Brasil é o segundo maior produtor de alimentos orgânicos


A produção orgânica, no Brasil, cresce 30% ao ano, segundo dados do Instituto Biodinâmico (IBC), reconhecido internacionalmente. O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos, com o intuito de incentivar a conservação do solo e da água e reduzir a poluição.

Hoje, são aproximadamente 6,5 milhões de hectares de terras com produção orgânica, deixando o país em segundo lugar entre os maiores produtores mundiais. Os produtos que lideram a produção são o extrativismo de castanha, açaí, pupunha, látex, frutas e outras espécies das matas tropicais, principalmente da Amazônia.

“Os produtos orgânicos são cultivados sem adubos químicos ou agrotóxicos e, por isso, evitam problemas de saúde causados pela ingestão dessas substâncias”, explica a tutora do Portal Educação, Danielle Pereira. Além disso, o produto orgânico protege a qualidade da água, a fertilidade do solo e a vida silvestre, sem contar que são mais nutritivos.


Se a população em geral incentivasse o consumo dos orgânicos, o aumento da produção, em longo prazo, resultaria em produtos mais baratos. O consumidor tem como garantia, o selo de certificação de que está adquirindo produtos orgânicos, isentos de qualquer resíduo tóxico.

Sobre o Portal Educação – O Portal Educação é formado por 20 sites, sendo 19 associados e um institucional, que leva o nome da empresa. O objetivo de cada um é criar um ambiente segmentado, com cursos direcionados às áreas de: farmácia, enfermagem, pedagogia, biologia, fisioterapia, gestão e liderança, odontologia, veterinária, esporte, medicina, nutrição, psicologia, turismo e hotelaria, estética, tecnologia, direito, medicina alternativa, fonoaudiologia e idiomas.

Atuando desde 2001, o Portal Educação já ganhou diversos prêmios relacionados ao ensino a distância e tornou-se referência do mercado no País. Trabalhando com mais de 300 cursos livres e de atualização, a empresa já treinou e capacitou milhares de pessoas no Brasil e no exterior, estando presente em mais de 60 países.

Fonte: http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=13978

O AgriCabaz participa no Mercado de Flores e Plantas | 30 de Maio, das 10h00 às 17h30, na Baixa da cidade

Mercado de Flores e Plantas

Juntar flores, plantas, doçaria e animação nas principais artérias da Baixa de Coimbra é o objectivo da iniciativa que o Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Coimbra promove, no dia 30 de Maio, para dar mais colorido à Praça 8 de Maio e à Rua Visconde da Luz e à Rua Ferreira Borges.

O Mercado de Flores e Plantas traz um novo colorido à Baixa, através dos arranjos florais e plantas (ornamentais, odoríferas, de várias formas e texturas, medicinais), da mostra e produtos biológicos que estarão espalhados desde a Praça 8 de Maio à Rua Visconde da Luz, que conta com a presença de mais de três dezenas e meia de participantes, entre os quais grupos folclóricos da Região, que brindam o certame, não só com arranjos florais como, também, com gastronomia tradicional de Coimbra.

Programa de animação

10h30 – 12h00 | Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Brasfemes
13h30 | Grupo de Concertinas da Lousã
15h30 | Grupo Eiranças [participação em torno das tradições ligadas às flores. “Maias”, com música e cantares; Baile da Rosa e da Espiga
16h30 | Entrega de prémios do Concurso “Melhor Arranjo Floral”
17h00 | Grupo de Concertinas da Lousã

Mercado das Flores

Teatro Escolar em Seia

Dia 18 | 21:30 Horas – Dramatização “Cidadania” pelos alunos da EB 2,3 Dr. Guilherme C. Carvalho – Seia | Direcção de Noélia Carrola | Encenação de José António Baptista.

Este texto teatral descreve de forma tocante, divertida e melancólica, o percurso de um rapaz, de nome Tom, que tenta desvendar se é uma rapariga ou um rapaz quem o beija em sonhos. Esta questão central da adolescência que passa pela definição da orientação sexual, é aqui abordada sem mensagens nem soluções prontas a usar.

Motin – 2º Mostra de teatro infanto-juvenil inter-escolas do concelho de Seia



Entrada livre

DECLARAÇÃO DE PENICHE DA MANIfesta: INOVAÇÃO SOCIAL NA RESPOSTA À CRISE DESENVOLVIMENTO LOCAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA SEMPRE PRESENTES!

