DL42 2008 : estabelece o regime jurídico a que fica sujeita a actividade de comércio a retalho não sedentária exercida por feirantes

Decreto -lei que estabelece o regime jurídico a que
fica sujeita a actividade de comércio a retalho não sedentária
exercida por feirantes, bem como o regime aplicável
às feiras e aos recintos, públicos ou privados, ao ar livre
ou no interior, onde as mesmas se realizam.

 

Decreto-Lei simplifica o regime de acesso e de exercício de diversas actividades económicas no âmbito da iniciativa «Licenciamento Zero»

Este Decreto-Lei, hoje aprovado na sua versão final depois de obtida a necessária autorização legislativa do Parlamento, simplifica o regime de exercício de diversas actividades económicas no âmbito da iniciativa «Licenciamento Zero». Pretende-se reduzir encargos administrativos sobre os cidadãos e as empresas, mediante a eliminação de licenças, autorizações, validações, autenticações, certificações e registos, substituindo-os por um reforço da fiscalização sobre essas actividades.

O novo regime simplificado para a instalação e a modificação de estabelecimentos de restauração ou de bebidas, de comércio de bens, de prestação de serviços ou de armazenagem, substitui o licenciamento administrativo prévio destes estabelecimentos por uma mera comunicação num balcão único electrónico, que passa a ser suficiente para iniciar a actividade. A informação é partilhada por todas as autoridades com interesse relevante no seu conhecimento, nomeadamente, para efeitos de fiscalização ou de cadastro.

Assim, consagra-se o princípio do balcão único electrónico, de modo a que seja possível num só ponto cumprir todos os actos e formalidades necessárias para abrir diversos estabelecimentos, incluindo os meios de pagamento electrónico. Esse balcão (Balcão do Empreendedor) vai estar disponível em três línguas e será acessível através do Portal da Empresa. O Balcão do Empreendedor estará igualmente disponível nas Lojas da Empresa e nos municípios que o pretendam disponibilizar, bem como em outros balcões públicos ou privados, em termos a acordar com a Agência para a Modernização Administrativa, I. P.

Simultaneamente, simplificam-se ou eliminam-se vários licenciamentos habitualmente conexos com as actividades económicas em causa e concentram-se eventuais obrigações de mera comunicação prévia no mesmo balcão electrónico. Estão em causa actos como: a instalação de um toldo, de um expositor ou de outro suporte informativo, a colocação de uma floreira ou de um contentor para resíduos, novo mapa de horário de funcionamento e afixação e inscrição de mensagens publicitárias de natureza comercial.

O Decreto-Lei elimina, ainda, o regime de licenciamento de exercício de outras actividades económicas, para as quais não se mostra necessário, tais como a venda de bilhetes para espectáculos públicos em estabelecimentos comerciais e o exercício da actividade de realização de leilões em lugares públicos, proporcionado e adequando um regime de controlo prévio

Finalmente, reforça-se a fiscalização dos estabelecimentos que, com este diploma, passam a poder iniciar a sua actividade, com menos formalidades. Assim, é ainda reforçada a fiscalização da utilização privativa destes bens dominiais, nomeadamente através do poder concedido aos municípios para remover, destruir ou por qualquer forma inutilizar os elementos que ocupem o domínio público ilicitamente, a expensas do infractor.

Fonte:

Presidência do Conselho de Ministros 


Conselho de Ministros de 27-01-2011

Abrir um pequeno negócio vai dispensar licenciamento prévio

CES: Bancos Comunitários, moedas locais e regionais como instrumentos de desenvolvimento local

Yves Cabannes, University College London

31 de Janeiro de 2011, 14.00, Sala Keynes, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

Resumo

Frente à crise monetária mundial e às mudanças estruturais do sistema financeiro internacional que teve efeitos dramáticos sobre as economias locais e sobre as condições de vida dos mais necessitados, surgem experiências concretas e debates sobre a necessidade de criar moedas locais e regionais. A intenção é sempre a mesma: dinamizar as economias locais,em benefício dos produtores directos e dos mais necessitados.
 
Depois de um breve resumo das mudanças estruturais do sistema financeiro internacional, o curso apresenta, um panorama mundial das evoluções recentes e das experiencias mais  significativas de moedas regionais e locais. Não obstante, a criação de moedas locais não ser de forma alguma um tema recente, têm sido efectuadas diversas experiências, em várias partes do mundo, por exemplo durante a República Espanhola (1937 em particular), ou no município de Wörgl na Áustria dos anos 30, ou mais recentemente na Argentina, após a crise de 2001.

 Num segundo momento, a experiência do Banco Palmas no Conjunto Palmeira, Fortaleza, Brasil, será apresentada e analisada criticamente, a partir dos seus vários aspectos: moeda local, microcréditos,empresas de economia social e solidária, clubes de trocas, cartão de crédito (Palma Card) local. Um balanço do impacto sobre o desenvolvimento económico e social do Conjunto Palmeira, dez anos depois do lançamento do BancoPalmas abrirá o momento do debate.

A Cultura e a Crise-Debate: dia 17 de Fevereiro pelas 21h no Bar Sabot, na R.Alfredo Costa nº74,1º, em Sintra ( junto à estação dos comboios


Tem futuro a concepção de  vida cultural que hoje marca a nossa praxis quotidiana?

A mudança de paradigma e as solicitações da sociedade global exigem que se ultrapassem bloqueios instalados, o espírito corporativo, a incapacidade para congregar sinergias, a subsidiodependência e a suburbanidade de escolhas .

Como?
E Sintra, como age e reage a comunidade em dias de PEC?

