The 2010 Biodiversity Target : Hit or Miss?

Lesmas de Ansião

Ingredientes

Farinha


Açúcar



Ovos



Margarina



Azeite (ver as vantagens do azeite para a saúde)



Canela



Fermento de padeiro



Soda



Sal

  • Preparação:

Mistura-se o açúcar, os ovos, o fermento, a margarina, o azeite, a soda, o sal e a farinha, à qual foi previamente adicionada a canela. À medida que se juntam os ingredientes, deve-se ter o cuidado de mexer sempre. Quando estiver pronto, deixa-se a massa em repouso durante umas horas. Tendem-se pequenas bolinhas, que depois se alongam e vão ao forno.



Fonte: http://www.olhadela.com/anews01/ansiaonews03a20h.html


Good Life - Music Video

Stacey Kent - La Venus du Mélo

Descoberto o primeiro animal que não necessita oxigénio para viver

Espécies da família Loricifera têm menos de um milímetro de  comprimento
Espécies da família Loricifera têm menos de um milímetro de comprimento
07 Abril 2010 - 19h25

O oxigénio é essencial à vida? A questão pode ser colocada agora, depois de uma equipa de cientistas italianos e dinamarqueses ter descoberto, nas profundezas do Mar Mediterrâneo, três espécies animais pluricelulares que não necessitam de oxigénio para sobreviver.

As criaturas, com menos de um milímetro de comprimento, habitam a três mil metros de profundidade, sem que os seus organismos possuam mitocôndrias, os organelos celulares responsáveis pela conversão de açúcar e oxigénio em energia, contrariando todos os outros animais, fungos e plantas que se conheciam até hoje.

Por seu turno, estas três espécies da família Loricifera descobertas na bacia de Atalante (Grécia) outros organelos que permitem a produção de energia a partir de reacções enzimáticas.

“Acreditávamos que estes ambientes extremos hipersalinos apenas eram habitados por vírus e bactérias. Estes animais pluricelulares já tinham sido vistos mas apenas em águas com algum oxigénio. Estas amostras que recolhemos das zonas mais profundas revelaram animais vivos e alguns continham mesmo ovos”, revelou Roberto Danovaro, investigador da Universidade Politécnica de Marche (Itália) e coordenador do estudo agora publicado na revista ‘Nature’.




L.M.N.

Declaração Alimentar Europeia

Nós, abaixo-assinados, acreditamos que a União Europeia tem de responder aos desafios urgentes que a Europa enfrenta no domínio da agricultura e da alimentação.

Depois de mais de meio século de industrialização da produção agrícola e alimentar, a agricultura familiar e as produções alimentares locais diminuíram substancialmente na Europa. Hoje, o nosso sistema alimentar está dependente dos combustíveis fósseis, não reconhece a água e a terra como recursos limitados e apoia regimes alimentares prejudiciais para a saúde, ricos em calorias e gorduras e pobres em frutas, verduras e cereais. No futuro, o aumento dos preços da energia, a perda drástica de biodiversidade, as alterações climáticas e a diminuição das terras agrícolas e da água disponível constituirão uma ameaça para a produção de alimentos. Ao mesmo tempo, uma população mundial em rápido crescimento enfrentará problemas de fome e doenças crónicas devido ao consumo excessivo de alimentos.

Apenas conseguiremos responder com sucesso a estes desafios com uma abordagem completamente diferente às actuais práticas e políticas agrícolas e alimentares. A União Europeia deve reconhecer e apoiar o papel crucial da agricultura familiar no abastecimento alimentar da população. Todas as pessoas devem ter acesso a alimentos saudáveis, seguros e nutritivos. O modo como nós cultivamos, distribuímos, preparamos e consumimos os alimentos deve honrar a diversidade cultural da Europa, proporcionando, ao mesmo tempo, uma alimentação justa e sustentável.

A Política Agrícola Comum (PAC) actual está em discussão e será reformada em 2013. Depois de décadas em que as empresas multinacionais e a Organização Mundial do Comércio (OMC) dominaram a política agrícola e alimentar, é tempo da população da Europa se voltar a apropriar da sua política agrícola e alimentar: está na hora da soberania alimentar. Acreditamos que uma nova Política Agrícola e Alimentar Comum deve garantir e proteger um espaço de cidadania na UE e nos países candidatos, onde haja a possibilidade e o direito dos cidadãos definirem os seus próprios modelos de produção, distribuição e consumo, de acordo com os seguintes princípios:

A nova Política Agrícola e Alimentar Comum:

1. considera a alimentação como um direito humano universal e não como uma mera mercadoria.

