The Story of Bottled Water (2010)

COMPOSTAGEM - Minhocas trabalhadoras 'limpam' lixo doméstico

João Completo revolve a terra com a mão, puxa de lá um saco imundo ao qual vêm agarrados restos de comida e pedaços de terra e explica: "Se não fossem elas, este saco de plástico nunca seria reciclável. Iria para o aterro ou seria queimado." Elas são umas minhocas vermelhas que viajaram da Califórnia até cá, mais propriamente até Palmela. E que prometem revolucionar o sistema de tratamento de lixo doméstico.

O contributo das minhocas na transformação da matéria orgânica em composto que pode ser utilizado como fertilizante na agricultura já é conhecido. Aliás, são várias as centrais de compostagem a funcionar com esta finalidade. Aqui a novidade é outra. Em vez de serem colocadas junto à matéria orgânica, as minhocas são postas no meio do lixo doméstico indiferenciado, onde se misturam com plástico, cartão, vidro e restos de comida. O resultado é duplamente vantajoso: transformam restos orgânicos em composto e ainda limpam os materiais recicláveis, retirando--lhes a parte orgânica que vem agarrada.

A grande vantagem é tornar embalagens, até agora não recicláveis por estarem sujas e contaminadas, em material que depois tem condições para ser aceite pela indústria recicladora. O exemplo aplica-se ao saco de plástico, mas também à embalagem de iogurte ou de carne que ainda traz restos orgânicos agarrados. Uma inovação que permite enviar para a reciclagem 80% dos resíduos recolhidos indiferenciadamente na casa dos portugueses.

A inovação partiu da cabeça de João Completo, director da Lavoisier, empresa que opera na área dos resíduos. E testada, mais ou menos em segredo, no seu centro experimental em Palmela. "No início não contei a ninguém, resolvi apenas experimentar. E quando comecei a comentar com as pessoas ninguém acreditava que resultasse", conta ao DN, ao mesmo tempo que descreve o processo seguido pelos resíduos quando entram no processo. Agora é um sistema artesanal e doméstico capaz de tratar poucos sacos de lixo. Mas dentro de três meses serão dois sistemas industriais, um no vale do Ave, outro em Beja, que tratarão 16 mil toneladas de resíduos.

O lixo vem todo misturado. Basta abrir o saco e despejá-lo numa pilha de madeira onde estão também bocados de palha. Regulado o PH, a temperatura e a humidade e criados alguns biofiltros que ajudam a eliminar odores, por exemplo, restos florestais, e o processo de higienização está completo. É aeróbio (ou seja, faz-se na presença de oxigénio) e, mesmo parecendo pouco verosímil, a verdade é que não cheira mal.

Depois de três semanas nesta pilha, os resíduos são lançados às minhocas, que se alimentam dos restos orgânicos e produzem composto através dos seus excrementos. Sem luz e enterradas no meio do lixo e da matéria orgânica, milhões de minhocas trabalham horas a fio. "São trabalhadoras. E estão felizes, pois têm comida e todas as condições para não quererem sair dali", explica João Completo. Depois as embalagens estarão limpas e só têm de ser separadas do composto já criado. Aqui o processo é feito à mão, pois a escala é apenas experimental; numa fábrica terá de ser uma máquina a fazer a separação. O salto do domínio experimental para o industrial já foi dado. E o potencial do negócio que surge desta ideia simples parece não ser pouco.

http://www.dn.sapo.pt/2008/01/18/dnbolsa/minhocas_trabalhadoras_limpam_lixo_d.html

Culinária - Salada de legumes grelhados

Os poderes de limpeza do vinagre - Bom e barato


Fazer a limpeza da casa é um grande desafio ecológico. Muitas são as opções de produtos, poucas são as informações sobre seus impactos ao entrar em contato com água ou o meio ambiente. Felizmente, não precisamos fazer da dúvida uma constante durante as compras mensais.

Barato e eficaz, o vinagre que usamos para temperar aquela saladinha é um excelente produto para os mais diversos tipos de limpeza. Sua acidez é ideal para purificar e desinfetar, o que o torna ótimo tanto como alimento, como produto de limpeza.

Se você ainda não experimetou os benefícios do vinagre em sua casa, relaciono abaixo alguns usos muito interessantes. Para todos os casos, é melhor usar vinagre branco ou de maçã. Este último deixa um cheirinho muito agradável de cidra no ambiente.

  1. Desinfetante – antes de dormir, despeje um copo de vinagre na bacia do sanitário, inclusive próximo ao assento. No dia seguinte a limpeza será muito fácil.
  2. Para limpar a geladeira – mesmo se o equipamento for frost-free, ás vezes é preciso limpar a parte interna para remover manchas e gorduras. Para isso, usar vinagre dissolvido em água morna é ótimo, pois limpa e não deixa cheiro ao secar. Se a mancha foi difícil, basta colocar vinagre diretamente sobre ela e deixar agir por algum tempo.
  3. Limpar o ralo da pia – derrame um copo de vinagre no ralo e deixe agir por uma hora (não use a pia durante o período). Depois é só deixar a água correr durante algum tempo para limpar os resíduos. Repita de vez em quando.
  4. Como amaciante de roupas – ao invés de usar produtos químicos para amaciar as roupas, utilize meio copo de vinagre brando. O efeito é o mesmo, com um custo muito menor e sem agredir o meio ambiente.
  5. Para limpar ferramentas oxidadas – deixe as ferramentas embebidas em vinagre durante à noite e limpe com uma escova.
  6. Para limpar assoalhos revestidos com vinil – esfregue o piso usando partes iguais de água e vinagre. É ótimo para remover manchas.
  7. Na limpeza de janelas – coloque vinagre em algum frasco com pulverizador e use em todas as superfícies de vidro. Aplique e esfregue com uma flanela até secar. Os vidros ficam limpos, isentos de gorduras e sem manchas.
  8. Para limpar as lentes dos óculos – assim como limpa vidros e outras superfícies, o vinagre é ótimo para limpas as lentes dos óculos. Deixe as lentes mergulhadas em vinagre por algum tempo e depois seque.
  9. Para limpar microondas – coloque um copo de vinagre do microondas e deixe funcionar por três minutos. Deixe esfriar por meia hora e retire o copo. Agora é só passar um pano dentro do equipamento para remover as sujeiras mais difíceis.
  10. Limpar tapetes – Use uma parte de vinagre para uma parte de água. Umedeça uma vassoura na mistura e esfregue o tapete. Se tiver manchas, aplique vinagre sobre o local e deixe secar.
  11. Limpar sofás e estofados – Use uma parte de água e outra de vinagre. Umedeça levemente a escova na mistura e esfregue o sofá. Remove a poeira e deixa um cheiro agradável após secar.
  12. Limpar o triturador da pia – congele o vinagre em cubos e jogue no triturador em funcionamento. Deixe agir por uma hora antes de usar o equipamento.
  13. Eliminar cheiros desagradáveis – para remover odores desagradáveis em cômodos coloque uma ou mais bacias de vinagre no ambiente. O odor no ambiente estará melhor em poucas horas.
  14. Remover manchas nas roupas e clarear – adicione um copo de vinagre com um quarto de copo de bicarbonato de sódio ao molho das roupas. Limpa e descolore sem deixar as roupas ásperas.
  15. Limpar o limo do azulejo – use vinagre com bicarbonato e aplique com spray sobre a superfície seca. Deixe agir por uma hora, aplique mais um pouco de vinagre e esfregue com uma escovinha. Depois é só enxaguar.
  16. Limpar fungos de umidade em paredes – aplique o vinagre com o spray sobre a superfície e esfregue com uma vassoura ou escova. Deixe secar. Em geral os fungos somem depois que o vinagre seca. Aplique novamente caso necessário.
  17. Limpar armários – use uma parte de vinagre para uma parte de água com bicarbonato de sódio e um pouco de suco de limão. Aplique com um pano e espere secar. Também elimina o mofo que estiver no armário e deixa um cheirinho agradável.
Fonte: http://www.maiscommenos.net/blog/2010/02/vinagre-produto-de-limpeza-bom-e-barato/

