Oficina de sabão natural



segunda-feira 7 de dezembro das 19.00 às 20.30

Vamos aprender a fazer sabão de base tradicional ou glicerinada.
Uma viagem com explosão dos aromas dos óleos essenciais, pigmentos naturais, texturas e formas.
Os materiais estão incluídos mas pode trazer uma forma especial se desejar um formato específico para o seu sabão.
Inscrições limitadas a 10 participantes

Formadora: Filipa Leite: Mãe, Engenheira do Ambiente, Educadora Ambiental, Permacultora, Terapeuta de Massagem Ayurvedica.

preço: 15€
local:Quintal, Rua do Rosário, 177 Porto
inscrições e informações: tlf 222 010 008 ou por email: mail@quintalbioshop.com

Genetic engineering: The world's greatest scam?

Open Office: livre para casa e para as empresa. Substitui o Microsoft Office


O que é o OpenOffice.org?

O OpenOffice.org é um uma suite completa de escritório comparável com o actual Microsoft Office e que antes de se tornar uma ferramenta de código aberto (licença LGPL) era conhecido como StarOffice desenvolvido inicialmente pela StarDivision e posteriormente adquirida pela Sun Microsystems. O OpenOffice tem sofrido um grande desenvolvimento graças às contribuições que chegam, não só da Sun Microsystems, mas também de comunidades espalhadas pelo mundo. Actualmente o OpenOffice.org representa um excelente substituto ao Microsoft Office.

O OpenOffice suporta nativamente o formato aberto OpenDocument que permite aos utilizadores trocar documentos, folhas de cálculos, cartas, memorandos, bases de dados, entre muitos outros. Esse padrão foi desenvolvido pelo consórcio OASIS e é baseado no formato XML tendo sido aprovado como um padrão ISO/IEC em Maio de 2006 (ISO/IEC 26300).

Para ficar a conhecer as ferramentas que o OpenOffice.org disponibiliza pressione em cima de uma das ferramentas listadas em baixo para obter mais informação ou se é novo no mundo OpenOffice aproveite e faça uma visita completa.

Faça você mesmo o seu presente personalizado





Aguardente de Medronho Biológica, 700 ml
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço:18 €











Vinagre de Medronho, 250 ml
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 2.10 €











Vinagre de Mel, 250 ml
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 2.69€












Vinagre de Sidra, 250 ml
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 3.40 €













Vinagre de Frutos Silvrestes, 250 ml

Origem: Serra da Estrela, Barriosa


Preço: 3,19 €












Mel de Urze, 1000g
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 7 €











Mel de Urze, 500g
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 3,50€













Picante natural, 250 ml
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 7.55 €













Licor de Mel, 700 ml
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 12.91 €








Hidromel, 500ml
Origem: Serra da Estrela, Barriosa
Preço: 9 €

Azeite
produzido a partir de grande variedade de azeitonas de olivais sujeitos
a protecção integrada e localizados no Vale da Vilariça (Vila Flor - Douro Superior)
A extracção do azeite é feita, na própria Quinta, em lagar concebido para produção de alta qualidade.

Preço: 6.83€


Azeitonas curadas com o Sal da Salina Eiras Largas
Preço: 3.51 €
Embalagem de plástico, 330 g: 2 €

Touriga Nacional

Douro
Denominação de Origem Controlada

Ano vinícola
Precipitação distribuída de forma regular originando um bom desenvolvimento da videira e uma excelente maturação das uvas
Casta
Touriga Nacional

Vinificação
Lagares em granito com pisa mecânica

Estágio
6 meses em barricas de carvalho

Preço: 6, 17 €



Douro
Denominação de Origem Controlada

Ano vinícola
Precipitação distribuída de forma regular originando um bom desenvolvimento da videira e uma excelente maturação das uvas

Casta
Tradicionais da região: Tinta Amarela, Touriga Franca e Tinta Roriz

Vinificação
Lagares em granito com pisa mecânica

Estágio
6 meses em barricas de carvalho

Preço: 2.27

Preço: 9,58 €


Reserva + Touriga Nacional: 16€

Mel Urze e Romasninho
500 g : 4.49 €
1000 g: 6.12 €

Caixas de Madeira AgriCabaz: 12 € cada (IVA inc)