Perante a falência do modelo actual de desenvolvimento, bem evidente na crise que vivemos, a MANIFesta é a expressão de um modelo alternativo. As organizações cívicas e solidárias são uma força social real, forjada na gestão e no confronto com crises, que trabalha em contextos vulneráveis e produz soluções concretas para problemas concretos, à escala local.

Em Peniche reunimos com duas ambições centrais:
1. Retomar e revitalizar o espírito original das respostas aos problemas locais a partir das capacidades e vontades locais;
2. Assumir as nossas responsabilidades na procura e na proposta de respostas para as dificuldades que vivem as sociedades actuais.

Quinze anos depois da primeira MANIFesta há um caminho de construção de propostas, de teorização e de experimentação, de inovação, de realizações concretas:
- na economia solidária;
- nos serviços de proximidade;
- na qualificação e valorização dos patrimónios;
- no trabalho em rede e parceria;
- na animação territorial;
- na agricultura e desenvolvimento rural.
- no desenvolvimento do empreendedorismo;
- na criação de emprego digno;
- no fortalecimento de formas alternativas de comercialização;
- na qualificação e certificação das organizações;
- na educação e formação dos cidadãos;
- na dinamização da iniciativa juvenil;
- na promoção da saúde comunitária;
- na mobilização da participação dos/as cidadãos/ãs e das comunidades;
- na promoção da cidadania activa e inclusiva e da igualdade de género.

Apesar das conquistas acumuladas ao longo deste percurso, velhos obstáculos persistem e novos se colocam, condicionando este contributo e ameaçando as organizações e os territórios.

As organizações cívicas e solidárias, disseminadas por todo o país, assumem um papel decisivo e activo, reconhecido nos seus territórios. No entanto, é necessário assumir um reconhecimento mais criativo e eficaz por parte do poder político central, nomeadamente de forma a permitir um papel mais continuado e sustentável destas organizações para a sua missão de promover o bem comum.

Neste sentido, as organizações cívicas e solidárias:
- Consideram que as suas práticas e reflexões configuram um conhecimento inovador nas áreas do Desenvolvimento Local e da Economia Solidária, que fundamenta um novo paradigma de intervenção social e novos modelos de aprendizagem colectiva;
- Renovam o seu compromisso para participar empenhadamente de forma autónoma e como parceiras na construção de soluções de mudança que respondam aos desafios da sociedade actual;
- Constatam que são necessários esforços conjugados das estruturas nacionais e convidam todas as organizações do Desenvolvimento Local e Economia Solidária para se juntarem numa acção concertada, traduzida numa plataforma institucional de nível nacional, mobilizando as redes colaborativas já existentes e promovidas por programas anteriores;
- Convocam todos os que queiram contribuir para um movimento que conduza à criação de um Banco Ético, um Banco das e para as organizações de Economia Social e Solidária;
- Pretendem contribuir para a existência de políticas e instrumentos apropriados que suportem a continuidade da intervenção, na incorporação, adaptação e utilização das soluções já constituídas e validadas, alimentando e renovando a capacidade de experimentação e de inovação social, a qualificação das organizações e o fomento de modelos de apoio ao
desenvolvimento e à criação de emprego, assentes em contratualizações programáticas, traduzindo-se nomeadamente em programas específicos no âmbito do QREN;
- Propõem-se reforçar as suas qualificações e capacidades de intervenção, sobretudo numa perspectiva de inovação social e de animação territorial, as quais devem ser valorizadas e certificadas explicitamente por parte dos organismos competentes;
- Interpelam as forças políticas para a necessidade de integrarem nas medidas de política a animação territorial, como factor decisivo para a coesão social;
- Propõem a concretização de parcerias estratégicas com o Estado (aos seus diversos níveis) e com as Empresas, assentes na concertação e na co-responsabilização, visando encontrar soluções sustentáveis para problemas concretos – desemprego, assimetrias regionais, desertificação e despovoamento do interior, pobreza e exclusão social crescentes, entre
outros;
- Associam-se à necessidade de aprofundar urgentemente a discussão e a decisão sobre a questão da Regionalização em Portugal, privilegiando a participação activa dos/as cidadãos/ãs e das comunidades locais, num processo que também esteja focado nas dinâmicas de Desenvolvimento Local;

Os territórios e os/as cidadãos/ãs exigem, de todos os actores públicos e privados, a dignidade e o respeito que merecem. Estas condições estão longe de estar adquiridas, como o demonstra a frequente ausência do cumprimento das responsabilidades de programação
e de financiamento atempado e adequado.