Como fazer compostagem doméstica

Vamos sugerir-lhe uma forma de aumentar a fertilidade do solo do seu jardim, resolvendo parcialmente o problema do lixo doméstico. Comece por colocar uma pilha de composto (inicialmente lixo) num canto menos utilizado do jardim. Escolha um local nivelado com aproximadamente 1 metro quadrado por cada caixa que queira fazer, preferencialmente fora do alcance da luz solar directa e com uma fonte de água próxima. Deve ainda ser um local protegido das vistas principais, por questões estéticas, e perto de casa para que não seja penoso utilizá-lo diariamente. Limpe o chão de folhas e de relva, pois vai aplicar a primeira camada directamente no chão que não pode ser impermeável (cimento, pedra, etc.).

Ao construir a "caixa" de compostagem (biodigestor), com rede galinheira ou madeira, etc., esteja certo que deixa bastante espaço aberto para que o ar alcance a pilha. Um lado da "caixa" removível facilita o manuseamento da pilha com uma pá. O compostor para uma família de três a cinco pessoas deve ter uma capacidade de cerca de um metro cúbico: duas caixas com aquela dimensão cada, com a da figura, permitem fazer a viragem de uma para a outra e manter o composto numa delas por uns dias enquanto se começa a encher a outra.
Fig. Biodigestor para compostagem de lixo doméstico. Caixa dupla com 1 m3 por compartimento.
Todos os resíduos orgânicos, desde que não sejam tóxicos ou poluentes, podem ser transformados em composto. Na prática, a maior parte dos resíduos orgânicos produzidos numa cozinha e num jardim podem ser compostados, dividindo-se normalmente os materiais em dois tipos: materiais com maior teor de azoto (materiais N) e materiais com maior teor de carbono (materiais C).

Os materiais N, tipicamente os restos produzidos na cozinha, são, por exemplo, as cascas e restos de batata e frutas, os legumes e hortaliça, as borras e filtros usados de café, as folhas e sacos de chá, o pão, o arroz e a massa, a casca de ovo esmagada, os restos de comida cozinhada (tapar com terra) e cereais. Os materiais C são sobretudo os produzidos nas limpezas do jardim, nomeadamente, aparas de relva e erva, folhas secas, ramos pequenos provenientes de podas ou limpezas do jardim, cabendo também nesta classificação feno e palha, aparas de madeira e serradura e pequenas quantidades de cinzas de madeira .

Não se deve juntar nunca ao material a compostar a carne, peixe e ossos, pois podem atrair animais indesejáveis; os excrementos, pois podem conter microorganismos patogénicos passíveis de sobreviver ao processo de compostagem e resíduos de jardim com pesticidas, plantas com doenças e ervas daninhas com sementes, por razões óbvias.

A pilha que vai construir deverá ter a maior diversidade possível de resíduos, numa proporção semelhante de materiais C e materiais N. Deverão ser feitas camadas alternadas de um e de outro tipo de material. É importante notar que além de materiais N e C, há materiais mais grossos e mais finos, mais secos e mais húmidos, devendo todos estes componentes estar presentes na pilha.




Comece a pilha com uma camada de ramos partidos para facilitar o arejamento. Depois faça uma camada com 5 a 10 cm com materiais C, depois uma de igual espessura de materiais N e assim sucessivamente. A camada do topo deverá ser de material C. Logo que os resíduos orgânicos sejam colocados no recipiente de compostagem inicia-se o processo de decomposição através da acção de bactérias e fungos, sem termos que fazer nada. É um processo natural que se desenvolve por si. No entanto, para que corra bem e sem maus cheiros, é necessário que haja oxigénio suficiente, uma certa temperatura e que a humidade esteja dentro de certos limites.

A pilha deve ser virada de 15 em 15 dias, para que, dependendo das condições climáticas, o composto fique pronto em 3 ou 4 meses. Se virar a pilha raramente, o composto fica pronto num período de 6 meses a um ano.Quando se vira a pilha deve-se ter o cuidado de inverter as camadas (a inferior passa para cima e vice-versa). A pilha não deve estar exposta a ventos frios, demasiada chuva ou demasiado calor. O composto está pronto quando não se degrada mais mesmo sendo revirado, tem um aspecto relativamente homogéneo e granuloso onde os componentes originais não são reconhecíveis, tem cor escura e cheiro a terra rica em matéria orgânica.

Há coisas que podem correr mal durante o processo de compostagem, mas que são normalmente passíveis de correcção. Quando o processo é lento, é possível que existam demasiados materiais C, sendo necessário adicionar materiais com maior teor de azoto e revirar a pilha.

O cheiro a podre pode ter origem em excesso de humidade (o composto não deve estar a escorrer água nem alagado). Neste caso revire a pilha e adicione materiais secos e porosos como folhas secas, serradura, aparas de madeira ou palha. Outra causa possível para o cheiro a podre é o excesso de compactação; deve, neste caso, revirar a pilha ou diminuir o seu tamanho.

O cheiro a amónia, tem normalmente origem em excesso de materiais N. Deve neste caso adicionar materiais C.

A temperatura muito baixa: pode ter diversas causas:
- Pilha pequena demais: aumente o tamanho da pilha ou isole-a lateralmente.
- Humidade insuficiente: adicione água quando revirar ou cubra a parte superior da pilha ( o composto deve ter cerca de 50% de humidade).
- Arejamento insuficiente: revire a pilha. Certifique-se que o recipiente tem aberturas laterais e que a primeira camada premite a passagem de ar.
- Falta de materiais N (azoto): adicione este tipo de materiais.
- Clima frio: aumente o tamanho da pilha ou isole-a com um materia que deixe passar o ar.

Quando a temperatura é muito elevada, ou a pilha é grande demais ou o arejamento é insuficiente. Há que diminuir o tamanho da pilha e revirá-la com maior frequência.

Por último, a presença de pragas: pode ser devida à presença de restos de carne ou de restos de comida com gordura. Deve retirar este tipo de alimentos e cubrir a pilha com uma camada de solo ou folhas. Pode em alternativa usar um compostor que não permita a entrada às pragas.

Depois de pronto, o composto deve repousar entre duas a quatro semanas antes de ser aplicado. Depois desta fase de maturação, pode ser aplicado em relvados, jardins, quintais, à volta das árvores ou mesmo para envasar plantas (neste caso deve juntar 1/3 de composto, 1/3 de areia e 1/3 de terra).

O composto é geralmente aplicado uma vez por ano, na Primavera ou no Outono. Deve ser espalhado por cima da terra ou colocado numa camada com 2 ou 3 cm, misturado com aquela, mas nunca deve ser enterrado.
Ver vídeos práticos sobre compostagem caseira aqui

Caminhadas no Vale do Coronado (Trofa/Maia)

Aqui vai o repto – diria, réptil, para ser mais ecológico! – para participar em dois eco-eventos: caminhadas no Vale do Coronado, às voltas com biodiversidade, ecologia sustentável e mundo rural, ao vivo, mesmo!, bem longe da tontice virtual FarmVille.