Esses os temas de um debate aberto que a Alagamares vai promover no dia 17 de Fevereiro pelas 21h no Bar Sabot, na R.Alfredo Costa nº74,1º, em Sintra( junto à estação dos comboios).

Entrada livre

.Aceitam-se sugestões para convites e temas, através do nosso mail   info@alagamares.net            

IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e não Discriminação, 2011 -2013,

150 ideias de pequenos negócios que pode iniciar com pouco investimento inicial


clique na imagem para aceder ao site


Workshop «Plantas Medicinais e Aromáticas do Sobreiral e Alimentação Saudável», por Isabel Ferreira, que se irá realizar no Centro de Artes e Ofícios, em São Brás de Alportel, dia 30 de janeiro, das 10h00 às 13h00.

A Rota da Cortiça promove o workshop «Plantas Medicinais e Aromáticas do Sobreiral e Alimentação Saudável», por Isabel Ferreira, que se irá realizar no Centro de Artes e Ofícios, em São Brás de Alportel, dia 30 de janeiro, das 10h00 às 13h00.

A agricultura biológica, as potencialidades e características das plantas medicinais e aromáticas, e a importância de uma alimentação equilibrada para o bem estar físico, vão ser os temas abordados.

Devido ao número limitado de participantes, é necessária a inscrição prévia no local ou através do número 289840018, 960070806, ou utilizando o e-mail info@rotadacortica.pt . 

A Guerra da Mercearia

Pontes de Mudança: sociedades sustentáveis e solidárias, de Edgar Silva e Sofia Vilarigues



Esta obra surgiu da necessidade de avaliar realidades actuais e procurar respostas, na perspectiva da interligação verificada entre a crise social e a crise ambiental.

Emergiu da perspectiva de que a realidade social (como a natural) não é nem será nunca estática. E de que a actual globalização económica é insustentável, em termos ambientais e sociais: não considera a interligação estreita entre a humanidade e o ambiente natural (que formam um todo e como um todo têm de evoluir) e menospreza dinâmicas sociais (não dá resposta às necessidades básicas de cada ser humano, nem às suas necessidades de realização), ao assentar num modelo redutor de crescimento económico.

Estamos hoje, avaliou-se, perante um ponto de bifurcação. A nossa sociedade decai, nas armadilhas da crise actual (social e ambiental), ou emerge em novas formas de ordem.

São necessárias mudanças, que se esboçam, a pensar e implementar. Assumindo a actual orientação possível, concluiu-se, de sociedades sustentáveis e solidárias.

Inclui entrevistas a: Cristovam Buarque, Eugénio Rosa, Pedro Ferraz de Abreu, Rogério Roque Amaro, Sony Kapoor e Viriato Soromenho-Marques.

Preço no livreiro: 15€
O nosso preço: 13,50€ (portes incluídos)
Formato: 21/15
Páginas: 184
ISBN: 978-989-8336-11-8

Iris Palhas: formação e consultoria para restaurantes, cantinas e refeitórios, em alimentação vegetariana


Contactos:
Tel 911 038 075
iris.palhinhas@gmail.com

Largo Pereira dos Santos, 10
3080-136 FIGUEIRA DA FOZ

Lista de locais onde poderá deixar livros que queira doar à Déjà Lu

Déjà Lu é uma página de leilões de livros já lidos. Poderíamos chamar-lhes livros em segunda mão, mas estaríamos a quebrar toda a mística que envolve um volume que em tempos fez companhia a alguém.

O valor das vendas resultante dos leilões reverterá, na sua totalidade e de forma directa para a APPT21 (Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21) e para o Centro de Desenvolvimento Infantil DIFERENÇAS.

Se nos quiser contactar:
NIB da APPT21 para transferência bancária:0033 0000 45312272123 05

Adira à nossa página do facebook em http://www.facebook.com/pages/Deja-Lu/172870586088680


Lista de locais onde poderá deixar livros que queira doar à Déjà Lu


LISBOA


Centro de Desenvolvimento Infantil Diferenças
Centro Comercial da Bela Vista
Av Santo Condestável, Lj 32
Via Central de Chelas
1900-806 LISBOA
(fica nas galerias do antigo Feira Nova, actual Pingo Doce, da Bela Vista)

Tel - 21 839 42 22
Horário – dias úteis, das 10 às 18


Vanity Hair by Ulisses
R. Alexandre Herculano, 14A
1250-011 LISBOA
(fica na esquina com a Avenida da Liberdade)

Tel – 91 754 93 43
Horário – dias úteis das 8.30 às 20, sábados das 9 às 17h


CASCAIS

Loja Bernardino
R. Visconde da Luz, 1B
2750-415 CASCAIS
(junto ao Largo Camões)

Tel - 21 483 57 70
Horário – segunda a sábado, das 10 às 19h, e domingo das 12 às 18h.

  
SETÚBAL

Centro de Desenvolvimento Infantil DIFERENÇAS - Pólo de SetúbalClínica CONSULPED,
Rua Francisco Sá Carneiro, n.º 11 B/ 13 A,
2900-379 SETÚBAL
Contacto de referência: Margarida Silva 96 654 67 51

PORTO

Centro de Desenvolvimento Infantil do Porto
Rua Elaine Sanceau, nº 309/313 R/C
4465-619 Leça do Balio
Contacto de referência: cdiporto@hotmail.com , 93 230 00 70


VILA REAL

CDI Porto/ Diferenças - APPT21
Rua Dom Pedro Castro nº 26, 2º andar
5000-669 VILA REAL
Contacto de referência: Dr.ª Cláudia Martins Tlm: 91 987 07 98 - 93 312 91 62
claudiamar.martins@gmail.com

João Pedro: Horta biológica em Tavira

Email recebido com um pedido de divulgação de produtos biológicos em Tavira no Algarve
Bom dia, chamo-me João Pedro, e sou produtor de produtos biológicos certificados.