Há 15 anos realizou-se a primeira MANIFesta do DESENVOLVIMENTO LOCAL em Portugal. Foi em 1994, em Santarém!

A MANIFesta foi, ao longo dos anos, um encontro, uma mostra, uma festa, um debate e uma manifestação, exprimindo o que os cidadãos e as suas organizações realizam na defesa e valorização das suas comunidades locais e na resposta aos seus problemas.

Assumiu três funções importantes: reforçar a rede entre esses cidadãos e associações; dar visibilidade ao movimento de Desenvolvimento Local junto da sociedade portuguesa; e promover o reconhecimento do seu papel nas instâncias de governação, passando a ser considerado um parceiro credível na regulação dos problemas económicos, sociais, culturais e ambientais.

Os princípios que nos nortearam em 1994 continuam na ordem do dia:
- Conjugar esforços entre todas as organizações cívicas e solidárias que intervêm nos territórios nacionais, para ganharem capacidade de afirmação estratégica;
- Combater pelo progresso de Portugal, praticando um desenvolvimento local nos vários territórios, urbanos e rurais, de forma equitativa e sustentável;
- Afirmar que só com uma cidadania activa e alargada e uma democracia participativa é possível uma economia e um desenvolvimento socialmente justos, solidários e mobilizadores.
Por último, parafraseando Sebastião da Gama, afirmamos que “Pelo Sonho é que vamos”.

Porque,
o futuro construímo-lo todos os dias!

Peniche, 24 de Maio de 2009

Inauguração Caminhos do Xisto da Lousã | 30 de Maio 2009


Inauguração Caminhos do Xisto da Lousã

No dia 30 de Maio são inaugurados dois Caminhos do Xisto na Serra da Lousã: A Rota dos Moinhos da Serra da Lousã (PR 1) e a Rota das Aldeias Serranas (PR 2). O Caminho do Xisto PR 1, é um percurso pedestre com uma ligação privilegiada do centro da Lousã à zona do Castelo e N. S. da Piedade. O Caminho do Xisto PR 2, é um percurso que evolui em grande parte nas encostas da Serra da Lousã e faz a ligação do Castelo da Lousã e Ermida de N. S. da Piedade com duas das mais emblemáticas Aldeias do Xisto desta serra, o Talasnal e o Casal Novo.
No dia 30 de Maio são inaugurados dois Caminhos do Xisto na Serra da Lousã: A Rota dos Moinhos da Serra da Lousã (PR 1) e a Rota das Aldeias Serranas (PR 2). O Caminho do Xisto PR 1, é um percurso pedestre com uma ligação privilegiada do centro da Lousã à zona do Castelo e N. S. da Piedade. O Caminho do Xisto PR 2, é um percurso que evolui em grande parte nas encostas da Serra da Lousã e faz a ligação do Castelo da Lousã e Ermida de N. S. da Piedade com duas das mais emblemáticas Aldeias do Xisto desta serra, o Talasnal e o Casal Novo.

Programa

Sábado - 30 de Maio

14h30: Início do PR 1 - Rota dos Moinhos, junto à Câmara Municipal da Lousã
15h30: Cerimónia oficial de inauguração
16h30: Início do PR2 - Rota das Aldeias do Xisto da Lousã


ADXTUR

Agência para o
Desenvolvimento Turístico
das Aldeias do Xisto
info@aldeiasdoxisto.pt
www.aldeiasdoxisto.pt
Telefone: 275 647 700

Activar
Tel: 239 996 116/917 275 974 activarlousa@gmail.com www.activar.org

Montes d'Aventura
Tel: 919 804 493 paulo.pinho@montesdaventura.com
www.montesdaventura.com

logotipos


Oficina de Produtos de Limpeza Ecológico | Àguas do Douro e Paiva | 30 Maio 2009

Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, José Agostinho Ribau Esteves, no Espaço AgriCabaz , na Feira da Saúde de Ílhavo 2009