O Vale do Coronado é um belo e fértil vale agrícola às portas do Porto, repartido entre os concelhos da Maia e, sobretudo, Trofa. No entanto, apesar desses terrenos estarem originariamente protegidos pela Reserva Agrícola Nacional, a administração central decidiu localizar aí uma plataforma logística de 160 hectares que, a concretizar-se (incluindo as estradas de acesso), betonizaria o vale, destruiria diversas propriedades agrícolas em plena laboração e o modo de vida e de sustento de numerosos agricultores.

VENHA CONHECER E APRECIAR, ÀS PORTAS DO PORTO, O BELO VALE DO CORONADO

caminhadas
-- 28 de Março
-- 10 de Abril

Entidades promotoras: duas associações, APVC - Associação para a Protecção do Vale do Coronado (Vila do Coronado) e Casa da Horta (Porto); um grupo de pedestrianismo, Os Carolas (Porto).

Pretende-se, com estas acções, sensibilizar os participantes para a valorização e conservação do Vale do Coronado e fazer compreender a riqueza do património agrícola e paisagístico que se encontra sob a ameaça da anunciada Plataforma Logística Maia-Trofa!

Mundo rural, biodiversidade e ecologia sustentável em perigo!

Assim, às portas do Porto, vergonha nacional, nos concelhos da Trofa e da Maia, eis o anunciado maior crime ambiental da história do Grande Porto!!!

blogue-info
http://valedocoronado.blogspot.com

vídeo-alerta
http://www.youtube.com/watch?v=fTHcNWQdsoM

Ao longo das caminhadas, na freguesia de S. Mamede do Coronado, haverá contacto com a flora e fauna locais, visita a explorações agro-pecuárias e florestais, interacção com burros e demais actividades.

GRAU DE DIFICULDADE
fácil... e acessível a todas as idades!

TRAZER
– mochila, com ligeiro almoço e garrafa(s) de água;
– calçado apropriado para caminhar;
– chapéu ou boné;
– roupa leve e adequada à época.

E AINDA, SE QUISER
– máquina fotográfica/vídeo;
– binóculos;
– vara de caminhante;
– boa disposição!!!

Ambas as caminhadas têm inscrição obrigatória!
>> indicar nome, localidade, e-mail e número de telemóvel.

INSCRIÇÃO e/ou informações adicionais, é favor contactar:
vítor sá (APVC) * valedocoronado@gmail.com * 966 862 294
blogue: http://valedocoronado.blogspot.com




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CAMINHADA nº 1
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28 de Março, domingo, das 11h20 às 17h00
co-organização: APVC e Casa da Horta
http://casadahorta.pegada.net

INSCRIÇÃO: gratuita!

PONTOS DE ENCONTRO
- às 11h10, no parque de estacionamento da estação da CP de S. Romão do Coronado, Trofa: agrupamento em volta do cartaz "SALVAR O VALE DO CORONADO" ---- coordenadas: 41°16'40"N 8°33'13"W
- para quem vier de comboio, por exemplo, do Porto, às 10h:30, na estação de S. Bento: o comboio parte às 10h45 e a viagem dura cerca de 25 minutos (custo a cargo do participante, €2,80 ida-e-volta); agrupamento em volta do cartaz "Casa da Horta - Vale do Coronado";

ETAPAS
– 11h20 – início da caminhada;
– 13h00 – almoço-piquenique em meio rural;
– 17h00 – retorno ao parque de estacionamento da estação da CP de S. Romão.

TEMPO
28 de Março__previsão de períodos de céu pouco nublado ou limpo em todo o território e uma subida das temperaturas, em especial das mínimas.



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CAMINHADA nº 2
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10 de Abril, sábado, das 10h00 às 17h00
co-organização: APVC e Os Carolas

INSCRIÇÃO: 5 euros (reverte, na íntegra, para a Liga Portuguesa Contra o Cancro, em colaboração com o Movimento Um Dia Pela Vida - Maia)

http://peligeiro2010.blogspot.com
http://oscarolas.blogs.sapo.pt

PONTOS DE ENCONTRO
- às 9h00, na Maia, na Junta de Freguesia de Vermoim (nova) - Av. D. Manue lI, à BP e Estádio Municipal.
- às 9h30, no parque de estacionamento da estação da CP de S. Romão do Coronado, Trofa: agrupamento em volta do cartaz "SALVAR O VALE DO CORONADO" ---- coordenadas: 41°16'40"N 8°33'13"W

ETAPAS
– 10h00 – início da caminhada;
– 13h00 – almoço-piquenique em meio rural;
– 17h00 – retorno ao parque de estacionamento da estação da CP de S. Romão.

Dia Internacional de Subir às Árvores

28 de Março o domingo em que as árvores te esperam.

ENTRADA DA MATA DO CHOUPAL
COIMBRA
A PARTIR DAS 11H


Onde? Em Coimbra na Mata do Choupal. ou onde quer que estejas, onde quer que as nossas irmãs árvores estejam, juntos fazemos um dia melhor.
Encontra uma árvore à tua medida e, com cuidado pelos dois, abraça-a, acarinha-a, sobe-a.
Depois podes ir a http://florestamater.ning.com contar a estória do teu dia e colocar fotos.

Dos ramos de uma árvore o mundo vê-se diferente, vê-se mais belo.

Vem partilhar esta tarde de festa connosco, reflectir um pouco a nossa integração entre o céu e a terra, entre o cimento e os espaços verdes.

Vem tornar-te solidário com as árvores do Choupal.


Ponto de Encontro:
No Porto às 8.45 na Bilheteira Porto Campanha. O comboio parte às 8.52
Em Coimbra às 11h na Entrada do Choupal

Programa
Passeio pelas árvores do choupaL
Pique-Nique Vegetariano
Subir às Árvores!
Conversa sobre a Ligação entre o Feminismo e as Árvores

Yoga do Riso
Partilha de Livros

O que deves trazer?
Pique-Nique Vegetariano para partilhar
Livros para Partilhar
Instrumentos musicais e tudo que queiras partilhar
Boa Disposição!!

Informações
938767466
colectivogerminal@hotmail.com


Organização
Colectivo Germinal
www.florestamater.ning.com
Agradecimentos:
Alunos de Multimédia da Escola Básica do 2º e 3º Ciclos Josefa de Óbidos
ICNB

Salicórnia à venda na loja online da Casa do Sal da Fig da Foz

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Portugal e Brasil no combate a pobreza: Ingenuidade, Utopia, Compromisso? Um estudo de realidades distintas

Denise Yasodã Freitas Dornelles, Pós-doutoranda CES

25 de março de 2010, 17:00, Sala de Seminários do CES, 2º Piso, Coimbra


Apresentação

Diante de uma vida líquida (Bauman, 2005), instável, insegura, inconstante refletir para onde caminha a proteção social é uma necessidade que se faz urgente. Um capital fetichizado em que a externalidade danosa de suas consequências se situam na materialidade cotidiana da vida local que segue comprometendo sonhos e hipotecando a esperança de tempos melhores. Urge a necessidade da reflexão de todos, do diálogo crítico-analítico constante, pois nesse contexto, ao longo do ano de 2009 foi desenvolvida pesquisa com base em grupo focal, entrevistas, observação participante na busca por desvelar através do estudo social, histórico e econômico de realidades distintas - como foco a cidade de Salvador na Bahia, região nordeste do Brasil e a cidade de Coimbra localizada no centro de Portugal - os sentidos da pobreza e os impactos dos programas de combate a esta pobreza, destacadamente o Programa Bolsa Família brasileiro (PBF) e o Rendimento Social de Inserção português (RSI).