Só para vos dizer que temos 1 horta em Tavira onde temos frutas e legumes da época e fora dela (temos 3 estufas), certificadas pela Sativa-Portugal. Neste momento temos 3 tipos de alface, espinafre, coentros, menta, hortelã, laranja, limão, Clementina, alguma beringela, nabo, beterraba, e feijão verde.

Também temos 1 Mercearia 100% BIO, em Moncarapacho (Olhão), com cosmética, produtos de limpeza, massas,lacticínios, pão, vinhos, azeites, secos, especiarias, frutas e legumes.

Fazemos entregas ao domicílio.

os nossos contactos :
João Pedro 00351 96 283 46 79
Pauline (a minha esposa, e a responsável pela horta e administração) 00 351 96 28859 06 77

Horta: Rua de Santo António, 53/54 , Tavira. Abre 3 e 6 de manha

Loja: Rua 5 de Outubro, 24 Moncarapacho. Abre 4 e 6 todo o dia, sábado de manhã

Também me podem encontrar, no Mercado mais bonito do Algarve , em Olhão, aos sábados de manhã, das 07.00 ás 13.00.

Obrigado

João Pedro Sanches da Gama e Pauline Van Diepen
PS: agradeço sff, que me divulguem este mail.

Também já temos site:

https://sites.google.com/site/hortaformosa/

Permacultura o que é?

A permacultura é um método holístico para planear, actualizar e manter sistemas de escala humana - jardins, vilas, aldeias e comunidades, ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.
Criada pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década 70, a permacultura baseia-se na sustentabilidade dos grupos humanos e na ecologia. A origem da palavra vem de permanent agriculture, que mais tarde se estendeu a permanent culture.

Segundo Nelson Avelar "A Permacultura não é um sistema especializado e único numa determinada actividade mas sim um método de integração global de vários componentes da actividade humana, tais como agricultura, piscicultura, silvicultura (...), arquitectura, engenharia, paisagismo, ambiente, economia, sociologia, cultura, etc.. "

A agricultura biológica é um dos elementos básicos da permacultura, mas esta abarca, como foi dito, várias actividades humanas, de uma forma ligada, planeada e integrada. A permacultura abrange sistemas de dimensões tão diversas como um pequeno quintal ou horta até eco-aldeias, eco-vilas, e quem sabe, até eco-cidades e eco-regiões. Aliás, mais que um método, a permacultura é uma filosofia de vida.

Do site da TERRAMADA (Associação de Permacultura como Apoio à Recuperação de Solos Desertificados e ECOALDEIA, Portugal) retirei esta frase: "Sistemas de Permacultura são globalmente reconhecidos como muito positivos para a cultura, economia e acima de tudo ambiente e dignidade humana pois estes tem como valores éticos as seguintes orientações: Cuidar da Terra. Cuidar das Pessoas. Distribuir os excedentes e aplicar limites ao consumo."

No seguinte filme, Marcelo Bueno do IPEMA (Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica, Brasil) dá-nos uma introdução à Permacultura em 10 minutos. Se ainda não conhece esta prática sustentável, não deixe de ver.



Fonte do texto: http://sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com/2009/08/afinal-o-que-e-permacultura.html

Como plantar uma horta em sua casa ou apartamento



Aprenda com a paisagista Kátia de Camargo a montar sua própria horta de verduras e temperos. Um "Faça Você Mesmo" rápido, barato e fácil de cuidar. Ideal para ter em casa ou apartamento e até mesmo presentear os amigos.

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Veja como plantar batatas na varanda do seu apartamento

O que é o Mosaico Social, em Santa Maria da Feira?



Manuela Coelho, Chefe da Divisão de Acção Social da
Câmara de Santa Maria da Feira explica o que é o Mosaico Social, a sua origem e de que consta

Alimentos com ferro



O ferro pode ser encontrado em diversas folhas verde-escuro (como agrião, dente-de-leão, folhas de beterraba, de batata-doce, de mandioca, espinafre, agrião, salsa), grãos integrais (especialmente o trigo), amêndoas, nozes, castanha de caju, frutas secas (como damascos, passas, ameixas), brócolos, ervilhas, feijões, certas sementes (como gergelim e girassol), melaço, algas marinhas, figo, tofu, ananás, alcachofra, aveia, banana, beterraba, cenoura, aipo, couve, limão, tâmara, morango, cereja, uvas, amora, vagens, avelã, kiwi, lentilha, levedura, pêssego, pinhão, pêra, pólen, maçã, ameixa, rabanete, etc.

Embora os alimentos ricos em ferro sejam abundantes, uma pessoa que se alimente quase unicamente de produtos refinados pode vir a apresentar deficiência de ferro.

É preciso ter em atenção que existem alguns factores nutricionais que aumentam ou diminuem absorção do ferro. Por exemplo, evita beber chá durante a refeição, bem como outras bebidas ricas em taninos e farelo de trigo cru, juntamente com alimentos que contêm ferro.

Alimentos ricos em vitamina C, quando consumidos juntamente com alimentos vegetais ricos em ferro aumentam a absorção desse mineral. A maioria dos legumes e muitas frutas são excelentes fontes de vitamina C. As principais fontes são os brócolos, couve de bruxelas, couve- flor e couves de uma forma geral, pimento, tomate, ervilhas, citrinos (laranja, limão, tangerina, toranja), goiaba, kiwi, morango, mamão, etc. O uso de panelas e recipientes de ferro também contribui para aumentar a ingestão de ferro.