Caixas de Madeira AgriCabaz

  • Altura: 17 cm
  • Comprimento: 45 cm
  • Largura: 32 cm
  • Peso: 2,065 kg
  • Madeira: Pinho
  • 2 pegas laterais em cisal
  • Inscrição lateral "AgriCabaz"

Preço: 17 € (IVA incluído )

Preço: 21,60 € (IVA incluído )

Porque são cestos artesanais:
  • as tonalidades poderão ser diferentes
  • os tamanhos poderão variar +/- 1,50 cm

São Tomé e Príncipe: da “Independência Total” à dependência sem fim à vista | Galeria Santa Clara | 27 Novembro 2009

São Tomé e Príncipe: da “Independência Total” à dependência sem fim à vista

Data:
Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Hora:
22:00 - 23:00
Local:
Galeria Santa Clara

Descrição

Esta comunicação aborda, em linhas gerais, os mais importantes desenvolvimentos políticos e sócio-económicos do pequeno país insular desde a sua independência em 1975 até à actualidade.

Gerhard Seibert licenciou-se em Antropologia Cultural na Universidade de Utreque, Holanda, em 1991. De 1992 a 1999 esteve ligado à Universidade de Leiden, Holanda, onde se doutorou em Ciências Sociais. Depois do doutoramento, de 1999 a 2008, foi bolseiro de pós-doutoramento da FCT no Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) em Lisboa, onde efectuou sobretudo pesquisas sobre igrejas africanas independentes em Moçambique e sobre o desenvolvimento sócio-económico e político em São Tomé e Príncipe. Desde 2008 é investigador do Centro de Estudos Africanos (CEA)/ISCTE-IUL em Lisboa. Actualmente, está a efectuar um estudo comparativo do desenvolvimento pós-colonial em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. É autor do livro Camaradas, Clientes e Compadres. Colonialismo, Socialismo e Democratização em São Tomé e Príncipe (Lisboa: Vega 2001; versão inglesa: Comrades, Clients and Cousins. Colonialism, Socialism and Democratization in São Tomé and Príncipe. Leiden 1999; 2ª edição actualizada 2006). Publicou vários artigos sobre São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique, Guiné Equatorial e as relações Brasil – África.

Apresentação do livro "História do Jazz" pelo próprio Jose Duarte: sexta 27 de Novembro 2009 | Casa de Pasto Dona Especiaria


Localização da Casa de Pasto Dona Especiaria

André rieu- when the saints go marchin in - NYC

Economia Solidária e Empresarial - diferentes percursos de empreendedorismo" | Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra | | 11-12-2009

Jardins verticais



Ron Mueck – Australian Hyperrealist Sculptor






The “psychological confrontation for the viewer is to recognize and assimilate two contradictory realities”. However, the real magical appeal of Mueck’s sculptures lie in the meticulous process, which begins with…

1. Crafting of a series of small clay models - this enables him decide on figure positioning.

2. Mueck then creates a series of drawings in different sizes - this enables him to make decisions about scale.

3. Next, Mueck sculpts the figure in clay - this includes fine details of expression and skin texture.

4. A mould of the sculpture is made using silicone (or in the case of larger works, fibreglass).

5. Mueck completes the process by meticulously painting (by hand) finer details (like veins and skin tones) on the surface, before finally sculpting the eyes, bringing his creations to life.



Mambembe - Chico Buarque e Roberta Sá



No palco, na praça, no circo, num banco de jardim
Correndo no escuro, pichado no muro
Você vai saber de mim
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Mendigo, malandro, muleque, mulambo bem ou mal
Cantando
Escravo fugido, um louco varrido
Vou fazer meu festival
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Poeta, palhaço, pirata, corisco, errante judeu
Cantando
Dormindo na estrada, no nada, no nada
E esse mundo é todo meu
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando

Tupinambo biológico no Agricabaz: 2,50 € Kg

Também enviamos pelo correio.