O seminário apresenta como pressuposto consolidar o espaço de diálogo em que se reflita sobre os horizontes para onde caminham as políticas de proteção social brasileira e portuguesa no mundo contemporâneo.


Dinâmica

Através de uma mesa de diálogo refletir sobre os horizontes da política de proteção social, destacando os Programas de combate a pobreza português, Rendimento Social de Inserção (RSI) e o brasileiro Programa Bolsa Família (PBF).


Público Alvo

Comunidade académica, assistentes sociais, comunidade em geral.


Nota biográfica

Assistente Social (1992), Mestre (1997) e Doutora (2005) em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS/Brasil; Pós-doutoranda pela CAPES/Brasil (2009-2010). Membro Fundadora da ONG Comunidade Morada da Paz, localizada em Vendinha/RS, Brasil. Investigadora na qualidade de pós-doutoranda do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra - CESC/UC-Portugal. Professora licenciada da Universidade Católica do Salvador/BA-Brasil; Docente em Políticas Sociais e Cidadania; Desigualdades Sociais e Meio Ambiente; Investiga e Estuda principalmente os seguintes temas: Políticas de Transferência de Renda e direitos humanos; Sociedade e complexidade; Trabalho comunitário e movimentos sociais, Meio Ambiente e Formação Profissional.

Cantinho das Aromáticas promove agricultura biológica em Canidelo

Durante 15 sábados, vai realizar-se na Quinta do Paço, em Canidelo, a Feira da Primavera. Este certame tem o apoio da Câmara Municipal de Gaia, da Empresa Municipal Gaianima, do Parque Biológico e do Turismo de Vila Nova de Gaia. A organização pretende valorizar e dinamizar um espaço, oferecendo um mercado de produtos biológicos e ecológicos a todos os gaienses.


Mercês Ferreira, Vereadora do Ambiente, esteve presente no arranque da feira e explicou o papel da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia neste tipo de iniciativas: "A Câmara fez parceria com os promotores locais, um hábito recorrente adoptado pela autarquia, que é de facto promover estas iniciativas com alguma relevância também na economia local, e também estabelecer parcerias com os agentes locais o mais possível. Sendo esta uma actividade pro-ambiental, com comportamentos mais saudáveis, merece o nosso apoio, até porque é raro encontrar uma quinta como esta em espaço urbano." A autarquia apoiou esta ideia na logística, institucionalmente, e na divulgação e sensibilização para esta matéria.


O Cantinho das Aromáticas, pioneiro da agricultura biológica urbana, sedeado em Vila Nova de Gaia, apresenta este conceito inovador de mercado. "Começámos em 2002 a fazer agricultura, produção de plantas aromáticas, medicinais e condimentares, num projecto único e pioneiro em Portugal. Entretanto, o projecto evoluiu e começámos a exportar ervas aromáticas para França - cerca de seis toneladas. Este ano, surgiu-nos a ideia, até porque Gaia é um concelho muito grande, de oferecer ao público a nossa forma de estar na vida. Nós fazemos agricultura biológica, vivemos disto e Gaia não tinha muita oferta a este nível", revelou Luís Alves, principal responsável da empresa.

É de salientar que o Cantinho das Aromáticas ganhou o Prémio Internacional de Agricultura a nível Ibérico, devido à forma inovadora com desenvolve a agricultura biológica.
Na Feira pode encontrar-se um vasto conjunto de actividades ligadas à agricultura biológica, meio ambiente, ecologia, saúde e cultura. Há ainda acções de sensibilização da população para a importância destes temas, com a realização de workshops, tertúlias e eventos de animação cultural.

Esta feira constitui uma oportunidade para a divulgação de iniciativas, de preferência locais, que valorizem a história rural, cultural e a paisagem do concelho, com um mercado de produtos biológicos, ecológicos, cosméticos naturais e artesanato que promovam o consumo e estilo de vida mais sustentável.

Mariana Aydar canta "Zé do Caroço" com Leci Brandão



Composição - Leci Brandão

No serviço de auto-falante
No morro do pau da bandeira
Quem avisa é o zé do caroço
Amanhã vai fazer alvoroço
Alertando a favela inteira
Ai Como eu queria que fosse mangueira
Que existisse outro zé do caroço
Pra dizer de uma vez pra esse moço
Carnaval não é esse colosso
Nossa escola é raiz é madeira
Mas é morro do pau da bandeira
De uma vila isabel verdadeira
É o zé do caroço trabalha
É O zé do caroço batalha
E que malha o preço da feira
E na hora que a televisão brasileira
Destroi a gente com a sua novela
É que o zé bota a boca no mundo
E faz um discurso profundo
Ele quer ver o bem da favela
Esta nascendo um novo lider
No morro do pau da bandeira
Esta nascendo um novo lider
No morro do pau da bandeira
No morro do pau da bandeira
No morro do pau da bandeira
Lelele, lelelelelelelele

Abutre-preto renasce das cinzas

Até aos anos 50 fez parte da lista dos predadores cujo abate era pago à peça pelo Estado português. E foi um alvo apetecível na mira dos caçadores, que lhe custou a quase extinção. Sobreviveu, mas de lá para cá nunca mais o abutre-preto se reproduziu em Portugal. Hoje há esperança de um regresso para breve.

Chegou a ser comum nos céus portugueses até à década de 50, distribuindo ninhos pelas zonas interiores do País, entre as serras da Estrela e do Caldeirão. Porém, o abate de florestas para dar lugar às campanhas de trigo retirou espaço ao abutre-preto, que teve de enfrentar a perseguição das caçadeiras, como se de uma espécie daninha se tratasse. O declínio da população acentuou-se nos anos 60, extinguindo-se mesmo como ave reprodutora no território nacional.

Os abutres que por aqui apareciam eram provenientes de Espanha, onde a comunidade registou nos últimos anos um aumento muito significativo, passando de 300 para mil casais, tendo contribuído para o renovar da esperança também do lado de cá da fronteira, onde se estima que a população flutuante possa ascender aos 120 indivíduos.

Carlos Pacheco, consultor na área do Ambiente, que trabalha em plataformas para a criação de ninhos de aves de grande porte na empresa Mãe de Água, revela que se têm feito várias tentativas para a fixação definitiva do abutre-preto, mas, até à data, continua a não haver reprodução. "Vamos acreditar que vai acontecer como à águia-imperial que voltou a reproduzir-se em Portugal em 2002 após ter desaparecido durante 30 anos como reprodutora", sublinha.

Em relação ao abutre, houve tentativas de reprodução nas zonas de Barrancos, Malcata e Tejo Internacional, mas todas sem sucesso, apesar de, em 2004, Carlos Pacheco ter chegado a encontrar um ninho natural construído em território português do Tejo Internacional, mas que viria a cair no ano seguinte sem qualquer ocupação. "Nessa altura ainda fizemos umas plataformas artificiais, mas nem assim", lamenta, admitindo que o facto de a espécie ser bastante gregária - fixa-se preferencialmente em zonas onde já existem outros abutres, mas num raio de 20 ou 30 quilómetros - também estará a impedir o sucesso.

Ainda assim, Carlos Pacheco congratula-se pelas observações serem hoje bem mais frequentes que há uns anos. Aliás, na serra da Malcata poderão ser vistos de 40 a 50 exemplares durante o dia.

Neste momento, a maior preocupação dos ambientalistas em torno do abutre-preto é a mortalidade causada por origem humana, sendo encontrados várias exemplares mortos devido a envenenamento. "O abutre vai a todo o tipo de presas, pequenas e grandes. Se um coelho, um cão ou uma raposa morreram envenenados, ele também acaba por morrer", alerta Carlos Pacheco, lamentando a proibição de deposição de cadáveres no campo, que torna difícil ao abutre encontrar alimento.