Passeio Pedestre: Encostas do Alvoco | Vale Maceira - Alvoco das Várzeas | 20 Junho 2009


III Congresso Internacional da África Lusófona: Paradigma Global - Contributos Africanos | 27 a 29 Maio 2009 | Auditório Agostinho da Silva |

ROTA DA VITELA DE LAFÕES Vilarinho do Monte, S. Pedro do Sul, 14 DE JUNHO DE 2009

Organização:


Distancia: 3 km

Dificuldade: FÁCIL

Inscrições: 20,00 €

Concentração: 10h00m – Projecto Criar Raízes, em S. Pedro do Sul (atrás da Câmara Municipal) ou

(Trazer calçado confortável, garrafa de água, chapéu, roupa leve e adequada à época, um casaco é aconselhável, pois o tempo na serra é muitas vezes imprevisível).

Inscrições / Contactos: criaraizes@gmail.com / Tel. 232 728 330 / 961 548 791



AZEITE DE TRÁS-OS-MONTES DOP ENTRE OS MELHORES DO MUNDO


O Azeite de Trás-os-Montes DOP ficou classificado entre os melhores azeites do mundo no Prémio Mario Solinas.

O Prémio Mario Solinas é o Prémio à Qualidade promovido pelo Conselho Oleícola Internacional, sendo considerado um dos prémios mais prestigiados em todo o mundo.

O produtor Jerónimo Pedro Mendonça de Abreu e Lima da Quinta da Fonte - Vale de Madeiro – Mirandela venceu a categoria Maduro Intenso.

Nesta categoria o segundo lugar foi atribuído à CARM- Casa Agrícola Roboredo Madeira, S.A. de Almendra.

De destacar ainda o terceiro prémio na Categoria de Maduro Médio de Filipe José de Albuquerque Roboredo Madeira de Vilar de Amargo e a presença como finalista da Ollivus de Fonte Longa – Meda na mesma categoria.

As presentes classificações vêm demonstrar que o Azeite de Trás-os-Montes DOP possui qualidades únicas e diferenciadoras que o podem valorizar significativamente no mercado mundial de azeites de qualidade.

De destacar ainda a presença de mais quatro azeites portugueses nas classificações finais, o que demonstra também a necessidade de Portugal apostar cada vez mais na valorização e promoção do Azeite DOP em detrimento do mercado de granel e da produção de azeite sem qualquer identidade nacional.

Os resultados podem ser vistos em http://www.internationaloliveoil.org/COIAdmin/resources/pdf/PRENSA-MS09.pdf

Esta mensagem foi verificada por uma Webshield Appliance da McAfee.
INETI - DSIC

A Queijadinha, em Pereira do Campo, Concelho de Momtemor-o-Velho, já tem um site

Caminho do Xisto Benfeita | 31 de Maio | Aldeias de Xisto

caminho do xisto de benfeita
Um trilho de rara beleza natural

Este percurso pedestre é reinaugurado no próximo dia 31 de Maio, em Benfeita, concelho de Arganil. Este Caminho do Xisto atravessa atalhos agrícolas, que se desenvolvem ao longo de levadas, permitindo o contacto com fantásticas quedas de água.


Programa

Domigo - 31 de Maio

09h00: Concentração no Largo do Ameal
09h30: Início do percurso pedestre
12h30: Refeição ligeira na aldeia de Sardal
15h30: Regresso à aldeia de Benfeita

Inscrições:
junto da Cumes do Açor, Câmara Municipal de Arganil, Posto de Turismo de Arganil e na Junta de Freguesia de Benfeita

ADXTUR

Agência para o
Desenvolvimento Turístico
das Aldeias do Xisto
» info@aldeiasdoxisto.pt
» www.aldeiasdoxisto.pt
Telefone: 275 647 700