Informações: agricabaz@gmail.com

O que é o Tupinambo

Tupinambo

Tupinambo o alcachofa de Jerusalen

El tupinambo (Helianthus tuberosus) es un tubérculo originario de sudamérica cuya planta, de flores similares a los girasoles en su forma y color, se cultiva con la finalidad de obtener esta preciada raíz. Su cultivo se remonta a la época de los amerindios (indios americanos), mucho antes de la colonización de los europeos.

El tupinambo, también llamado topinambur (por una tribu de indios americanos), alcachofa de Jerusalén, castaña de tierra, batata de caña, criadilla de agua, batata tupinamba o aguaturma, entre otros nombres, se introdujo en Europa en el siglo XVII, las primeras plantaciones se realizaron en París en 1613, posteriormente se extendió su cultivo por toda Europa. En esa época se consumía mucho hasta que lo suplantó la popular patata.

Este tubérculo es considerado un alimento diurético, se indica para quienes padecen reumatismo o diabetes por su particular composición nutricional, un 80% de contenido en agua, un 15% de proteínas, un 9% de carbohidratos, un 4% de fibra y un 1% de grasa además de vitaminas y minerales.

A diferencia de otros tubérculos, el tupinambo no almacena almidón, pero sí inulina, un glúcido complejo compuesto de cadenas moleculares de fructosa (una forma de azúcar presente en las frutas), de ahí que sea una importante fuente para la industria que utiliza fructosa.

Tupinambo o alcachofa de Jerusalen

Tiene una forma alargada y con nudos, puede medir unos 10 centímetros y su color varía del blanco roto al rojo, morado o marrón. Su textura es similar a la de la patata, crujiente en crudo, suave si se cocina, y de sabor ligeramente dulce. Hay quien encuentra un parecido a la alcachofa, de hecho es de la misma familia.

Con el tupinambo se puede hacer como con el jengibre, enterrarlo en una maceta, si es grande mejor, y dejarlo crecer para extraer después la cantidad que necesites para hacer tu receta. Es de fácil cultivo, soportando temperaturas altas y bajas.

La preparación de los tupinambos es muy variada, tradicionalmente se han preparado hervidos en los guisos o solos y acompañados de un poco de mantequilla, uvas pasas, jengibre u otras especias, etc. La alta cocina, que ya sabemos que últimamente están recuperando el interés por los ingredientes tradicionales y naturales, hace maravillas con ellos, la última degustación que realizamos de tupinambo en un restaurante fue con la Crema de aguaturma con butifarra y avellanas del chef Óscar Velasco del Restaurante Santceloni.

Fonte: http://www.gastronomiaycia.com/2009/02/20/tupinambo/

A batata em comparação com o Tupinambo, também conhecido por girassol batateiro

Fonte:http://www.jesusvoltara.com.br/saude2/05_batatas.htm

O quadro seguinte contém as mais importantes cifras analíticas sobre a batata, em comparação com o tupinambo, também chamado girassol batateiro.

100 gramas de substancias frescas contêm em gramas:


Batata
Tupinambo
Proteína .............................................
Gordura .............................................
Fécula (hidrocarbonatos) ................
Matérias minerais.............................
Água...................................................

1,8
-- 2,5
0,08 -- 0,3

10 -- 22

0,5 -- 1,5

73 -- 79,7

1,5 -- 2
0,2
16,4
1 -- 1,8
79,1

Estes valores apenas nos dão uma pálida idéia do significado da batata como meio alimentar e curativo.