"Estamos a falar de zonas muito frequentadas pela espécie e é possível que em breve consigamos atrair alguns casais", alerta, admitindo que a solução poderá passar pela criação de "campos de alimentação" de aves necrófagas, devidamente vedados, como forma de contornar a questão da recolha obrigatória de cadáveres. "Terá de ser uma solução acompanhada de controlo veterinário, sobretudo para animais domésticos, mas parece-nos a mais viável."

Fonte: http://dn.sapo.pt/

Um bom destino para as calças de ganga usadas



“Tanto o isolamento e a produção de algodão têm uma longa história de serem perigosos para a saúde humana e o ambiente. Aqueles que estão a tentar tornar as suas casas mais eficientes em termos energéticos, muitas vezes lutam com o alto custo de opções mais ecológicas.

O programa Blue to Green permite desviar do aterro os resíduos de algodão, e ao mesmo tempo proporcionar a um preço acessível, material de isolamento altamente eficaz para aqueles que estão à procura de alternativas sustentáveis.

De acordo com um estudo de 2007 realizado pela Fundação de Justiça Ambiental em colaboração com Pesticide Action Network UK, "a cultura de algodão é considerada a mais “suja" do mundo devido ao seu uso intenso de insecticidas, o pesticida mais perigoso para a saúde humana e animal. O algodão abrange 2,5% das terras cultivadas do mundo todavia usa 16% dos insecticidas do mundo, mais do que qualquer outra grande monocultura ".

Internacionalmente, a Turquia e os EUA são os maiores produtores de algodão orgânico.

Desde o início do programa Green to Blue em 2006, foram recolhidas um total de 89.799 peças de ganga usadas, resultando em mais de 185.000 metros quadrados de isolamento de fibra de algodão natural UltraTouch ™. Mais de 180 casas filiadas da Habitat for Humanity receberam este isolamento durante sua construção." - Fonte Care2


Nicoleta - Emir Kusturica - Drama&Beiço

Novas Paisagens Sonoras, a celebrar já nos próximos dias 12 e 13 Março 2010.

A Mau Feitio convida-TE a participares no Mercado Quebra Costas 2010: Novas Paisagens Sonoras, a celebrar já nos próximos dias 12 e 13Março2010.

A par de um conjunto de actividades, durante todo o dia podes desfrutar dos sons Dj´s RUC, dos Livros das editoras Alma Azul, Angelus Novus, Dr. Kartoon, das publicações d´A Cena Lusófona, A Escola da Noite, Oficina de Poesia da FLUC/CES. Se achas que precisas de um corte de cabelo, entrega-te às mão da marca Ilídio Design. Para que não sintas fome podes deliciar-te com a comida fabulosa da Fangas Mercearia Bar e ainda exercitar as tuas capacidades poéticas com o Poema Contínuo.
Consulta toda a programação
http://www.mercadoquebracostas.com/

Os benefícios do grão-de-bico

Os benefícios do grão-de-bico

Grão a grão protege-se o organismo

Um truque para variar e ter uma alimentação cuidada é seguir as cores da Roda dos Alimentos. O amarelo do grão-de-bico não pode faltar às refeições, já que ajuda na digestão, enquanto que os sais minerais protegem da osteoporose. Apesar de pequeno, o grão é uma excelente fonte de fibras solúveis, conhecidas por promover o trânsito intestinal. Outro aliado para a sua saúde é o amido, hidrato de carbono complexo que, graças à sua entrada lenta da glicose no sangue, prolonga a sensação de satisfação e retarda o apetite, bem como a falta de energia. A estes nutrientes juntam-se ainda o zinco, potássio, magnésio, manganês, fósforo e a tiamina (vitamina B1), indispensável ao bom funcionamento do sistema nervoso e do coração, ao mesmo tempo que auxilia as células na produção de energia. O consumo regular de grão previne ainda o aparecimento do cancro do intestino e auxilia na redução do colesterol no sangue, controlo da diabetes e da obesidade.

Grão no prato

A sopa é uma solução prática e saborosa para incluir este ingrediente na alimentação. Se tiver oportunidade de a preparar, aproveite a água da cozedura do grão, já que os nutrientes ficam retidos no caldo. A falta de tempo não a deve desmoralizar! Actualmente, existem sopas frescas, já prontas, saborosas e que garantem a conservação dos nutrientes, que podem ir para a mesa em poucos minutos. Lembre-se que uma refeição que inclua leguminosas permite que o processo digestivo decorra de forma mais equilibrada, graças aos nutrientes que prolongam a mastigação e a ensalivação, sendo assim melhor absorvidos pelo metabolismo.


Leguminosa aliada da saúde

Não é por acaso que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um consumo regular de leguminosas. O grão, que demora perto de 140 dias a crescer, é um magnífico concentrado de sais minerais compostos que não podem ser produzidos pelo corpo humano e por isso precisam de ser ingeridos. De destacar:

O fósforo – em quantidades generosas, à semelhança do cálcio, protege os dentes e os ossos, evitando a osteoporose que afecta 27 em cada 100 mulheres;

O potássio – controla a pressão arterial, contracção muscular e o equilíbrio do corpo;

O ferro – essencial ao transporte do oxigénio e com funções na produção das células vermelhas do sangue;

O magnésio – actua sobre os malefícios dos radicais livres, conseguindo travar os efeitos do envelhecimento da pele ou o aparecimento de doenças como a arteriosclerose;

O zinco – colabora em funções importantes do organismo como a reprodução e participa em reacções químicas, prevenindo as gripes, por exemplo.

Plantado em maior quantidade na zona do Mediterrâneo e da Ásia, o grão é também rico em ácido fólico, indispensável às grávidas e ao desenvolvimento do bebé. A luteína é outro nutriente importante que actua enquanto antioxidante que reduz o risco da degeneração macular, protegendo a visão em qualquer idade. Por todas estas razões, a Nova Roda dos Alimentos sugere o consumo de 1 a 2 porções diárias, como forma de contribuir para a ingestão de proteínas, hidratos de carbono, fibras, vitaminas e minerais. Não custa nada cumprir!


Preparar grão

A vida moderna não permite muitas vezes a preparação do grão-de-bico da forma tradicional, ou seja, o grão que necessita de ficar de molho durante alguma horas antes de ser cozinhado. Além de que, para ser confeccionado, também necessita de ficar cerca de uma hora numa panela de pressão (se recorrer a uma panela normal, então o tempo necessário para a cozedura será ainda superior). Mas existem já as opções enlatadas ou congeladas que permitem introduzir esta leguminosamente fácil e rapidamente na alimentação. No caso da opção em lata, basta passar o grão por água, para sair o líquido da conserva, e adiciona-lo no fim do cozinhado, para aquecer e entranhar os restantes sabores do prato.


Ver também Tomate: história e beneficios


Fonte: Helena Cid - Nutricionista

SSD

14 de Fevereiro de 2008

A Biodiversidade e Agricultura Biológica em reflexão na Moita

Os “Polinizadores e outros auxiliares” vão estar em destaque no seminário sobre Biodiversidade e Agricultura Biológica, promovido pelo Município da Moita e o Centro de Formação das Escolas do Barreiro e Moita, que se realiza no hoje, dia 11 de Março, às 18:00h, no Auditório da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.

O seminário vai focar-se na importância da biodiversidade dos ecossistemas, o contexto global relativo à actual perda de biodiversidade, o papel da biodiversidade e dos auxiliares na agricultura biológica, a importância dos polinizadores, em particular das abelhas, bem como os serviços que prestam e ainda a problemática do desaparecimento destes insectos. sessão decorre no âmbito das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade e é dirigida a professores, técnicos de ambiente, agricultores, investigadores, munícipes e público em geral.