Cumes do Açor
Tel: 965 546 782
cumes_do_acor@hotmail.com

Câmara Municipal de Arganil
Tel: 235 200 153
geral@cm-arganil.pt

Posto de Turismo de Arganil
Tel: 235 200 137
turismo.arganil@cm-arganil.pt

Junta de Freguesia de Benfeita
Tel: 235 741 903
fregbenfeita@sapo.pt



Marketing Initiatives for Organic Products | CETRAD -UTAD

SPID 4 de Junho, Quinta-Feira, Sala 0.05, ex-DRM, 15:00-17:00h
Tema: Marketing Initiatives for Organic Products
Orador: Fabio Maria Santucci, Faculty of Agriculture_University of Perugia
Moderadores: Timothy Koehnen e Mário Sérgio Teixeira, CETRAD_UTAD


17h – Lançamento do livro As Bases da Agricultura Biológica: Tomo I – Produção Vegetal, de Jorge Ferreira (coord.), Edibio Edições

Apresentado por:
Laura Torres e António Strecht


http://www.cetrad.info/

Encontro de Cozinhas Solares e Almoço Solar nas Termas da Azenha

Encontro de Cozinhas Solares e Almoço Solar nas Termas da Azenha
Solar Cooking Meeting and Solar Lunch at Termas da Azenha

Data: 31 de Maio de 2009
Date: 31 th May 2009

Local: Termas da Azenha, Rua João Henrique Foja Oliveira, 3130-434 Soure, Portugal
Junto aos campos de arroz da margem sul do Baixo
Mondego, a 2 km da estação de Amieira (Linha do Oeste), a 20 km da Figueira da Foz e a 12 km de Soure.

Programa/Programme

09h30 - Abertura / openning

10h00 - Solar cooking experience during last 10 years (english or spanish)
Michael Götz, Exsol-Experise en cuisine solaire, Geneva, Switzerland

11h15 - Success of Solar Concentrators in India for cooking (english)
Deepak Gadhia, Gadhia Solar, Energy Systems Pvt, Valsad, Gujarat, India.
Shirin Gadhia, Eco Center ICNEER, Gundlav, Valsad, Gujarat, India

12h30 - Demonstração de construção de cozinhas solares de baixo custo
Celestino Ruivo, Armando Herculano, Frank Albrecht, Hélder Ré

13h30 - Almoço solar/Solar lunch

15h00 - Encerramento/Closure


Mr. Michael Götz, ExSol-Expertise en cuisine solaire (www.cuisinesolaire.com/exsol)
, has many years of experience with all kinds of solar cookers. He has been head of a 'solar cooking information center' for 10 years. In these years, he has also been responsible for the mobile solar kitchen/pancake shop. This mobile kitchen is used every summer in Central Europe to prepare pancakes on ecological fairs and music festivals and to feed youth groups in summer camps. (It is a car trailer with an integrated complete kitchen, equipped with two Scheffler cookers, box cookers, a hay box, heat storage unit based on phase change material, etc.)

Mr. Deepak Gadhia, Gadhia Solar energy Systems Pvt. Ltd. (www.gadhiasolarenergy.com) has 20 years of experience in development of solar concentrators technology in India by manufacturing, supplying and installing solar cooking and food processing systems of various sizes, ranging from domestic to the largest solar steam cooking system.

Mrs Shirin Gadhia, Eco Center ICNEER (www.icneer.org) is collaborating in the promotion of SK14 solar cookers in India not just for cooking but for income generation by using for food processing for sale the processed products. The success of smoke free village has being a multiplier effect.


Para participar no encontro e no almoço solar o custo da inscrição é de 25 euros para uma pessoa; 40 euros para grupo de 2 pessoas e 50 euros para grupo de 3 pessoas.

Existe a possibilidade para que cada pessoa ou grupo de pessoas que se inscreva leve uma cozinha solar construída conjuntamente com panela preta e dispositivo para criar efeito de estufa para depois poder dar continuidade às suas experiências
nas suas casas.
Tendo em conta o número máximo de participantes agradece-se a todos aqueles ue se venham a inscrever que confirmem se a sua inscrição foi aceite.

Para oficializar a inscrição os interessados deverão contactar a organização do evento:

Helena Lanser
tel & fax : 239 508 493 ; 916 589 145
reservas: info@termas-da-azenha.com
site: www.termas-da-azenha.com

Informa-se que as Termas da Azenha dispões de quartos, devendo os interessados fazer a reserva também com a organização do evento (Helena Lanser).