Dose diária recomendada de Ferro é:
Crianças (1-10 anos): 10 mg
Homens: 10 mg
Mulheres em fase pós-menopausa: 10 mg
Mulheres em fase pré-menopausa: 13 mg
Grávidas: 30 mg
Lactantes: 15 mg

Durante a gravidez, a mulher deve aumentar a ingestão diária de ferro. No entanto, não deve recorrer ao fígado de animais como fonte de ferro, pois estes possuem elevado teor de vitamina A, que pode ser tóxica para o feto em doses elevadas.

A tabela seguinte apresenta alguns dos alimentos mais ricos em ferro:


Alimento
Quantidade
Ferro (mg)
Alga marinha (arame) seca ¼ de chávena (10g) 6,4
Alga marinha (nori) seca 1 folha seca (3 0,4g)
0,4
Ameixa seca 10 unidades (85 g)
2,1
Batata com casca 1 unidade grande (200g)
2,8
Beldroegas cozidas 100 g
3,0
Brócolos ½ chávena (80 g)
0,9
Cereais enriquecidos (prontos a comer) 1 porção (40g) 4-18
Couve cozida ½ chávena (65g)
0,6
Damasco seco 10 unidades (35 g)
1,7
Ervilhas cruas ou cozidas ½ chávena (80g) 1,2
Feijão e grão cozidos ½ chávena (85 g) 2,2-26
Feijão azuki cozido ½ chávena (115 g) 2,3
Figos secos 100 g
4,8
Germe de trigo 2 colheres de sopa (14g) 1,3
Grelos de nabo cozidos 100 g
3,0
Lentilha cozida ½ chávena (100 g)
3,3
Pão de centeio escuro 1 fatia fina (25 g)
0,7
Pão de trigo integral 1 fatia (25 g)
0,9
Papas de aveia ½ chávena (130g)
0,8
Sementes de abóbora 100 g 9
Sementes de sésamo 2 colheres de sopa 1,5
Tahini 2 colheres de sopa (30g)
2,7
Tofu ½ chávena (125 g)
1,5-5
Tomate inteiro 1 unidade (125g)
0,8

Fonte: http://www.centrovegetariano.org/Article-84-Fontes%2Bde%2Bferro.html

Receita de Arroz na Frigideira, com Sal para Grelhados da Casa do Sal da Figueira da Foz


Numa frigideira anti-aderente deite um bom fio de azeite (não precisa de ser virgem extra) e pimentos cortados às tiras.

Adiciona uma colher de sopa de água para que o azeite não aqueça demasiado.


Depois, de os pimentos estarem um pouco refogados, adicione cebola cortada grosseiramente


Tempere com o Sal para Grelhados da Figueira da Foz



Adicione arroz Carolino "Garça Branca" de Maiorca, Montemor-o-Velho


Após o arroz fritar um pouco,  vá acrescentando água a ferver, à medida que o arroz vá pedindo.

Este é o som do arroz que vai pedindo água.

Quando o arroz estiver quase cozido, desligue o lume.

Este arroz é um excelente acompanhamento, ou vale por si,  por exemplo, com cenoura bio ralada.

Boletim do Projecto Ecosal Atlantis de Dezembro 2010

 

Apresentação do livro: O Campo Vai à Cidade - Agricultura Biológica, Mercado e Consumo Sustentável, de Mónica Truninger | UTAD-CETRAD

24 de Janeiro, segunda-feira, UTAD-CETRAD, sala 0.05 ex-DRM/
16:30 horas




Apresentação dos livros:

-      -      O Campo Vai à Cidade - Agricultura Biológica, Mercado e Consumo Sustentável, de Mónica Truninger

R - Ruralidades V - Modernização Ecológica, Serviços Ecossistémicos e Riscos Globais - A Ruralidade no Nosso Tempo, de António Covas e Maria das Mercês Covas

Apresentadores: Carlos Fonseca (UTAD-CETRAD) e Manuel Luís Tibério (UTAD-CETRAD)


 Organização

Grupo Sociedade, Território e Recursos, CETRAD_UTAD

Agricultora Maria Manuela: legumes e frutas biológicas em Santa Maria da Feira




A Agricultora Maria Manuela distribui cabazes com os seus legumes e frutas biológicas, no Concelho de Santa Maria da Feira.
Tem a sua exploração na Freguesia de Souto, Aldeia de Ferral.

Contactos
Tel 256 801 011 - 917 117 341
mar1a_n3la@hotmail.com

Making an Olla plant self watering clay pot on the potters wheel demo how to make a Ingleton Pottery


Plano de Promoção de Plantações de Kiwis, promovido pelo Município de Santa Maria da Feira, em parceria com a Associação Portuguesa de Kiwicultores (APK)