PROGRAMA

18:00h – Sessão de Abertura - Carlos Santos, Vereador do Pelouro do Ambiente do Município da Moita
Joaquim Raminhos, Director do Centro de Formação das Escolas do Barreiro e Moita

18:20h – Biodiversidade e serviços dos ecossistemas – crise, desafios actuais e acções locais - Dr. Nuno Oliveira, AmBioDiv – Valor Natural. Ambiente, Natureza e Sustentabilidade, Lda.

19:00h – Intervalo

19:20h – Biodiversidade em agricultura biológica – o papel dos auxiliares -
Eng.ª Raquel Sousa, Cooperativa Biosite
19:50h – As abelhas – potencial e ameaças na perspectiva dos apicultores - Dr. Joaquim Pífano, CNA/ADERAVIS (Confederação Nacional da Agricultura/Associação de Desenvolvimento Rural e Produções Tradicionais do Concelho de Avis)
Debate

20:30h – Encerramento

ARH do centro: Recuperação das salinas começa terça-feira | Diário de Coimbra |por Manuela Varela

A Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Centro analisou a situação e foi célere a decidir: as obras de recuperação das margens de protecção das salinas da Figueira da Foz começam terça-feira.

A ARH do Centro foi alertada para a situação, na quarta-feira, pelo presidente da Câmara da Figueira da Foz, Ataíde das Neves, que se deslocou àquela zona do salgado, a Sul do concelho, como oportunamente noticiámos, e constatou “in loco” o problema. De acordo com a ARH do Centro, após terem tomado conhecimento da situação, os técnicos daquele instituto público deslocaram-se também ao local, para se inteirarem da situação. Ainda na quinta-feira, refere uma nota à Imprensa ontem emitida, ao final da tarde, pela ARH do Centro, decorreu «uma reunião entre o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz e a presidente da Administração da Região Hidrográfica do Centro, Teresa Fidelis, na qual se procurou definir a estratégia a seguir, considerando a necessidade de uma rápida resolução do problema, face aos riscos evidentes».

O encontro entre Ataíde das Neves e Teresa Fidelis deixou ainda definida a intervenção a realizar por parte daquele organismo, «estando previsto que os trabalhos se iniciem na próxima terça-feira», refere ainda o documento.

Uma tomada de posição que reflecte a vontade de «actuar de forma célere», expressa por Teresa Fidelis, «sempre que esteja em risco a salvaguarda de pessoas e bens», «contribuindo assim para minimizar o impacto destes fenómenos», diz ainda a presidente da ARH do Centro.

E, efectivamente, a intervenção daquele organismo revela-se urgente, uma vez que o rombo verificado numa das margens (mota) de protecção das salinas, põe em causa a «produção de sal da próxima época».

Foi, de resto, esta preocupação que os proprietários das salinas manifestaram ao presidente da autarquia, que se deslocou ao local acompanhado pelo vereador do ambiente e pelo presidente da Junta de Freguesia de Lavos. Em causa está uma zona de salgado, localizada a Sul do concelho, com cerca de uma dezena de salinas que garantem uma produção média de 900 toneladas de sal por ano. Mas, para além de ameaçar “afundar” as marinhas, como dizia António Planeta, a força da água praticamente destruiu os separadores e caminhos das salinas e afectou a produção agrícola, obrigando a «soltar o gado», para evitar que morresse afogado.

Esta intervenção da ARH do Centro, para além de resolver os problemas que afectam as salinas do Morros Compridos, Eiras Largas, Vermelhita, Vermelha, Boca d´Aveia, entre outras, certamente evitará, também, que outras marinhas sejam afectadas.

A intervenção prevista pela ARH do Centro para reabilitar a estrutura de protecção da margem consiste na «colocação de estacaria e reposição de terra», de forma a garantir a «manutenção da defesa natural das salinas da invasão das águas».


Fonte: Diário de Coimbra de 6 de Março de 2010

Uma receita para o dia 8 de Março: Día internacional das mulleres. 100 anos celebrando, toda unha vida loitando

***8M Día internacional das mulleres. 100 anos celebrando, toda unha vida loitando from Recdeiras on Vimeo.

Dia 18 de Março, o Seminário Internacional “A Cidade a Pé”, no Centro Cultural e de Congresso de Aveiro, entre as 9.00 e as 18.00


A Câmara Municipal de Aveiro promove, no dia 18 de Março, o Seminário Internacional “A Cidade a Pé”, no Centro Cultural e de Congresso de Aveiro, entre as 9.00 e as 18.00.
O seminário surge no âmbito do Projecto Europeu de Mobilidade Active Access, integrado no programa europeu Intelligent Energy Europe, do qual o Município de Aveiro é um dos 17 parceiros europeus que integram a rede de cidades promotoras de medidas de mobilidade.
Este evento pretende divulgar e discutir o objectivo principal do Projecto Europeu “Active Access”, que reside na promoção de políticas que aumentem a circulação ciclável e, sobretudo, pedonal nas pequenas deslocações dos cidadãos, ganhando consciência das hipóteses de compras, serviços e lazer na sua vizinhança. Estarão presentes representantes e especialistas dos diversos parceiros europeus.
O projecto europeu ambiciona conseguir uma redução do consumo de energia e emissões, bem como melhoria na saúde das populações, prosperidade do comércio tradicional e ainda o aumento do sentido de pertença a um lugar, reforçando os laços de vizinhança e implementando a urbanidade.
O projecto Active Access, tem como parceiros europeus, para além de Aveiro, uma rede constituída pela Universidade de Napier (líder do consórcio) e pelas cidades de Koprivnica na Croácia, L’Aquila em Italia, Szeged na Hungria, a Austrian Mobility Research, o município de Tartu na Estónia, a Agência de Energia de Harguita, o Club de Ciclistas da Hungria, o Centro Nacional de Saúde da Eslovénia, o Instituto Alemão de Assuntos Urbanos, a Agência de Energia Prioriterre de Annecy em França, a Agência de Energia de Ribera em Espanha, Cities 4 Mobility, Universidade de Chipre, Walk 21 e The Association for Urban Transition.

Seminário para o Associativismo III Associativismo e Democracia Participativa





ÁGUEDA 26-2-2010
Promovido pela D'Orfeu e Camara Municipal de Águeda
Orientadores :
Rui D'Espiney (ICE ) e Miguel Torres (ACERT)
(dirigentes associativos de duas associações promotoras do Movimento pelo Associativismo e Democracia Participativa)