Soja: holanda quer comprar grão convencional e orgânico do paraná

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

O interesse foi manifestado pela delegação holandesa chefiada pelo representante do Ministério da Agricultura da Holanda, Peter Schmeitz, durante o Seminário de Soja da Agricultura Familiar do Sudoeste do Paraná realizado nesta quinta-feira (21), em Coronel Vivida. O encontro foi coordenado pela Emater e cerca de 600 agricultores familiares estavam presentes no seminário, que debateu as perspectivas de mercado diferenciado para a soja convencional e orgânica.

O secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Valter Bianchini, participou do encontro quando reforçou a intenção do governo estadual em apoiar a iniciativa em toda a cadeia produtiva da soja.

Bianchini disse que vê com muita satisfação a iniciativa da Holanda em reconhecer o sistema de produção da agricultura familiar, que agrega renda e preserva o meio ambiente. Lembrou os esforços do governador Roberto Requião em garantir um Estado livre de produção de soja transgênica e hoje é o Estado com maior volume de produção do grão convencional. O secretário exibiu dados da Associação Paranaense de Sementes e Mudas (Apasem) que atesta que 56% das sementes vendidas são de variedades convencionais.

Atualmente a venda de soja convencional e orgânica do Paraná está sendo feita pela Cooperativa de Comercialização da Agricultura Familiar Intergrada (Coopafi) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul - Fetraf Sul. Neste ano, estão sendo exportadas 3.500 toneladas do soja convencional. Mas para 2010 esse volume será ampliado para cerca de 60 mil toneladas, disse Marcos Rochinski, secretário-executivo da Fetraf Sul.

Para concretizar essa operação, a Fetraf Sul e a Coopafi querem o apoio do governo do Estado para articular toda a logística de escoamento da soja convencional e orgânica da Agricultura Familiar do Paraná diretamente para a Holanda. Essa logística abrange desde o transporte da propriedade até a saída da soja no porto, embarque no navio e chegada na Holanda, detalhou. "Produzir soja orgânica e convencional não é problema para a Agricultura Familiar.

Precisamos nos articular para garantir o escoamento desse produto. No futuro teremos navios identificados como transportadores de produtos da Agricultura Familiar", prevê.

Neste seminário, a delegação holandesa composta por representantes de associações de suinocultores, de açougueiros, da embaixada holandesa no Brasil estabeleceram os critérios que consideram importantes para aumentar a compra da soja paranaense. Além das cooperativas que atendem a agricultura familiar, a Coamo maior cooperativa agropecuária do Paraná e do Brasil enviou representante ao encontro.

Segundo o secretário Bianchini, só a Coamo tem um mercado de 10 milhões de sacas para a soja convencional e vem remunerando o produtor em cerca de R$ 2,00 por saca além do valor de mercado. O secretário lembrou que o Paraná tem um mercado garantido de cinco milhões de toneladas para a soja convencional, e o Brasil cerca de 15 milhões de toneladas.

Isso mostra que há um mercado para a soja convencional e que ele tende a crescer, disse Bianchini. Por isso a necessidade do agricultor se conscientizar em produzir com qualidade, livre de organismos geneticamente modificados, para acessar esse mercado, acrescentou.

CHEQUE Os agricultores familiares do Sudoeste do Paraná que vendem soja convencional para a Holanda receberam um cheque no valor de 17.500 euros, cerca de R$ 50 mil, em reconhecimento pela produção com critérios de qualidade, livre de transgênicos e respeito ao meio ambiente. O cheque foi repassado pela Associação dos Açougueiros daquele País. Eles valorizam o fato de terem condições de ofertar um produto que atende as exigências dos consumidores, disse o presidente da associação Antoine van Baars, um dos membros da delegação holandesa.

Os beneficiários serão os agricultores vinculados à Cooperativa de Comercialização da Agricultura Familiar Integrada (Coopafi) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul Fetraf Sul. Neste ano, a agricultura familiar do Sudoeste do Paraná vendeu 3.500 toneladas de soja convencional para a Holanda. Com isso, eles devem receber só da associação dos açougueiros da Holanda cerca de R$ 1,00 por saca.

Ocorre que esse valor corresponde a um extra ao adicional ao que o agricultor já recebe só por produzir soja convencional, que atualmente é de R$ 2,00 por saca, explicou o secretário-geral da Fetraf Sul, Marcos Rochinski.