A idéia torna-se mais viva quando se consideram as matérias minerais. Se queimarmos até ao fim 100 g de batatas, fica aproximadamente apenas 1 grama de cinzas. Como na combustão se destroem os compostos orgânicos, não se pode provar até que ponto se apresentam os minerais como sais livres, formando compostos com as proteínas. Também não devemos esquecer que o teor em minerais, sobretudo num alimento vegetal, apresenta grandes variações, conforme as características do clima ou do solo. Modifica-o sobretudo consideravelmente o adubo empregado. De qualquer modo é sempre notabilíssimo o elevado teor das batatas em potássio; as cinzas contêm até 3/5 de potássio. Um teor consideravelmente maior de potássio fará supor a presença de adubo potássico. A prova de que os tipos propensos ao câncer são mais ricos em potássio do que os resistentes a essas enfermidades, faz pensar contra o adubo potássico. A este propósito devemos recordar que ao magnésio se deve uma certa resistência à formação do câncer. O teor de cálcio encontrado nos tipos mais resistentes ao câncer foi uniforme, com um valor entre 2,12 e 2,48 %, e nos tipos propensos ao câncer, muito variável entre 1,55 e 3,24%. Daqui se pode concluir que o magnésio tem um grande significado para a prevenção do câncer no homem.

Nas batatas também se encontrou ferro, alumínio, níquel, cobalto e zinco, sobre cujo significado não se pode dizer muita coisa por enquanto. Estas matérias são, seguramente, de tanta importância como o teor permanente de magnésio.

Para completar o estudo e facilitar ao leitor o conhecimento minucioso dos valores contidos nas cinzas, damos a lista dos minerais correntes da batata comparados com os dos tupinambos: Teor de 100 gramas de substância fresca:


Batatas
Tupinambos
Salcomum(NaCI) ........................
óxido de potássio (K2 O) ..........
óxido de sódio (Na2 O) .............
óxido de cálcio (CAO) ...............
Magnésio(MgO) ..........................
Óxido de ferro .............................
Pentóxido de fósforo(P2O5) .....
Trióxido de enxofre (SO3) ........
Cloro(CI) .....................................
82
667
27
22
59
2,5
180
287
50
74
554
123
038
34
43
162
57
45

Até agora encontraram-se na batata as seguintes vitaminas:

Caroteno(provitaminaA) ............ neurina (vitamina B i) .................. Lactoflavina (vitamina B2) ......... Nicotinamida (fator PP) ..............
Ácido ascórbico (vitamina
C ..... Adernina (B6) ..............................
Filoquinona (vitamina K) ............
28 -- 56
80 -- 120
40 -- 100
0,5 -- 1 mg
15 -- 30 mg
25 unidades
vestígios

em 100 g
em 100 g
em 100 g
em 100 g
em 100 g
em 100 g

Receitas simples com tupinambo



O Tupinambo é um tubérculo (idêntico à batata)
Para cozinhas basta escovar a película exterior.
Depois pode utilizar como a batata.

Por exemplo:

- Cozido: comê-lo como a batata ou em puré.
- para engrossar sopas
- frito: é uma delícia
- Assado no forno como esta receita que eu criei:

Depois de cozido, corta o Tupinambo em pedaços pequenos.
Coloca-os num tabuleiro de ir ao forno
Corta cebola finamente
Tempera com o Sal para Grelhados Casa do Sal
Um bom fio de azeite virgem extra.
Vai ao forno até o Tupinambo ficar assado.

Uma delícia.

José João


Mais receitas:

Bataratas ou tupinamboThis is a featured page

bataratas ou tupinambo - A família AntunesEm especial no Inverno, fazemos um prato que se pode considerar exótico, aproveitando um tubérculo a que, aqui em casa e na minha aldeia chamamos de batarata. Já andei pela internet à procura de informação. Um amigo, o Agostinho, disse-me então que as suas buscas resultaram finalmente: aquilo a que nós chamamos de batarata, pelos vistos um regionalismo, é conhecido por tupinambo ou girassol batateiro.
Fazem-se de forma semelhante à dos tortulhos: pelam-se e cortam-se em rodelas finas. Vão a guizar em azeite, sal e dois dentes de alho. Este é um processo rápido. Depois, sem tirara do lume, junta-se miolo de pão e dois ovos batidos. Mexe-se bem e sem deixar secar muito.