Primeira nova plantação de kiwis tem 2,5 hectares

A primeira nova plantação de kiwis no concelho de Santa Maria da Feira criada no âmbito do Plano de Promoção de Plantações de Kiwis, promovido pelo Município em parceria com a Associação Portuguesa de Kiwicultores (APK), situa-se na freguesia de S. João de Ver, num terreno junto à Fonte da Levezinha.
Primeira nova plantação de kiwis tem 2,5 hectaresO arranque deste novo projecto foi assinalado de forma simbólica, a 10 de Janeiro, por Celestino Portela, vereador responsável pela pasta do Desenvolvimento Económico da autarquia feirense, e André Rebelo, jovem kiwicultor de 27 anos, de S. João de Ver, licenciado em Informática, com a plantação da primeira árvore deste novo pomar, com cerca de 2,5 hectares, onde foram plantadas cerca de duas mil novas árvores.
Desde Abril de 2010 que o Município de Santa Maria da Feira e a APK estão a desenvolver um trabalho de promoção e divulgação do sector no Concelho, com o objectivo de criar oportunidades de negócio e novos postos de trabalho, e diminuir a taxa de desemprego e o abandono dos terrenos de cultivo.
Através desta parceria, a Autarquia e a APK pretendiam, numa primeira fase, aumentar de 20 para 50 hectares a área cultivada com kiwis no Concelho, mas este objectivo já foi superado, uma vez que, no âmbito deste plano, já estão garantidos 35 novos hectares de plantações de kiwis, havendo grandes perspectivas de continuar expandir o sector.
Na nova plantação de kiwis, em S. João de Ver, Celestino Portela lembrou os “resultados concretos” desta parceria do Município com a APK e apontou novos caminhos. O autarca considera que a expansão do sector no Concelho é também uma oportunidade para criar empresas agrícolas locais que prestem serviços aos kiwicultores, dentro e fora de Santa Maria da Feira. Neste momento, os kiwicultores feirenses recorrem a equipas de outros municípios para realização destes trabalhos.
Celestino Portela reiterou ainda a vontade de doar às Instituições Particulares de Solidariedade Social do Concelho os kiwis excedentes, que acabam por ficar nas árvores por não terem valor comercial, mas que têm excelentes condições para consumo. O objectivo seria formar equipas com pessoas dessas IPSS para a apanha desses, combatendo o desperdício e ajudando quem efectivamente precisa.

18:42 | Qui, 13 Jan 2011
GCRPI

O que são gorduras hidrogenadas


As gorduras hidrogenadas encontram-se frequentemente na composição de produtos, como aperitivos salgados (pipocas, batatas fritas...), produtos pré-cozinhados (empadas, croquetes, cannelloni, pizza...), bolos, bolachas..., alimentos cada vez mais consumidos

Como se obtêm e porque se usam?

O aspecto físico de um alimento gordo varia de acordo com o tipo de gordura presente na sua composição. As são gorduras insaturadas (líquidas e de origem vegetal, à excepção do óleo de coco e palma) e saturadas, sólidas à temperatura ambiente e sobretudo de origem animal (manteiga, banha ou margarinas).

A palavra saturada significa que a gordura (os ácidos gordos que a compõem) está saturada de hidrogénio. A palavra insaturada indica que lhe faltam átomos de hidrogénio.

O processo de hidrogenação industrial consiste na adição de hidrogénio aos óleos vegetais polinsaturados para que passem de líquidos a pastosos ou sólidos.

Este processo começou a ser usado devido ao baixo custo, como substituto da manteiga e outras gorduras animais, mas também porque permite maior conservação, estabilidade ao aquecimento e deixa os alimentos crocantes e secos.

Na década de 90, começaram a surgir evidências que os compostos transformados durante a hidrogenação, poderiam ter um efeito perverso na saúde.

Quais os perigos para a saúde?

A hidrogenação parcial dos óleos polinsaturados dá origem a gorduras insaturadas com uma alteração na configuração química: os ácidos gordos trans.

Estes além de aumentarem o mau colesterol, como as gorduras saturadas, ao contrário destas, baixam o bom colesterol, sendo duplamente nefastos para a saúde cardiovascular.

Quando um alimento contém óleos ou gorduras hidrogenadas significa que o deve encarar como gorduras pouco saudáveis se consumidas em excesso.

Uma pequena quantidade de ácidos gordos trans é encontrada naturalmente em alimentos de origem animal (lacticínios, carne de vaca e de borrego).

Alguns óleos refinados também podem conter trans em pouca quantidade.

Mas são os alimentos processados e o fast food que contêm mais ácidos gordos trans e cujo consumo deve ser moderado.

Os fabricantes europeus reagiram prontamente (ao contrário dos americanos), alterando as fórmulas para eliminar estas gorduras dos produtos.

A preocupação é visível nos rótulos com a menção "sem ácidos gordos trans".

Infelizmente, a restauração continua a usar gorduras ricas em trans na preparação dos alimentos fritos.

Resista aos fritos fora de casa (e em casa se tiver excesso de peso) e  leia os rótulos dos produtos alimentares, evitando os que contêm gorduras parcialmente hidrogenadas.


Fontes:

http://saberviver_nutricao.blogs.sapo.pt/1304.html
http://doc.jurispro.net/articles.php?lng=pt&pg=9385
http://www.jornaldosamigos.com.br/gordura_vegetal.htm

Agostinho Pereira | Cesteiro | Malaposta | Anadia | Portugal

Plenário do Mercadinho do Botânico com a Agrobio em 15 de Janeiro de 2011

No Mercadinho do Botânico as decisões são tomadas por todos os agricultores presentes.




Os beneficios da margarina para a saúde


Descubra as vantagens da ingestão deste alimento

A margarina, como é actualmente concebida, e os cremes vegetais para barrar têm benefícios claros para a saúde, graças às suas gorduras essenciais, como os ómegas 3 e 6, e as vitaminas A, D e E. Descubra as oito razões que justificam a sua inclusão na nossa dieta diária.

1. A Organização Mundial de Saúde recomenda a substituição de gorduras saturadas animais, como a manteiga, por gorduras insaturadas vegetais, como a margarina e os cremes vegetais.

2. Uma fatia de pão barrada com margarina ou creme vegetal para barrar acompanhada de uma peça de fruta e um lacticínio constitui um pequeno-almoço saudável.