Portanto, com esse incentivo da associação dos açougueiros da Holanda, são cerca de R$ 3,00 por saca para os agricultores familiares produzirem soja convencional com respeito à natureza e ao meio ambiente, explicou.

A Holanda estabeleceu como critérios para compra da soja convencional e orgânica do Paraná que o produto seja oriundo da Agricultura Familiar. O objetivo é apoiar e fortalecer esse setor, disse o presidente da Associação de Suinocultores, Hans Verhoeven. Essa associação se destaca por produzir suínos com qualidade ambiental e social.

Outro critério é não utilizar mão-de-obra infantil, e por fim eles exigem o respeito ao meio ambiente e à natureza no processo de produção. E por isso rejeitam a soja modificada geneticamente, disse Verhoeven.

No Sudoeste, a delegação holandesa visitou várias propriedades para verificar o sistema de produção de soja sustentável e responsável. Como a soja entra como principal elemento na composição da ração animal, os suinocultores holandeses querem essa produção para produzir suínos com qualidade e vender carne suína certificada. As informações partem da Agência Estadual de Notícias do Paraná.

A Primavera Pelo Choupal na RTP2



A Plataforma do Choupal celebrou a chegada da Primavera com música, no Teatro Académico de Gil Vicente. Quarto Minguante, JP Simões, Ena Pá 2 e Diabo a Sete actuaram pela Plataforma, que luta para impedir a construção de um viaduto na mata do Choupal. A ESECTV esteve à conversa com Manuel João Vieira, JP Simões e com o Grupo Quarto Minguante, que explicaram porque aderiram a esta iniciativa.

Algumas Fotos da MANIFesta 2009 que decorreu em Peniche

Fotos da Fernanda Silva







Da Zé Tovar:

De abril a maio, viva a revolução!

O Nariz de Pinóquio (nº54)

(Crónica publicada no Diário de Coimbra)

José Cardoso Duarte

Zcardoso.duarte@netcabo.pt



De abril a maio, viva a revolução!

(ou por uma nova cultura política)

  1. Era a tarde do dia 24 de Abril. Encontrei o João Pimentel em Lisboa e dei-lhe uma boleia até à estação de comboios de Santa Apolónia. Como de costume despedimo-nos afavelmente e eu ainda tive oportunidade de lhe dizer para regressar a casa o mais rápido possível pois naquela noite muita coisa poderia mudar. Passadas algumas horas eu comandava um pelotão dos que cercavam o Quartel General da RML e nos dias seguintes o João Pimentel tomava conta da Câmara Municipal de Condeixa. O sonho nascia e Portugal acreditava de novo: foram os dias da criação, da liberdade de sonhar e de criar. E ao sétimo dia, o 1º de Maio, o dia da consagração, como nunca se vira na história de um País: o povo unido jamais seria vencido. Nas ruas a poesia nos corações o sonho de um país ideal e de uma vida melhor. Mas maio foi também o nascer da realidade, da divisão que cria a diferença: se abril trouxe a esperança, maio trouxe a divisão! Como quem acorda de um sonho e nasce para a luz do dia também a esperança tem de morrer para dar lugar à realidade, à divisão que nos faz diferentes e que é motor da nossa caminhada sobre a Terra. Nascia a Política e com ela uma nova forma de esperança, uma escatologia sobre a nossa missão na Terra, já não o sonho da união primordial mas o de que algum dia alcançaremos a liberdade 8de ser) para sempre, aqui na Terra. Foram dias de desprendimento e alegria, a poesia do ser fundamental e fundador, que purificaram o país e o prepararam para o novo rumo que iria tomar. Abril foi o sonho, Maio a realidade.