Fonte: http://familiaantunes.wetpaint.com/page/Bataratas+ou+tupinambo

Costeleta de salmão grelhado com puré de tupinambo e óleo de noz e cogumelos

  • grelhar
  • 6 pessoas
  • Média
  • 40 minutos

Ingredientes

  • 1,2 kg Salmão da Noruega
  • q.b. sal
  • q.b. pimenta branca moída
  • 1 c. sopa óleo de noz
  • 500 g tupinambo
  • 150 g cogumelos grandes (de conserva)
  • 100 g noz
  • q.b. salada de aneto e agrião
  • 1 molho de salsa (pequeno)
  • 1 dl natas
  • 1 dl óleo de noz
  • 1 dl óleo de girassol

Preparação

Corte o salmão em 6 pedaços do mesmo tamanho e unte cada um com óleo de noz, sal e pimenta branca moída. Descasque os tupinambos, corte-os em pedaços grandes e coza-os em água sem sal até ficarem tenros. Escorra-os e faça então um puré liso com natas, deixando ferver até obter a consistência desejada. Tempere com sal e pimenta. Corte os cogumelos em cubos de 5x5 cm e passe as nozes numa frigideira seca até aloirarem. Polvilhe com um pouco de sal. Tire da frigideira e corte cada metade de noz em quatro. Core os cogumelos na mesma frigideira em óleo de girassol. Adicione o óleo de noz e os pedaços de noz. Tempere com sal e pimenta. Coloque o salmão na grelha com o lado de carne para baixo. Coloque uma tampa sobre a grelha até conseguir tirar a pele. Coloque o salmão nos pratos juntamente com o puré de tupinabos e o óleo de noz e os cogumelos e sirva com salada. Nota: os tupinambos são tubérculos difíceis de encontrar em Portugal. Pode substituír por beterraba, procedendo da mesma forma para obter o puré.

Fonte: http://www.mardanoruega.com/Receitas+e+inspira%C3%A7%C3%A3o/Saudades+da+Grelha/Receitas/38106.cms?menuItemKeys=3118


Foi durante muito tempo considerado um alimento dos pobres, mas o seu delicado sabor, que lembra o da alcachofra tem vindo a ser descoberto.

Eu por exemplo já o fiz salteado em manteiga e com salsa picada, acompanhar um prato de costeletas de novilho.

Para descascar elimine a casca com uma faca de lâmina curta que permita seguir bem os seus contornos. Para quem não gosta inicialmente do seu sabor pode coloca-los, depois de descascados em água com bastante sumo de limão. E agora passemos à receita que me deu tanto gosto.

Tupinambos com natas

Ingredientes para 6 pessoas.

1-Descasque 750 gramas de tupinambos médios. Corte-os em rodelas relativamente finas, mergulhe-as num tacho com água a ferver temperada com sal e deixe cozer durante 15 minutos. Se não gostar do sabor muito forte dos tunpinambos, poderá mistura-los com algumas rodelas de batata e como já se disse anteriormente pode também pode mergulha-los anteriormente em água com limão.

2-Ponha duas cebolas cortadas às rodelas a alourar em manteiga ou azeite; depois junte os tupinambos cozidos. Tempere com sal, pimenta e deite 50 cl de natas líquidas de soja biológica (qualquer outro tipo de natas deve dar) . Cubra e deixe cozinhar em lume brando durante 25 minutos. Vá vigiando a cozedura para verificar se o molho é suficiente. Deite, caso seja necessário, mais um pouco de natas.

3-Antes de servir pode ajuntar aromáticas, fica muito bem com estragão ou coentros. E acompanhe com o que desejar- uma delícia!

E agora estou a pensar num bacalhau com tupinambo!


Fonte: http://quentalbiologico.wordpress.com/2008/11/27/receita-de-tupinambo-2/


Tupinambo

Hoje eu preparei o tupinambo. Antes do preparo, ele se parece assim:


Quanto eu vi pela primeira vez, o formato me lembrou uma mistura de batata com gengibre.

Eu cozinhei com casca mesmo, mas acabei deixando tempo demais na panela. Depois de cozido, quando eu quis descascar, a parte de dentro estava mais para purê do que batata cozida. Entao, coloquei numa travessa com um pouco de óleo de oliva, um dente de alho, muito alecrim, e foi direto para o forno para pegar uma corzinha. Ficou muito, muito bom! Como disse a Ludmila, o gosto lembra bastante da alcachofra, misturado com batata.



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