3. Uma fatia de pão barrada com margarina ou creme vegetal para barrar é mais saudável do que sem nada porque contém nutrientes essenciais.

4. A margarina e os cremes vegetais são importantes fontes de ácidos gordos essenciais (ómegas 3 e 6) que o organismo não consegue produzir mas que são fundamentais ao seu bom funcionamento.

5. São ricos em vitaminas A, D e E.

6. Não têm colesterol nem gorduras hidrogenadas (más para a saúde).

7. Existem variedades com esteróis vegetais incluídos que reduzem o colesterol (a ingestão mínima diária de esteróis vegetais deve ser equivalente a duas gramas).

8. Têm menos calorias do que outras gorduras de consumo habitual, como o azeite (ver vantagens do azeite) e a manteiga.


Resolução do Conselho de Ministros nº 55 de 2010 que cria o Conselho Nacional para a Economia Social

Conselho Nacional para a Economia Social

Mercado de Agricultura Local na Figueira da Foz: segundos e quartos fins de semana

No Meeting Point, das 10h às 13h.


Organização: Câmara Municipal da Figueira da Foz

Ver localização:

View Onde comprar os Sais da Casa do Sal da Figueira da Foz in a larger map

Inovação agrícola tornou-se a chave para a redução da pobreza

Escrito por CienciaPT (em: http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102607&Itemid=279)  
12-JAN-2011

O Instituto Worldwatch, no seu Estado do Mundo 2011, mostra que a inovação agrícola se tornou a chave para a redução da pobreza e a estabilização do clima

Nova York, 12 de janeiro de 2011-O Instituto Worldwatch divulga hoje seu relatório sobre o Estado do Mundo 2011: Inovações que nutrem o planeta, que destaca as inovações agrícolas bem sucedidas e desvenda os maiores sucessos na prevenção do desperdício de alimentos, promovendo resistência às mudanças climáticas e fortalecendo a agricultura nas cidades. O relatório proporciona um guia para o aumento dos investimentos agrícolas e formas mais eficientes de minimizar a fome e a pobreza globais. A partir das ideias dos maiores especialistas em agricultura e das centenas de inovações já implementadas na prática, o relatório destaca 15 receitas ambientalmente sustentáveis e comprovadas.

 Inovação agrícola tornou-se a chave para a redução da pobreza e a estabilização do clima

 O relatório fornece um guia para segurança alimentar e investimento agrícola, revelando 15 soluções de alta e baixa tecnologia que estão ajudando a reduzir a fome e a pobreza na África.

"O progresso demonstrado neste relatório irá prover informações aos governos, formuladores de políticas, ONGs e doadores que tentam frear o avanço da fome e da pobreza, fornecendo um guia claro para expansão ou replicação destes sucessos em qualquer lugar", diz o Presidente do Instituto Worldwatch, Christopher Flavin. "Precisamos que as pessoas que influenciam o desenvolvimento agrícola mundial se comprometam com o apoio de longo prazo aos agricultores, que constituem 80% da população da África".

O Estado do Mundo 2011 chega em um momento em que as iniciativas sobre a fome mundial e a segurança alimentar - tais como o programa Alimento para o Futuro da administração Obama, o Programa de Segurança Alimentar e Agricultura Global (Global Agriculture and Food Security Program - GAFSP), o Programa Mundial de Alimentos (World Food Programme - WFP) da ONU e o Programa de Desenvolvimento Abrangente da Agricultura da África (Comprehensive Africa Agriculture Development Programme - CAADP) - necessitam de orientação, a medida que buscam o aumento dos investimentos na agricultura.

Cerca de meio século após a Revolução Verde, grande parte da humanidade ainda está cronicamente faminta. Enquanto isso, os investimentos no desenvolvimento agrícola por parte dos governos, financiadores internacionais e fundações estão em níveis historicamente baixos. Desde 1980 a participação da agricultura nos auxílios ao desenvolvimento global caiu de mais de 16% para apenas 4% nos dias de hoje.

Em 2010, governos, fundações e indivíduos forneceram menos de $4 bilhões de dólares para apoiar projetos agrícolas na África, com base nas estatísticas das Nações Unidas, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Ainda que se espere que a demanda para o desenvolvimento agrícola cresça em 2011, boa parte do dinheiro ainda precisa ser levantada e destinada aos agricultores pobres da África.

"A comunidade internacional tem negligenciado segmentos inteiros do sistema alimentar no esforço de reduzir a fome e a pobreza", disse Danielle Nierenberg, co-diretora do projeto Nutrindo o Planeta da Worldwatch. "As soluções não virão necessariamente da maior produção de alimentos, mas da mudança do que as crianças comem nas escolas, como os alimentos são processados e comercializados e em quais tipos de comércio de alimentos estamos investindo".

O suprimento de alimentos cultivados localmente às crianças em idade escolar, por exemplo, provou ser uma estratégia eficaz de redução da fome e da pobreza em diversas nações africanas, e tem forte correlação com os programas de cultivo para restaurantes nos Estados Unidos e Europa. Além disso, "cerca de 40% dos alimentos produzidos atualmente no mundo é desperdiçado antes de ser consumido, criando oportunidades enormes para agricultores e famílias economizarem dinheiro e recursos com a redução do desperdício", opinou Brian Halweil, co-diretor do Nutrindo o Planeta.