Participantes: 51 pessoas de cerca de 20 associações

O debate decorreu em torno de cinco questões chave:(dirigentes associativos de duas associações promotoras do Movimento pelo Associativismo e Democracia Participativa) O que se entende por democracia participativa?Que relações entre a democracia participativa e democracia representativa?O que é o Associativismo Cidadão?Quando é que este é uma componente da democracia participativa?Como promover a defesa da sustentabilidade económica do associativismo, enquanto
condição necessária ao funcionamento da democracia como um todo ?Ponto de partida para a reflexão:As desigualdades que se manifestam na nossa sociedade, e o papel determinante que cabe às associações na inversão desta realidade:As desigualdades entre os cidadãos: não se limitam a questões económicas, são também desigualdades no acesso ao exercício da cidadania do poder. “O mais trágico da pobreza não é ao falta de teto ou comida é o resultado que produz na auto-estima das pessoas” (Madre Teresa de Calcutá) ... e desta auto-estima (auto-estigma) criada pela pobreza resulta a descrença da possibilidade/utilidade da participação.As desigualdades entre os dois pilares da democracia, isto é, entre a democracia representativa e a democracia participativa : embora contempladas com dignidade igual na constituição, a primeira é financiada na propaganda, nos funcionários, nas actividades, nos eleitos... enquanto a segunda não é financiada de maneira nenhuma. Os próprio financiamento dos projectos, quando existe, exclui o funciona da associação que lhe dá vida... e as associações ainda têm de carregar o estigma da subsideodependencia. Será a democracia representativa considerada subsideodependente?democracia participativa?Democracia? É o poder partilhado. Democracia participativa ? O poder partilhado que se exerce ( enquanto a democracia representativa é o poder partilhado que se delega).
As pessoas encontram-se em torno de incómodos, de desejos, de gostos, de projectos...
democracia participativa: forma de poder em que pessoas ou grupos participam num objectivo partilhado, /e conseguem colocar na agenda pública assuntos ou questões que preocupam o grupo – de forma a influenciar decisãos políticasCombate às desigualdades do exercício de poderAssociativismo Cidadão? associações enquanto escolas de cidadania: através do convívio entre gerações, do trabalho em grupo, em equipa... da partilha do sonho, do projecto... do respeito pelo outro, pelo da minha equipa ou pelo adversário... Como se desconstroi o perfil de “ser mandado”? Se temos capacidade para fazer coisas isso muda a nossa personalidade... a maioria dos dirigentes associativos de hoje formou-se como cidadão participativo no seu percurso associativo desde criança ou jovem.Enquanto escolas de cidadania as Associações são, a longo prazo, factor de coesão social .relação entre associação e população: necessidade de informalizar;clareza de objectivos visibilidade dos mesmos para o público/transparencia/abertura do espaço público/ousar transmitir ideias novasA relação é mútua: há a participação que a associação que provoca na comunidade X mas também a comunidade gera participação na associação.
Pedagogia da escuta.Quando é que o Associativismo Cidadão é Democracia Participativa? È necessário transcender os seus limites locais...colocar na agenda pública os temas do grupo – influenciar decisãos políticasÉ necessário descobrir os novos espaços/ ferramentas de expressão de cidadania
Construir redes... Um projecto para a cidade?para a região? Causas partilhadas/VisibilidadePartilhar poder pressupõe prescindir de uma parte do meu poder para dar os outros, e construir o meu poder em função do poder do outro.Ao promover a associação do Outro promovemos a nossa; e necessário compreender que poder partilhado é poder fortalecido.
As associações são formas organizados de democra participativa quando são elas próprias de espaços de aprendizagem/ construção de cidadania. E também promotoras de cidadania. Quando assumem a preocupação, a batalha, da formação cidadã -do cidadão que participa, intervem, que se sente incomodado com as injustiças e é capaz de se projectar para o futuro na construção de futuros alternativos.democracia participativa e democracia representativa?Como é que a democracia representativa e participativa se podem articular dentro de uma associação? A assembleia geral como espaço de participação é suficiente? A participação mais activa é bem vista? Necessidade de eliminar a hierquização na capacidade de transmitir ideias novas...A historia do associativismo é a história da construção de cidadãos... a democracia representativa tem de espelhar esta nova pratica de poder dos novos cidadaos.E não esquecer:Que este Workshop se insere no Movimento do Associativismo e Democracia Participativa...
Que já aderiram mais de 100 associaçõesQue se prevê a realização de um Congresso em Novembro 2010Que se pretende dignificar /requalificar /fazer reconhecer o papel do Associativismo na construção de cidadão participativos/factor de coesão socialQue se pretende dignificar /requalificar /fazer reconhecer a Democracia Participativa enquanto sustentáculo da Democracia, a par com a Democracia Representativa.
Que se apresentará um Caderno Revindicativo.

Zé Tovar

A quebrada nas Salinas da Figueira da Foz, Núcleo de Lavos | 2010

clique para ampliar


A Quebrada nas Salinas de Lavos, Figueira da Foz, em 2010

Uma "quebrada" é uma ruptura numa mota (muro de terra).
Nas fotos vê-se uma quebrada que teve início na última semana de Janeiro de 2010, na Salina das Craveiras.


A quebrada permitiu a entrada da água do rio pelos viveiros (zona das salinas de reserva de água), destruindo as motas internas das salinas.



As salinas ficaram transformadas em autênticos lagos. A água nãos e escoam na maré baixa


Visita do Presidente da Câmara da Figueira da Foz, às Salinas para se inteirar da situação.


Marnotos no dia da visita à quebrada
Jornalista do Diário de Coimbra, Bela Coutinho, a falar com um marnoto da Salina Morros Compridos, o Sr Luís.

Cereais são o principal produto de cultura biológica em Portugal

Os 233 mil hectares afetos, em Portugal, à agricultura biológica representavam três por cento do total, segundo dados de 2007.

Os cereais, com 74,7 por cento, são o principal produto da agricultura biológica em Portugal, seguindo-se a forragem (23,3 por cento), as culturas industriais (1,9 por cento) e os legumes (0,1 por cento).

A agricultura biológica é definida como um método de produção assente na proteção ambiental e no bem-estar animal.

Na agricultura biológica, os produtores evitam ou reduzem ao máximo o uso de produtos químicos, bem como os pesticidas e os medicamentos.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/55500

Resioeste distribui compostores domésticos para reciclar lixo


A Resioeste deu início à terceira fase do projecto “Compostar outra forma de Reciclar” que prevê a distribuição de três mil compostores domésticos.

Este projecto arrancou em 2007 nos concelhos do Oeste que foram objecto de estudo pelo Instituto Politécnico de Leiria, tendo sido alargado na segunda fase em 2009 aos 14 concelhos que integram este sistema multimunicipal, aprofundando em 2010 a relação com os municípios no objectivo de dar a possibilidade à maior parte da população caracterizada de possuir este equipamento, produzindo adubo natural para ser utilizado na horta ou jardim e desviar um volume significativo de matéria orgânica a depositar em aterro.

O grupo-alvo deste projecto, são os agregados familiares compostos no mínimo por 3 pessoas que residem em habitações que integram espaços com condições para a operacionalização de práticas da compostagem doméstica.

Na segunda fase do Projecto de Compostagem Doméstica, que decorreu no ano de 2009, a distribuição dos compostores foi efectuada em 134 freguesias dos 14 concelhos. Nas Caldas da Rainha foram contempladas as freguesias de A-dos-Francos, Alvorninha, Carvalhal Benfeito, Coto, Foz do Arelho, Landal, Nadadouro, Nossa Sr.ª do Pópulo, Salir de Matos, Salir do Porto, S. Gregório, Serra do Bouro, Stª Catarina, Stº Onofre e Tornada.

No total foram distribuídos 1991compostores domésticos.

A entrega dos compostores domésticos foi precedida sessões públicas de sensibilização, realizadas essencialmente em Juntas de Freguesia.

Paralelamente, operacionalizaram-se pedidos de instituições escolares de 6 concelhos da região (Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã e Sobral de Monte Agraço), com sessões técnicas em conjunto com os professores para a implementação da compostagem nas escolas.

Nesta terceira fase a Resioeste tem para distribuição mais 3000 compostores.

Fonte: http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/03/03/resioeste-distribui-compostores-domesticos-para-reciclar-lixo/

Alice e as múltiplas edições do País das Maravilhas

As aventuras de Alice no País das Maravilhas, inventadas há mais de um século pelo matemático britânico Lewis Carroll, estão por estes dias nos escaparates e a culpa é de Tim Burton.