  2. Passados 35 anos, continuo a interrogar-me se poderia ter sido diferente e se perdemos a ocasião que o destino nos ofereceu. Abril é hoje lembrado (?) com saudosismo pelos seus autores e com pouco mais pelos seus detractores. Aos jovens não se ensina Abril, porque a revolução morreu: e os jovens só se interessam pela revolução, não pela política e em maio nasceu a política que matou a revolução. Hoje vivemos à sombra de uma classe política que tenta tapar-nos o sol com uma peneira, que estrebucha nestes dias de crise para se manter no poder com aqueles que os suportam e que fazem crer combater. O sonho de uma nova política é inato e inerente ao coração do homem e nunca pode morrer. Por isso só os jovens são capazes de o viver e por ele morrer. A revolução faz parte do coração dos jovens e é a força redentora da sua humanidade: por isso os jovens os verdadeiros nunca poderão ser políticos ou talvez melhor nunca se revêem na política dos partidos. As juventudes partidárias são tão ou ainda mais aberrantes que a Mocidade Portuguesa: é a tentativa de instrumentalização e de amordaçar os sonhos da juventude e da humanidade. Só o revolucionário é livre, só ele conduz em si a esperança de um novo amanhecer da Humanidade. O mundo recente em crise precisa de novas revoluções, de novos horizontes de amor e fraternidade, de novas políticas. Mas para isso é preciso mudar de classe política pois aquela que se apoderou da herança de Abril está esgotada e incapaz de se renovar com jovens que são capazes de sonhar. É nossa responsabilidade, a de todos aqueles que viveram ou acreditam no Portugal de Abril de construir as bases filosóficas e políticas para fazer renascer o sonho e a esperança de Abril, caso contrário não seremos dignos dessa herança. Tudo o mais são discursos de uma classe política que só almeja manter e repartir entre si o poder. Democracia sim mas para quem o poder? Como governar sem poder? Pode o poder ser democratizado? Podemos nós criar uma sociedade livre e ao mesmo tempo fraterna e igualitária? (Imagino que muitos aqui se indignarão com esta palavra!). Acaso acreditamos que a política não é para nos servirmos mas para servirmos?

  3. 1º de Maio é sinónimo de trabalhadores. Uma incongruência do século passado! Maio devia ser sinónimo da fraternidade, da igualdade básica entre todos os homens de uma política que acredita nestes princípios. Hoje em dia as palavras estão secas vazias de significado e ser socialista, social democrata ou comunista já não quer dizer nada! Parece que só os fascistas ainda crêem no que dizem! Com três eleições à porta que opções têm os portugueses? Nenhumas! Por isso o Presidente da República tem tanto que se preocupar. É preciso uma nova cultura política que acenda o desejo de revolução no coração dos jovens.

  4. Obama acreditou nisso! Como um Abril americano. Escreveu Obama no seu manifesto (tradução minha):”Os nossos líderes fizeram sempre a diferença quando não se deixaram conduzir pela caça ao voto , mas por princípios, não por calculismo, mas por convicções, quando foram capazes de congregar toda a nação para um objectivo comum: um objectivo maior e mais nobre. …Nós estamos nesta corrida porque vamos dizer aos “poderosos” em Washington que o seu poder (de influenciar) acabou, porque queremos acabar com a vergonha de 45 milhões de americanos sem acesso aos cuidados de saúde, porque queremos acabar com a dependência do petróleo do Médio Oriente, porque queremos salvar o nosso planeta das alterações climáticas e deixar aos nossos filhos uma Terra mais limpa e segura do que aquela que encontrámos.” Talvez seja pouco mas porque não acreditar? A esperança pode morrer mas para como a fénix, voltar a renascer com mais força.

  5. Dedicatória: O Tó Zé Matos (o Padre Matos) deixou-nos. Com muita saudade! Até já.


Lisboa, 1º de Maio de 2009.


José Cardoso Duarte

Zcardoso.duarte@netcabo.pt

Ciclo de Cinema na Casa da Esquina, em Coimbra: "Olhares Indiscretos"


Continuando a sua programação dedicada ao erotismo e ao voyeurismo, a Casa da Esquina está a apresentar até dia 28 de Maio o Ciclo de Cinema Olhares Indiscretos e até 31 de Maio a exposição Voyeur.


Quinta-feira> 21 de Maio> A Lei do Desejo, de Pedro Almodóvar

Sexta-feira> 22 de Maio> Body Double, de Brian de Palma



Quinta-feira> 27 de Maio> Invasão de Privacidade, Phillip Noyce

Sexta-feira> 28 de Maio> Lisístrata, de Francesc Bellmunt



Sessões às 21:30H


Informações>geral@casadaesquina.pt e pelo telefone 965187564

blog> nacasadaesquina.blogspot.com


Rua Aires de Campos nº 6, Coimbra.

Programa da MANIFesta'09 | Peniche | 21 a 24 de Maio

















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