O Estado do Mundo 2011 tem origem nas centenas de estudos de casos e exemplos em primeira pessoa para proporcionar soluções para a redução da fome e da pobreza. São eles:

    * Em 2007, cerca de 6.000 mulheres no Gâmbia se organizaram na associação de produtoras TRY Women's Oyster Harvesting, criando um planejamento de co-gestão sustentável para a exploração local de ostras para prevenção da super exploração e depredação. Ostras e peixes são fonte importante de proteína de baixo custo para a população, mas os níveis atuais de produção levaram a degradação ambiental e a mudanças no uso da propriedade nos últimos 30 anos. O governo está trabalhando com grupos como o TRY para promover métodos menos destrutivos e para expandir as linhas de crédito para produtores de baixa renda, de modo a estimular o investimento na produção mais sustentável.

    * Em Kibera, Nairobi, a maior favela do Quênia, mais de 1.000 agricultoras estão cultivando hortas "verticais" em sacos de terra perfurados, alimentando suas famílias e comunidades. Estes sacos têm o potencial de alimentar milhares de habitantes urbanos, ao mesmo tempo em que fornecem uma fonte de receita sustentável e de fácil manutenção para agricultores urbanos. Com a projeção de que mais de 60% da população da África irá viver em áreas urbanas até 2050, estes métodos podem ser cruciais para criar segurança alimentar no futuro. Atualmente, cerca de 33% dos africanos vive nas cidades e mais 14 milhões deles migram anualmente para áreas urbanas. No mundo todo, cerca de 800 milhões de pessoas se empenham na agricultura urbana, produzindo de 15% a 20% de todo o alimento.

    * Pastores na África do Sul e no Quênia estão preservando variedades nativas de gado que são adaptadas ao calor e a seca das condições locais - características que serão cruciais conforme os extremos climáticos pioram no continente. A África tem a maior área mundial permanente de pastagem e o maior número de pastores, com cerca de 15 a 25 milhões de pessoas dependendo do gado.

    * A Rede de Análise de Políticas de Recursos Naturais, Agricultura e Alimentos (Food, Agriculture and Natural Resources Policy Analysis Network - FANRPAN) está usando jogos interativos comunitários para envolver as agricultoras, líderes comunitários e formuladores de políticas em um diálogo aberto sobre igualdade de gêneros, segurança alimentar, posse da terra e acesso a recursos.  As mulheres na África sub-saariana constituem pelo menos 75% dos trabalhadores agrícolas e fornecem de 60% a 80% da mão-de-obra para produção de alimentos para consumo familiar e para o comércio, sendo crucial que tenham oportunidades para expressar suas necessidades no âmbito da governança local e na tomada de decisões.. Este fórum amigável e de entretenimento torna mais fácil a abertura ao diálogo.

    * O programa Desenvolvendo Inovações no Cultivo em Escolas (Developing Innovations in School Cultivation - DISC) está integrando hortas de vegetais nativos, informações sobre nutrição e preparação de alimentos no currículo das escolas, de modo a ensinar as crianças a cultivar variedades locais que irão auxiliar no combate a falta de alimentos e revitalizar as tradições culinárias do país. Estima-se que 33% das crianças africanas atualmente enfrentam a fome e a desnutrição, o que poderia afetar cerca de 42 milhões de crianças até 2025. Os programas de nutrição na escola que não se limitam a simplesmente alimentar as crianças, mas também a inspirá-las e ensiná-las a se tornar agricultores no futuro, representam um enorme passo em direção a melhoria da segurança alimentar.

O relatório Estado do Mundo 2011 é acompanhado de outros materiais informativos, incluindo documentos instrutivos, resumos, um banco de dados de inovações, vídeos e podcasts, tudo isso disponível em www.NourishingthePlanet.org. As descobertas do projeto estão sendo divulgadas para um grande número de pessoas interessadas no meio agrícola, incluindo ministros de governos, formuladores de políticas agrícolas, agricultores e redes comunitárias, além das comunidades ambientais não governamentais e de desenvolvimento com influência cada vez maior.

Ao conduzir esta pesquisa, o projeto Nutrindo o Planeta da Worldwatch teve acesso sem precedentes as maiores instituições de pesquisa internacionais, incluindo as integrantes do sistema do Grupo Consultivo de Pesquisa Agrícola Internacional (Consultative Group on International Agricultural Research - CGIAR). A equipe também interagiu de forma extensiva com agricultores e sindicatos agrícolas, bem como as comunidades da área bancária e de investimento.

CISE na Serra da Estrela - Acção de Plantação/Sementeira este fim de semana

CISE - Seia

Nos dias 15 e 16 de Janeiro, o CISE organizará duas acções de sementeira e plantação na Mata do Desterro, utilizando espécies de árvores nativas.

A actividade é realizada em colaboração com a Estação de Propagação de Plantas Autóctones (EPPA/EDP), que disponibilizou as árvores, e deverá contar com a presença com alguns dos técnicos desta instituição.

O CISE convida todos os interessados em dar o seu contributo para a recuperação d...a floresta na região a participarem na acção proposta.

O ponto de encontro é no CISE, às 8h30m.De momento ainda não é possível informar acerca da disponibilização do transporte.

A inscrição para cada um dos dias é obrigatória, devendo-se, para tal, preencher o formulário.

Nota: Esta acção permitirá, também, compensar os impactos decorrentes da realização da Fiagris – Feira Industrial, Comercial e Agrícola de Seia, edição de 2010, a nível das emissões de Carbono. No âmbito do trabalho de cálculo da Pegada de Carbono deste evento, estimou-se que a área virtual para compensação do referido impacto é de cerca de 10 hectares.

http://www.cise-seia.org.pt/

Edifício auto-sustentável e resistente a desastres naturais


 
 
Resiste a desastres naturais como tsunamis, furacões ou terramotos e torna-se auto-sustentável nessas situações extremas. Eis o edifício  projectado pelo arquitecto russo Alexandre Remizov  que pode ser construído em terra ou no mar e tem capacidade para albergar dez mil pessoas.