2. estabelece como prioridade a produção de alimentação humana e animal para a Europa e volta a colocar o comércio internacional no seu devido lugar, controlando-o com equidade, justiça social e sustentabilidade ambiental. A PAC não deve prejudicar os sistemas agrícolas e alimentares de outros países.

3. promove modelos de alimentação saudáveis, orientados para dietas à base de vegetais e para uma redução do consumo de carne, gorduras saturadas, produtos altamente transformados e ricos em energia, respeitando, simultaneamente, padrões alimentares tradicionais e culturais.

4. dá prioridade à manutenção da agricultura em todo o território Europeu, com muitos agricultores que produzam alimentos e mantenham a paisagem rural. Isto não é possível sem preços justos e seguros para os produtos agrícolas, que permitam um rendimento digno para os agricultores e trabalhadores rurais e preços justos para os consumidores.

5. garante condições justas e não discriminatórias para os agricultores e trabalhadores rurais da Europa Central e de Leste e promove o acesso justo e equitativo à terra.

6. respeita o meio ambiente local e global, protege os recursos escassos do solo e da água, aumenta a biodiversidade e respeita o bem-estar animal.

7. garante que a agricultura e a produção alimentar permanecem livres de OGM, promove a utilização das sementes dos agricultores e a diversidade de espécies autóctones.

8. deixa de promover a utilização e a produção de agrocombustíveis industriais e dá prioridade à redução dos transportes em geral.

9. assegura a transparência em toda a cadeia alimentar, para que os cidadãos saibam como é produzida a sua comida, de onde vem, o que contém e o que está incluído no preço final pago pelos consumidores.

10. reduz a concentração de poderes nos sectores de transformação e distribuição de alimentos e a sua influência sobre o que é produzido e consumido, promovendo sistemas alimentares que reduzam a distância entre agricultores e consumidores.

11. incentiva a produção e o consumo de produtos locais, sazonais e de alta qualidade, voltando a aproximar as pessoas dos alimentos e dos produtores.

12. disponibiliza recursos para ensinar às crianças os conhecimentos essenciais para produzir, preparar e apreciar uma alimentação saudável e nutritiva.

Receita de Paella

Pousada de Elvas reabre após obras de remodelação

A Pousada de Elvas vai voltar a abrir na quinta-feiraA Pousada de Elvas, a mais antiga de Portugal, vai reabre as suas portas na quinta-feira, após ter estado encerrado para obras de manutenção e remodelação, conforme anunciou esta terça-feira a directora da área de Comunicação do Grupo Pestana, Patrícia Reimão. A responsável adiantou ainda que as intervenções na unidade hoteleira abrangeram sobretudo as canalizações e o restaurante, incluindo também pinturas exteriores e interiores.

A pousada havia encerrado a 2 de novembro de 2009 para obras, aproveitando “a época baixa”. Durante o período de encerramento, que termina na quarta feira, os funcionários daquela pousada “gozaram férias e folgas em atraso, além de terem prestado serviço noutras pousadas da região”, segundo Patrícia Reimão. A Pousada de Elvas, com 25 quartos, é a mais antiga do país, e, na altura do encerramento, tinha 23 funcionários.

Por outro lado, o Grupo Pestana, vai encerrar a Pousada de São Miguel, em Sousel, igualmente no distrito de Portalegre, unidade que tinha fechado para obras de remodelação a 2 de novembro de 2009 e que não vai voltar a abrir. De acordo com a directora de Comunicação, o Grupo Pestana vai abandonar a gestão da Pousada de São Miguel a partir de quarta feira.

Mostrando todo o seu desagrado, o presidente do município de Sousel, Armando Varela, insurgiu-se recentemente contra o encerramento daquela pousada e lamentou que a empresa tenha informado o município daquela decisão “com pouco tempo de antecedência”. Segundo o autarca, o Grupo Pestana vai entregar a pousada à Empresa Nacional de Turismo S.A. (ENATUR). No entanto, Armando Varela deixou a promessa de não baixar os braços, tendo já desenvolvido reuniões com várias entidades no sentido de manter a Pousada de São Miguel de portas abertas.

A Pousada de São Miguel, a primeira unidade hoteleira de turismo cinegético do país, está situada no cimo da colina de São Miguel, a poucos quilómetros da vila alentejana de Sousel. A unidade hoteleira, inaugurada em 1992, possui 28 quartos duplos e quatro suites com terraços privativos, e tinha 18 funcionários aquando do encerramento para obras.

Apesar do encerramento da unidade hoteleira alentejana, o Grupo Pestana assegurou que os funcionários da mesma foram destacados para trabalhar nas pousadas mais próximas.

Fonte: http://www.lusomotores.com/index.php?option=com_content&task=view&id=6489

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