a bibliográfica.

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