O projecto, apelidado de Arca, foi concebido com a parceria da empresa Remistudio  e com o apoio da União Internacional de Arquitectos, ao abrigo de um programa de arquitectura de auxílio contra catástrofes.

A estrutura, que  poderá ser utilizada como moradia ou como hotel, tem a forma de uma concha e é sustentada por arcos de madeira e cabos de aço, que lhe conferem solidez. Apresenta um ambiente de estufa que possibilita o desenvolvimento de vegetação, essencial para melhorar a qualidade do ar e para o fornecimento de alimento.
Para se abastecer de água, recorre a um sistema próprio de recolha e tratamento de águas pluviais e, para captar energia, são utilizados painéis solares. Uma vez que o edifício é transparente, a necessidade de iluminação também diminui.

Toda a cobertura é feita por um material auto-limpante, reciclável e mais duradouro, leve e económico do que o vidro.





 
 

Como fazer arroz Carolino do Mondego "Garça Branca" no microondas, temperado com o Sal para Grelhados da Casa do Sal da Figueira da Foz

 Numa taça que possa ir ao microondas deite um pouco de Sal para Grelhados  
da Casa do sal da Figueira da Foz

 Junte um bom fio de Azeite "Encosta da Serra" do Rabaçal

 Acrescente a  arroz Carolino do Mondego "Garça Branca"

 Adiciona o dobro de água, a ferver, da quantidade do  arroz

 Mexa, até todos os ingredientes ficarem bem misturados

 Coloque o microondas, durante 20 minutos

E,pronto, já está !

Como fazer comida em casa e vender legalmente? Ex: pão, bolos, compotas, etc

Este Decreto Lei ainda está muito pouco divulgado. Permite que se faça em CASA DESTINADA À HABITAÇÃO produtos alimentares para venda, tais como: compotas, bolos, pão, etc.
Descarregar este documento em PDF e na zona dos comentários  podem ir directamente para o que mais interessa: como licenciar (é nas Câmaras), que produtos podem ser produzidos e quantidades máximas, etc.
É um bom decreto-lei para a crise.

Licenciamento Industrial - Act Prod Local


Nos encontros em que tenho intervido noto que este decreto-lei é praticamente desconhecido. Mesmo quando o divulgo sei que, nalgumas câmaras, não se conhece a possibilidade de as pessoas poderem fazer comida em casa para venda,legalmente, mesmo para restaurantes.

Se alguém já aproveitou este decreto, conte a sua experiência, para todos aprendermos

Do Tempo e Da Paisagem | Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente


Recordando:

DO TEMPO E DA PAISAGEM: tertúlia para apresentação do livro do mesmo nome
Terça 11. À escolha: 18:00 ou 21:30
Com o Arq. Henrique Pereira dos Santos, na sede da Campo Aberto (Rua de Santa Catarina, 730-2.º, Porto).
Entrada livre. Sugere-se no entanto deixar à entrada um contributo de 1 ou 2 euros ou..., a fixar pelo próprio, como participação nas despesas.


COLHER PARA SEMEAR: tertúlia
com José Miguel Fonseca, fundador e director da Associação Colher para Semear.
Parte I – Porquê colher sementes?
Parte II – Oficina de preparação de sementes para conservação (prática de extracção de sementes, selecção e tratamento para uma correcta conservação). A prática será feita com sementes de hortícolas; a intenção é que cada um de nós aprenda a colher as sementes das plantas que tem na sua horta ou quintal.

Quarta 19, às 18:00, na sede da Campo Aberto (Rua de Santa Catarina, 730-2.º, Porto).
Entrada livre. Sugere-se no entanto deixar à entrada um contributo de 1 ou 2 euros ou..., a fixar pelo próprio, como participação nas despesas.

«Cada semente foi evoluindo no seu habitat através de uma selecção natural e também humana, obtendo uma rusticidade própria ao seu meio, daí a sua importância para as populações locais que podem manter a sua independência alimentar. Esta selecção é a verdadeira prova da sua adaptabilidade e a razão para a sua manutenção em vez da substituição por variedades híbridas generalizadas, que não têm a mínima hipótese de dar retorno ano após ano. (…) Há mais de 10 000 anos que colhemos sementes, assegurando desta forma as futuras colheitas. Não devemos parar agora e depositar o futuro em mãos alheias, com propósitos duvidosos e pouco claros.» (Fonseca, José Miguel, 2004)

No GORGULHO, boletim da Associação Colher para Semear podemos ler «vós sois privilegiados, diziam os companheiros nórdicos referindo-se à nossa diversidade agrícola, ainda existente.» E mais à frente «Privilégio nosso, sem dúvida, mas que implica responsabilidades e encargos para os quais nos devemos preparar.» (Fonseca, José Miguel, 2007)

PASSEIO POR TERRAS DO TÂMEGA

Inscreva-se, o mais tardar até 19 de Janeiro de 2011 (passeio a realizar em 29 de Janeiro) aqui:
informações completas: http://www.campoaberto.pt/

12 FEVEREIRO 2011:
16:00 Assembleia Geral da Campo Aberto no Clube Literário do Porto,
Rua Nova da Alfândega, 22 (a São Francisco/Alfândega)
Simpatizantes bem-vindos (mas sem direito a voto...)

19:45 Jantar de confraternização comemorativo do 10.º aniversário (num restaurante próximo)
           Preço: €15,00


JÁ PENSOU QUE PRENDA VAI OFERECER À CAMPO ABERTO PELO SEU 10.º ANIVERSÁRIO? 

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