Por conta da estreia, na quinta feira, do filme "Alice no País das Maravilhas", de Tim Burton, as histórias que Lewis Carroll publicou em 1865 foram agora reeditadas em Portugal e são várias as traduções e os formatos escolhidos.

Desde os anos 1950 foi publicada mais de uma dezena de traduções diferentes dos textos de Lewis Carroll por outras tantas editoras, muitas delas com as mesmas ilustrações de John Tenniel.

A Europa-América e a Presença acabam de reeditar as suas traduções de "Alice no País das Maravilhas" e "Alice do outro lado do espelho", duas obras intemporais, que sobreviveram a quase século e meio, desde que foram publicadas.

A D. Quixote publicou a história do argumento de Linda Wooverton para o filme de Tim Burton, que tem alterações em relação ao texto e ao universo inventado por Lewis Carroll.

A ficção do escritor britânico está longe de ser apenas um livro para o público mais jovem, mas somam-se várias edições para essa faixa etária, com Alice a ganhar novas feições, como a que foi ilustrada em finais dos anos 1990 por Teresa Lima, Prémio Nacional de Ilustração.

A esta juntam-se, por exemplo, a adaptação de Robert Sabuda com imagens tridimensionais, o chamado "pop up", pela Afrontamento, em 2004, a da ilustradora Lisbeth Zwerger, editada pela Ambar em 2001, e a recente edição de Zdenko Basic, pela Arte Plural.

"Alice no País das Maravilhas" é uma das histórias que sofreu mais adaptações e que mais influenciou ao longo do século XX, pelo universo do absurdo, pelas personagens fantásticas e irreais, pelas múltiplas interpretações para adultos e crianças.

Tudo partiu da imaginação de um matemático que, num piquenique em 1862, contou uma história de aventuras a uma menina chamada Alice Liddell, de dez anos, filha de um vizinho.

Na altura, Lewis Carroll, pseudónimo de Charles Dogson, publicou o clássico "Alice no País das Maravilhas", do qual, algum tempo depois, escreveria uma sequela, "Alice do outro lado do espelho".

Para quem gosta de escutar uma boa história, à semelhança do que fez Alice Liddell, a editora 101 Noites lança na próxima semana o audiolivro "Alice no País das Maravilhas", com leitura de Mafalda Lopes da Costa.

A edição terá ainda um guia com as histórias por detrás das principais personagens criadas por Lewis Carroll, do Chapeleiro Louco à louca Rainha de Copas, do gato de Cheschire a Humpty Dumpty.

A todas estas edições junta-se agora a versão de Tim Burton, num universo mais negro, visualmente grotesco e a três dimensões, a partir de quinta feira nos cinemas.

Fonte: http://www.ionline.pt

Apresentação do Projecto por uma Horta Universitária


Um grupo de estudantes pertencentes a diferentes cursos, de 1º e de 2º ciclo (Filosofia, Geografia, Ciência da Comunicação, …),
querem fazer uma horta Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.– jardim de estudantes gerida segundo os princípios e sensibilidade da permacultura. Tentaremos criar um espaço partilhado que seja didáctico, bonito e frutífero. Isto graças à sinergia das plantas, hortaliças, flores e aromáticas-medicinais, que se ajudam reciprocamente, facultando assim o bem-estar deste micro-ecossistema.
O propósito é de estimular a reflexão sobre:
A importância do aumento das actividades colectivas e criativas geridas pelos estudantes;
A necessidade urgente de intervir, de forma activa, na consciência e nos hábitos de vida dos estudantes, do pessoal docente e de toda a cidadania;
A finidade dos bens comuns e a verdadeira importância destes para o bem-estar humano;
A actual inexistência de uma ligação do ser humano com a natureza;
A ausência na planificação urbanística de lugares verdes saudáveis.
A necessidade de harmonizar a satisfação das nossas exigências com as possibilidades vitais do nosso ecossistema Terra

A injustiça, a agressividade e o terror actuados pelo sistema económico capitalista, quer com os indivíduos quer com os recursos, alienados e expropriados.
A horta biológica na universidade tem inúmeras vantagens, para todo o pessoal e para o espaço em si:
A produção de hortícolas é uma actividade bonita e que nos alimenta em todos os sentidos;
Alimento imediato saudável sem necessidade de deslocação;
Qualidade nutricional e energética dos alimentos, pois para além de não crescerem com adubação química e de não serem tratados com herbicidas e pesticidas, estes alimentos contêm um valor energético superior devido ao seu crescimento natural e de receberem a qualidade da nossa atenção e dedicação;
É uma excelente decoração natural;
É prático;
É saudável;
É barato;
É educacional e didáctico em qualquer idade;
Permite-nos observar os ciclos naturais a completarem-se, desde o lançamento da semente, à rega, ao acompanhamento de todas as fases de crescimento, à colheita do fruto ou da vagem, à ingestão nas refeições, ao retorno dos restos de cascas, caules, raízes folhas, caroços, etc... ao composto orgânico para decomposição para no próximo ano fertilizar o solo para nova plantação;
Não promove o sistema de produção e distribuição agrícola químico e intensivo, cuja qualidade é não só desconhecida pelo consumidor, como é injusta para o agricultor, uma vez que é quem recebe menos valor em todo o processo.
Queremos revitalizar o espaço perto do pavilhão novo;
Pedimos autorização para utilizar a água de uma das torneiras disponíveis da casa-de-banho do pavilhão novo, que fazemos chegar até ao espaço da futura horta através de uma mangueira.
Pedimos autorização para utilizar as ferramentas dos responsáveis pela jardinagem da faculdade

Metodologia aplicada:
A Permacultura
Queremos estudar/utilizar a metodologia da permacultura, que propõem as técnicas das camadas elevadas e as sinergias naturais entre das plantas.

Exemplo oferecido pela horta da Faculdade de Ciência :
Policultura (mistura variada de plantas)

As camadas elevadas possibilitam uma maior profundidade das raízes, solo mais solto e diminuição do risco de calcar as camas inadvertidamente, compactando o solo. Se houver chuvas muito fortes, os caminhos à volta das camadas escoam a água, de maneira que as plantações não ficam afectadas. A cobertura do solo (mulching) é uma técnica que tem várias vantagens. Proteger a camada superficial e as plantas jovens de chuvas fortes; no Verão evita a exposição directa do solo à luz solar, retendo a humidade. A cobertura, sendo vegetal, acaba por se decompor lentamente transformando-se em matéria orgânica e enriquecendo a terra.
Antes de adicionar os materiais, ensopa-se bem o solo. De seguida cobre-se com capim ainda sem semente, cortado das redondezas.

Juntamente com o capim, adicionam-se também folhas e restos de pequenas aparas de jardim enquanto se prepara à parte o papel e caixas de cartão. Estas camadas, bem sobrepostas, de cartão e papel vão evitar que cresçam ervas que eventualmente estejam em semente no capim e nas folhas adicionadas anteriormente, para além de adicionarem matéria biodegradável que irá constituir a estrutura do novo solo. Após adicionados mais alguns restos de folhas por cima do cartão, adiciona-se alguma terra estrumada (o estrume virá do centro hípico existente nos arredores da UL). Para que a cama fique pronta para ser imediatamente semeada coloca-se uma camada de terra preta que irá também compactar um pouco as camadas anteriores.

E a cobertura final com palha para evitar a evaporação, a compactação e deslocamento excessivo da terra superficial, no caso de surgir chuva forte. Com o tempo esta palha irá decompor-se, adicionando mais matéria orgânica.

Contacto: Andrea:
Mazzpazz@gmail.com
Fonte: http://gaia.org.pt/node/15341

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